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Prova Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Pref. Natal/RN
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Questão 1 de 7 Q2104928 Q1 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

A partir da leitura do texto, infere-se que seu principal propósito comunicativo é

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Questão 2 de 7 Q2104930 Q2 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Em relação à tipologia textual, considere os segmentos textuais reproduzidos nos itens abaixo. I As redes sociais rompem barreiras geográficas. I IPorém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. I IIContinue a leitura para entender melhor esses impactos. I VFoque na sua vida presencial. Os segmentos textuais em que há o tipo injuntivo estão nos itens

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Questão 3 de 7 Q2104932 Q3 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Considere o trecho reproduzido abaixo. “O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos.” O elemento coesivo em destaque retoma

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Questão 4 de 7 Q2104934 Q4 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Considere o fragmento textual reproduzido abaixo. Quando usadas de maneira não saudável,[1] as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas,[2] comentários e validações – disparam a produção de dopamina,[3] uma das moléculas responsáveis pelo prazer. Considerando o padrão formal da língua escrita, quanto ao emprego da vírgula,

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Questão 5 de 7 Q2104936 Q5 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Considere o período reproduzido abaixo. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Esse período contém

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Questão 6 de 7 Q2104938 Q6 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Considere o período reproduzido abaixo. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Nesse período, a palavra em destaque pode ser substituída

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Questão 7 de 7 Q2104940 Q7 da prova
As questões de 1 a 7 devem ser respondidas com base no texto reproduzido abaixo. Qual é o impacto negativo das redes sociais na nossa saúde mental? As redes sociais rompem barreiras geográficas, nos colocam em contato com pessoas queridas e proporcionam conteúdos para todos os gostos — informativos, educativos e de entretenimento. Porém, há também um lado negativo na relação entre redes sociais e saúde mental. O tempo dedicado a elas pode gerar consequências negativas em vários aspectos, como na percepção sobre a própria vida, na autoestima, na qualidade dos relacionamentos interpessoais, no comportamento alimentar, na produtividade da rotina e até no ciclo de sono. Continue a leitura para entender melhor esses impactos e conferir dicas para extrair apenas o melhor das redes! Fenômenos de dependência Muitos estudos já mostraram que o uso excessivo de telas altera o funcionamento do cérebro, sobretudo no que se refere aos neurotransmissores do bem-estar. Quando usadas de maneira não saudável, as redes sociais contribuem com alguns níveis de dependência no sistema de recompensa cerebral. Isso porque os estímulos constantes e os reforços positivos – como curtidas, comentários e validações – disparam a produção de dopamina, uma das moléculas responsáveis pelo prazer. O problema é que essa produção se dá em ritmo acelerado e com pouco esforço cerebral. Assim, é como se perdêssemos a capacidade de gerar essas moléculas em quaisquer outras atividades que demandem mais energia, como uma caminhada em contato com a natureza. Como lidar com isso? • Estabeleça uma meta de uso: tenha um tempo limite para gastar com as redes sociais, cuidando para não ficar lá por tempo em excesso; • Tenha outros passatempos: não use apenas as redes sociais para se distrair, e se lembre de outros hábitos e hobbies bem como incorpore-os novamente à sua rotina; • Foque na sua vida presencial: quando estiver conversando – seja no trabalho, durante as refeições ou até mesmo enquanto assiste a um filme – deixe o celular longe para aproveitar o momento com 100% de atenção, sem o distrativo das redes; • Tenha senso crítico: lembre-se de que as redes mostram apenas um recorte positivo (e editado) da vida das pessoas. Então, não faça comparações tomando o que vê por lá como realidade. Diante desta leitura, você viu que é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos.

Considere o trecho reproduzido abaixo. Diante desta leitura, você viu que[1] é preciso ter cuidado na relação entre redes sociais e saúde mental. Quando usadas de forma excessiva ou inadequada, elas são um terreno fértil para gatilhos que[2] podem fomentar problemas emocionais e até mesmo fisiológicos. Em relação aos elementos linguísticos [1] e [2],

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