No texto, aborda-se como tema a “metonímia”, uma das chamadas figuras de linguagem. Nessa abordagem, o ponto de vista central defendido pelo autor está apresentado no seguinte parágrafo:
Na organização da sequência de sua argumentação, o autor emprega um tipo de raciocínio principal, denominado:
No 2º parágrafo do texto 1 e no fragmento acima, os autores destacam modos de articulação entre linguagem e mundo. Essa articulação, em cada caso e respectivamente, se caracteriza sobretudo por processos de:
João W. Geraldi expressa uma crítica à prática de considerar erradas determinadas variantes da língua. Essa crítica pode se sustentar no entendimento de que o erro costuma ser definido por:
No 4º parágrafo, o autor emprega o verbo “implicar” na forma transitiva direta, variante considerada de prestígio. É comum, porém, o uso desse verbo também na forma transitiva indireta, regido pela preposição “em”. Trata-se de um caso de variação relacionado ao seguinte plano de organização da língua:
Mikhail Bakhtin (1875-1975) foi um filósofo russo que deixou grande contribuição aos estudos da linguagem. Ele definiu “gêneros de discurso” como enunciados relativamente estáveis que circulam em dada esfera da atividade humana. Por suas características e objetivos principais, o texto 1 pode ser associado aos seguintes tipo e gênero de discurso, respectivamente:
Alguns gramáticos dizem que a função principal da linguagem figurada é a de provocar uma surpresa no leitor, fazendo com que ele preste atenção não somente no que o autor diz, mas também em como construiu o texto. (4º parágrafo) No ponto de vista dos gramáticos, acima mencionado, aborda-se, principalmente, a seguinte função da linguagem:
A função despertadora das metonímias fica nítida quando percebemos que elas não se restringem a palavras e frases: muitos gestos são igualmente metonímicos. (4º parágrafo) No trecho, os dois-pontos possuem papel coesivo, expressando o valor semântico equivalente ao do seguinte conectivo:
No fragmento, Gustavo Bernardo manifesta um ponto de vista acerca de certa prática que costuma estar presente em sala de aula. Esse ponto de vista é apresentado por meio do seguinte procedimento de articulação de ideias:
Tal prática pedagógica, criticada pelo autor, tende a privilegiar uma concepção de ensino de língua que se caracteriza sobretudo por:
Ao apresentar e comentar as questões do vestibular da Uerj, o autor exemplifica certa concepção de leitura, que pode ser descrita como:
“Para começar”: Desejou ter a beleza de uma árvore frondosa tatuada nas costas, copa espraiada sobre os ombros. Temendo, porém, o longo sofrimento imposto pelas agulhas, mandou tatuar na base da coluna, bem na base, a mínima semente. (6º parágrafo) Fica implícita, na narrativa, a esperança de que a tatuagem da árvore cresça sozinha, sem agulhas, a partir da tatuagem da semente. (7º parágrafo) O implícito é uma informação que pode ser depreendida do texto, ainda que não esteja efetivamente enunciada. A existência de uma “esperança” implícita, como propõe Gustavo Bernardo, pode ser corroborada pela seguinte expressão presente no miniconto:
A palavra “sim”, comumente empregada como advérbio de afirmação, pode ter valor argumentativo de reiteração de uma ideia anteriormente exposta. Considerando a progressão textual, esse uso do “sim” é observado em:
A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa. (1º parágrafo) O texto de Carlos Uchôa expressa uma crítica a certa prática pedagógica recorrente no ensino de Língua Portuguesa na educação básica. A frase citada apresenta, em relação a tal prática, ideia de:
A adversidade é um tipo de oposição, que comumente se expressa em orações coordenadas adversativas. Outro tipo de oposição, expressa por um tipo de oração subordinada adverbial, está exemplificada em:
No 2º parágrafo, o autor cita dois períodos compostos por coordenação com mesma organização sintática, mas com distintos valores argumentativos. No caso, os valores argumentativos se expressam em diferentes ênfases dadas aos seguintes tópicos:
Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas. (2º parágrafo) Na frase, enfatiza-se a articulação entre elementos constitutivos da linguagem, que podem ser denominados:
Assim como no exemplo das adversativas, também é comum a ausência de enfoque nos valores argumentativos dos tipos de sujeito. O sujeito indeterminado, por exemplo, muitas vezes representa o apagamento de uma informação importante. No texto, pode-se considerar que isso ocorre em:
No último parágrafo, o autor critica dois tipos de declarações ouvidas de professores, que evidenciam desconhecimento sobre a língua, seu objeto de especialização. Campos de estudos que se confrontam com tais declarações são, respectivamente:
Critérios mórficos, sintáticos e semânticos devem ser considerados na classificação gramatical das palavras. A palavra “como”, por exemplo, usada quatro vezes no último parágrafo, assume valor adverbial em:
































