No que tange o ensino de gramática nas aulas de língua portuguesa, os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, no item Linguagens, códigos e suas tecnologias, (BRASIL, 2002, p. 81) estabelecem que: “O ensino de gramática não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como um mecanismo para a mobilização de recursos úteis à implementação de outras competências, como a interativa e a textual” (BRASIL, 2002, p. 81). Tal concepção está alinhada ao conceito de “análise linguística” apresentado por Geraldi na obra “Portos de Passagem”. Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO corresponde às ideias apresentadas pelo autor:
Carlos Alberto Faraco, no livro “Norma culta brasileira: desatando alguns nós” (2008, p. 160), afirma que: “A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta/comum/ standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta/comum/ standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguístico-culturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta/comum/ standard sem normativismo.” Considerando essa citação, assinale a alternativa que evidencia a concepção de norma culta/comum/ standard defendida pelo autor.
Analise as afirmativas abaixo sobre a transitividade verbal no português brasileiro:
Para Oliveira (2004, p. 23), “Embora não seja tarefa fácil definir o objeto de estudos da Semântica, afirma-se classicamente que seu objeto é o ‘significado’ das palavras e das sentenças. Abordagens mais recentes entendem que seu objetivo é descrever a capacidade que um falante tem para interpretar qualquer sentença de sua língua. Em quaisquer abordagens, devemos definir o conceito de significado. O problema é que não há consenso sobre o que é o ‘significado’.” Oliveira sintetiza noções particulares de “significado” eleitas por diferentes abordagens semânticas. Considerando o apresentado pela autora no texto “Semântica”, que integra a obra Introdução à linguística: domínios e fronteiras (vol. 2), assinale a sequência que ilustra o preenchimento CORRETO dos parênteses, de cima para baixo:
Na obra “Produção textual, análise de gêneros e compreensão”, Marcuschi apresenta e analisa a proposta de trabalho com texto em sala de aula conhecida como “sequências didáticas”, elaborada inicialmente por Dolz e Schneuwly. Analise as afirmativas abaixo, que listam considerações feitas por Marcuschi sobre as sequências didáticas, identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS, assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
Segundo Lyons, os neogramáticos adotaram a compreensão de que a Linguística tem que ser necessariamente histórica. Saussure, por outro lado, argumenta que a descrição sincrônica de línguas particulares pode ser igualmente explicativa. Das alternativas abaixo, todas estão corretas em relação ao apresentado por Lyons sobre a explicação sincrônica e a explicação diacrônica, EXCETO :
Ao abordar a questão da tonicidade no português brasileiro, Bechara afirma que os vocábulos átonos proclíticos, ao perderem seu acento próprio para se subordinarem ao do tônico seguinte, acabam por sofrer reduções no seu volume fonético. Das alternativas abaixo, todas apresentam consequências da próclise de clíticos, EXCETO :
Rildo Cosson, em “Letramento literário: teoria e prática” (2016, p.47 - 48), diz: “[…] adotamos com o princípio do letramento literário a construção de uma comunidade de leitores. É essa comunidade que oferecerá um repertório, uma moldura cultural dentro da qual o leitor poderá se mover e construir o mundo e a ele mesmo. Para tanto, é necessário que o ensino da Literatura efetive um movimento contínuo de leitura, partindo do conhecido para o desconhecido, do simples para o complexo, do semelhante para o diferente, com o objetivo de ampliar e consolidar o repertório cultural do aluno. Nesse caso, é importante ressaltar que tanto a seleção de obras quanto as práticas de sala de aula devem acompanhar este movimento”. O autor, logo após tal pressuposto sobre letramento literário, apresenta duas sequências para desenvolver as atividades das aulas de Literatura: sequência básica e sequência expandida. A sequência expandida, além de ter os mesmos passos da sequência básica, possui outros. São eles: Assinale a alternativa CORRETA.
Antonio Candido, na obra “Literatura e Sociedade” (2014), aborda vários níveis da correlação entre literatura e sociedade, sendo este o tema que percorre os ensaios que compõem o livro e que dão unidade a esta obra. Ele analisa o vínculo entre obra e ambiente, sem perder a dimensão estética do literário. Em suas palavras, “O externo (no caso, o social) importa, não como causa, nem como significado, mas como elemento que desempenha um certo papel na constituição da estrutura, tornando-se, portanto, interno” (CANDIDO, p. 14). Considerando a obra como um organismo, o autor ainda aponta: “Hoje sentimos que, ao contrário do que pode parecer à primeira vista, é justamente esta concepção da obra como organismo que permite, no seu estudo, levar em conta e variar o jogo de fatores que a condicionam e motivam; pois quando é interpretado como elemento da estrutura, cada fator se torna componente essencial do caso em foco […]” (CANDIDO, p. 25). O último ensaio da obra “Literatura e Sociedade” (2014) é voltado à estrutura literária e função histórica, no qual o autor opera, na prática, as diretrizes teórico-metodológicas apresentadas nos ensaios anteriores. Com base neste último ensaio, analise as assertivas:
A partir das afirmações de Luiz Roncari (2014) sobre a obra “Memórias de um Sargento de Milícias”, de Manuel Antônio de Almeida, analise as afirmativas, identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS, assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
Convocando saber, experiência, imaginação, memória, razão, sensibilidade e tudo o mais que lhe confere a romântica aura de gênio e de “maldito” (pela vida desgraçada que levou e o quanto sofreu na carne o drama da condição humana), o poeta penetra num labirinto, descortinado pela sondagem do “eu”, marcada por estágios de angústia crescente, à medida que progride a vida interior. De onde o tom permanente de dor cósmica, no sentido em que é mais do que sofrimento individual do poeta, é o universal ecoando nele e nele encontrando meio de expressão. O fruto desta incursão nos caminhos da alma consiste numa confissão ou autobiografia moral, marcada pela “ânsia de infinito”. À medida que avança na jornada interior, vai desintegrando o próprio “eu” com a finalidade de erguer o retrato do “Eu”, ou do “Nós”, composto pela soma de todos os “eus” alheios que lhe ficaram impressos na inteligência e na sensibilidade. O núcleo de sua poesia reflexiva pode ser sintetizada como: a vida não tem razão de ser, e descobri-lo e pensá-lo de forma incessante é inútil e perigoso, pois apenas acentua o quanto irremediavelmente miserável é a condição humana. O texto acima se refere a qual poeta da Literatura Portuguesa? Assinale a alternativa CORRETA.
Considere as seguintes análises de Antonio Candido, em “Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos” (2000), sobre poetas da literatura brasileira:
O autor Jonathan Culler, ao longo do livro “Teoria literária: introdução” (1999, p. 34), aponta que não existe um critério único, absoluto e suficiente para definir um texto como sendo literário ou não, e analisa, no capítulo “O que é literatura e tem ela importância?”, a dificuldade em distingui-los. “A literatura, poderíamos concluir, é um ato de fala ou evento textual que suscita certos tipos de atenção. Contrasta com outros tipos de atos de fala, tais como dar informação, fazer perguntas ou fazer promessas […] Não há maneiras especiais de organizar a linguagem que nos digam que algo é literatura? Ou o fato de sabermos que algo é literatura nos leva a dar-lhe um tipo de atenção que não damos aos jornais e, consequentemente, a encontrar nela tipos especiais de organização e sentidos implícitos? A resposta deve certamente estar no fato de que ambos os casos ocorrem: às vezes o objeto tem traços que o tornam literário mas às vezes é o contexto literário que nos faz tratá-lo como literatura. Mas linguagem altamente organizada não necessariamente transforma algo em literatura: nada é mais altamente padronizado que a lista telefônica […] A
En el texto “Espanhol: língua de encontros” (2005), Goettenauer hace consideraciones acerca de los modos de tratar la enseñanza de español en el contexto brasileño. La única afirmación INCORRECTA respecto de las ideas presentadas para dicho contexto es:
Acerca de la enseñanza de español como lengua adicional (E-LA) en contextos tecnológicos, tales como los Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, es CORRECTO afirmar que:
De acuerdo con Prati (2007), una de las tareas que más le toma tiempo al profesor que elabora un examen es la elección del texto. Ponga (V) para las afirmaciones VERDADERAS y (F) para las FALSAS, teniendo en cuenta lo que se debe hacer en la selección de un texto para la elaboración de exámenes.
Según Paraquett (2010), las clases de español deben abordar la temática cultural, sobre todo en la perspectiva ______________ porque ______________. Seleccione la alternativa que completa adecuadamente los espacios en blanco:
En lo que toca a los materiales didácticos para la enseñanza de español como lengua adicional, se afirma: I. Los materiales didácticos – así como las actitudes del profesor o la forma en la que presentan las variedades lingüísticas en clase – permiten que los alumnos adopten y consoliden ciertas representaciones sobre la lengua; por eso deben ser cuidadosamente seleccionados o elaborados como herramienta de trabajo del profesor. II. Los materiales didácticos reflejan una manera de entender la naturaleza del lenguaje y la naturaleza del proceso de aprendizaje de una lengua; por lo tanto, son muy proficuos los libros didácticos en cuanto a la organización de los contenidos presentados en el sumario, cuando los objetivos son la construcción del programa de un curso. III. Los materiales didácticos de español deben estimular la autonomía de los estudiantes, instigándolos a buscar por sí solos ampliar sus conocimientos de lengua; así, aunque se permita el uso de la lengua materna en actividades orales en clase, ésta no debe figurar en el material escrito para no subestimar la capacidad emancipadora de los alumnos. La alternativa que contiene todas la(s) afirmación(es) CORRECTA(S) es:
“Para el brasileño, el proceso de aprendizaje del español es siempre desconcertante” (SANTOS, 2010, p. 95). Sobre las representaciones más comunes de los brasileños, aprendices de español, expuestas por la autora, ponga (V) para VERDADERO y (F) para FALSO.
De acuerdo con los estudios sobre el orden de adquisición de morfemas en español como lengua adicional – o segunda, de acuerdo con Baralo (2004) – para cada letra que sigue, numere los paréntesis. Ponga el número (1) al rasgo que aparece antes, según la secuencia común de adquisición, y el número (2), al que aparece después.
Según Baralo, “ (...) Selinker (1972) propuso este término, ________, para referirse al sistema lingüístico no nativo (...): El conjunto de oraciones que intenta producir un alumno que aprende una L2 no es idéntico al conjunto hipotetizado de las que produciría un hablante nativo de esa LO que intentara expresar los mismos significados que el alumno. Puesto que estos dos conjuntos de locuciones no son idénticos, cuando formulemos los principios relevantes para una teoría del aprendizaje de lenguas segundas estaremos completamente justificados, quizás hasta obligados, a presentar como hipótesis la existencia de un sistema lingüístico independiente: sobre la base de los datos observables que resultan de los intentos del alumno en la producción de una norma de la LO. Llamaremos ‘_________’ a este sistema lingüístico”. (Em: SÁNCHEZ LOBATO, J.; SANTOS GARGALLO, I. (Org.), 2005, p. 369). El concepto que llena CORRECTAMENTE los 3 huecos es:
De acuerdo con Sánchez Pérez, “El método en la enseñanza de lenguas ha constituido desde siempre un tema central. Ha sido y sigue siendo habitual, en los testimonios sobre el aprendizaje de lenguas, hacer referencia a uno u otro método como el mejor o peor camino para lograr los objetivos docentes o discentes (…)”. Sobre los métodos, de acuerdo con Sánchez Pérez (En SÁNCHEZ LOBATO, J; SANTOS GARGALLO, I (Org.), 2005. p. 679) podemos afirmar que: I. En el ______________ _____ , la lengua es un conjunto de reglas (con sus correspondientes excepciones) y la lengua escrita constituye el punto de partida único. II. En el ___________________ , no parece existir una teoría lingüística expresa sobre lo que se entiende por lengua. Se da por supuesto que la lengua es un instrumento de comunicación, prioritariamente oral y secundariamente escrita. La lengua oral precede a la escrita. Este es el orden natural de aprendizaje. III. En el ___________________ , la lengua es un conjunto de estructuras jerárquicamente organizadas que tiene como finalidad la transmisión de significado. La estructuración de la lengua se da en tres niveles: fonológico, morfológico y sintáctico (el nivel semántico es menos relevante). La lengua es primero oral, luego escrita. Los nombres de los métodos que llenan los huecos de las afirmativas I, II y III, RESPECTIVAMENTE, son:
Para Pinilla Gómez, “(…) el principal objetivo de la enseñanza de L2 es desarrollar la competencia comunicativa de los estudiantes en todas sus facetas, es decir, lingüística, discursiva, sociolingüística y estratégica”. (En SÁNCHEZ LOBATO, J; SANTOS GARGALLO, I (Org.), 2005. p. 436) Enumera las afirmativas, según las competencias citadas por la autora.
Ciertos verbos presentan dos participios: uno regular y otro irregular. La alternativa que contiene SOLAMENTE verbos que presentan dos participios es:
Según el análisis de NAVARRO (1988) sobre la obra Cien Años de Soledad, de Gabriel García Márquez, indique si las siguientes afirmaciones son VERDADERAS (V) o FALSAS (F).
Relacione los autores de la primera columna con las características y obras de la segunda columna, de acuerdo con las consideraciones de JOSEF (2005).

































