As experiências preconizadas por este teórico no nordeste do país, no início da década de 1960, se multiplicaram e foram disseminadas pelo Brasil e pelo mundo. Defender a concepção de educação como emancipadora do sujeito representa enfrentar as grandes limitações econômicas e sociais dos estudantes brasileiros. Ele combatia não apenas a opressão que decorre da necessidade financeira e da limitação do acesso aos bens materiais, mas também reafirmava a necessidade de combater a mentalidade conservadora. A mentalidade conservadora, tradicional, tem a ver com o que o sujeito aprende com a sua família, na religião e no trabalho. Nessas relações, essa convivência ao invés de torná-lo um sujeito livre e amoroso, o aprisiona a um conjunto de preceitos morais, éticos e céticos que o distancia de outros seres humanos. Seu princípio básico pode ser traduzido numa frase sua que ficou célebre: a leitura do mundo precede à leitura da palavra. Estamos nos referindo a:
































