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Prova Professor de Matemática - Pref. Nova Palmeira/PB
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Questão 1 de 20 Q2106399 Q1 da prova
Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 05. Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar , oficialmente, um transtorno mental; entenda Jornal o Globo Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental. Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico. O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários. Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia. Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones , os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda. “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”. A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores. A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja ejado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela. Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais. A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado. Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir . Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones . Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal. Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANST ORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo , 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar -oficialmente-um-transtorno-mental- entenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.

Considerando o que se afirma no último parágrafo do Texto I, conclui-se que:

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Questão 2 de 20 Q2106401 Q2 da prova
Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 05. Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar , oficialmente, um transtorno mental; entenda Jornal o Globo Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental. Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico. O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários. Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia. Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones , os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda. “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”. A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores. A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja ejado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela. Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais. A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado. Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir . Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones . Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal. Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANST ORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo , 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar -oficialmente-um-transtorno-mental- entenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.

Observe o trecho do Texto I: “Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa”. Sobre ele, é CORRET O afirmar que:

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Questão 3 de 20 Q2106403 Q3 da prova
Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 05. Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar , oficialmente, um transtorno mental; entenda Jornal o Globo Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental. Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico. O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários. Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia. Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones , os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda. “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”. A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores. A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja ejado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela. Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais. A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado. Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir . Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones . Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal. Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANST ORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo , 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar -oficialmente-um-transtorno-mental- entenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.

No último parágrafo do Texto I: “Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas à desinformação e hostilidade.”, a expressão em destaque funciona como:

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Questão 4 de 20 Q2106405 Q4 da prova
Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 05. Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar , oficialmente, um transtorno mental; entenda Jornal o Globo Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental. Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico. O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários. Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia. Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones , os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda. “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”. A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores. A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja ejado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela. Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais. A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado. Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir . Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones . Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal. Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANST ORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo , 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar -oficialmente-um-transtorno-mental- entenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.

Todo texto apresenta características relativas ao seu gênero e ao seu tipo textual predominante. Sobre o Texto I, analise as assertivas a seguir. I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais. II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação. III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto. IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante. V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto. É CORRET O o que se afirma apenas em:

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Questão 5 de 20 Q2106407 Q5 da prova
Leia o Texto I para responder às questões de 01 a 05. Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar , oficialmente, um transtorno mental; entenda Jornal o Globo Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental. Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico. O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários. Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia. Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones , os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda. “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”. A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores. A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja ejado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela. Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais. A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado. Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir . Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones . Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal. Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANST ORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo , 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar -oficialmente-um-transtorno-mental- entenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.

Analise a natureza do gênero textual apresentado no Texto I e assinale a alternativa CORRET A.

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Questão 6 de 20 Q2106410 Q7 da prova
Leia os Textos II e III para responder às questões de 06 a 08. Texto II - Texto III - Fonte: Disponível em: https://www .instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025.

Observe no Texto II os títulos “Segunda da carne” e “Carne de segunda”. Sobre o Texto II, é CORRET O afirmar que:

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Questão 7 de 20 Q2106412 Q8 da prova
Leia os Textos II e III para responder às questões de 06 a 08. Texto II - Texto III - Fonte: Disponível em: https://www .instagram.com/p/DJMRsMnRDux/?igsh=ZnVqbGtyYWQ0ems0. Acesso em: 12 maio 2025.

Sobre o Texto III, analise as assertivas. I- O uso das aspas em “cheia de gás” foi usado para destacar uma expressão popular no texto. II- As aspas sinalizam que a expressão usada não é padrão e pode ser interpretada de forma diferente do significado literal. III- Ao usar aspas, indica-se ao leitor que o sentido da expressão é literal. IV- Pessoa “cheia de gás” Pessoa cheia de gases . O texto não verbal não colabora com o entendimento do uso das expressões e É CORRET O o que se afirma apenas em:

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Questão 8 de 20 Q2106413 Q9 da prova
Leia o Texto IV para responder às questões de 09 a 12. Texto IV – Infográfico Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.

Analise as palavras "recompensa", "reage" e "liberada" presentes no Texto IV e indique a alternativa que apresenta, CORRET A e respectivamente, os processos de formação de palavras.

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Questão 9 de 20 Q2106415 Q10 da prova
Leia o Texto IV para responder às questões de 09 a 12. Texto IV – Infográfico Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.

Em um infográfico, os elementos visuais (recursos verbais e não verbais) formam o seu conteúdo. Considerando os elementos gráficos na composição visual do Texto IV, marque a alternativa CORRET A.

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Questão 10 de 20 Q2106416 Q11 da prova
Leia o Texto IV para responder às questões de 09 a 12. Texto IV – Infográfico Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.

No Texto IV, quanto à sílaba tônica das palavras “núcleo”, “córtex” e “liberada”, marque a alternativa CORRET A.

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Questão 11 de 20 Q2106418 Q12 da prova
Leia o Texto IV para responder às questões de 09 a 12. Texto IV – Infográfico Fonte: Disponível em: https://iclnoticias.com.br/atg/dependencia-digital/. Acesso em: 12 maio 2025.

Observe o trecho “Ao ser liberada, causa impulsividade”. Quanto ao recurso de coesão utilizado, marque a alternativa CORRET A.

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Questão 12 de 20 Q2106423 Q15 da prova
Para as questões de 13 a 15, leia os Textos V e VI. Texto V Texto VI

Considerando os Textos V e VI, analise as assertivas a seguir. I- Os textos V e VI possuem ponto de vista semelhante sobre economia em compras. II- Os textos V e VI são considerados multissemióticos, pois possuem texto verbal e não verbal que, juntos, produzem sentido. III- O texto V é considerado multissemiótico. Já o texto VI não é considerado multissemiótico. IV- No texto V, o conhecimento prévio do personagem pode contribuir para uma produção de sentidos ainda mais significativa. V- O uso do “Se” nos textos V e VI introduzem a ideia de condicionalidade. É CORRET O o que se afirma apenas em:

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Questão 13 de 20 Q2106425 Q16 da prova
Considere o Texto 1 para responder às questões 16 e 17. TEXT O 1 Um professor dos Anos Iniciais do nível fundamental se propôs a trabalhar a utilização de um formulário de registro de mudanças do tempo durante a semana, utilizando os próprios sentidos dos estudantes como instrumentos de observação. Para tal, ele propôs uma sequência de ensino e aprendizagem cujos objetivos educacionais e conteúdos de aprendizagem foram listados no Quadro 1 abaixo: Quadr o 1 - Objetivos educacionais e conteúdos de aprendizagem Fonte: ZABALA, A. Porto Alegre: Artmed, 1999. Adaptado. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula.

Considerando o Texto I e os conteúdos de aprendizagem mostrados no Quadro 1, à luz da tipologia de conteúdos de Zabala (1999), é CORRET O afirmar que o(s) conteúdo(s):

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Questão 14 de 20 Q2106427 Q17 da prova
Considere o Texto 1 para responder às questões 16 e 17. TEXT O 1 Um professor dos Anos Iniciais do nível fundamental se propôs a trabalhar a utilização de um formulário de registro de mudanças do tempo durante a semana, utilizando os próprios sentidos dos estudantes como instrumentos de observação. Para tal, ele propôs uma sequência de ensino e aprendizagem cujos objetivos educacionais e conteúdos de aprendizagem foram listados no Quadro 1 abaixo: Quadr o 1 - Objetivos educacionais e conteúdos de aprendizagem Fonte: ZABALA, A. Porto Alegre: Artmed, 1999. Adaptado. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula.

Considerando o Texto I e os objetivos e conteúdos mostrados no Quadro 1, à luz das discussões de Zabala (1999) sobre o papel dos objetivos educacionais e os conteúdos de aprendizagem, avalie as asserções a seguir e a relação entre elas. I- No Quadro 1, os conteúdos de aprendizagem estão associados aos objetivos educacionais, servindo como meios para que estes sejam alcançados. PORQUE II- Ao responder à pergunta “o que se deve aprender?” no contexto da educação escolar, é necessário considerar conteúdos de aprendizagem de naturezas variadas: conceituais, procedimentais e atitudinais. A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRET A:

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Questão 15 de 20 Q2106428 Q21 da prova

Cinco professores de Ciências de uma escola pública foram entrevistados no contexto de uma pesquisa de iniciação científica, cujo objetivo era compreender como docentes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental planejavam aulas sobre o tema “corpo humano”. Os resultados indicaram que, entre os entrevistados, apenas um orientava seu planejamento com base em um referencial teórico, a teoria da aprendizagem significativa de Ausubel. Com base no contexto apresentado, é CORRET O afirmar que o relato que evidencia explicitamente a fala do entrevistado cujo planejamento era orientado pelo referencial teórico mencionado, é:

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Questão 16 de 20 Q2106442 Q30 da prova

Três amigos em um bar dizem ao garçom que ele ganhará de gorjeta os 10% em cima do valor da conta e ainda darão de brinde a mais o valor da soma dos divisores de 360 (esse valor em reais). Eles não sabiam que o garçom era um conhecedor de matemática básica. Sabendo que o valor da conta foi R$ 880,00 e que o garçom acertou os cálculos, é CORRET O afirmar que o garçom recebeu:

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Questão 17 de 20 Q2106447 Q33 da prova

Seja a probabilidade de uma função : ser injetora, em que = {1, 2, ... , n}. P fA→ A A Se = P⁄ é CORRET O afirmar que o número de elementos do conjunto P(A) (conjunto das partes de A) é igual a:

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Questão 18 de 20 Q2106452 Q37 da prova

Um proprietário de um sítio manda construir 10 caixas de água em forma de uma pirâmide ABCD, com vértice em D e cuja área lateral mede . A base da pirâmide é um triângulo isósceles retângulo ABC, sendo o ângulo reto em B. O segmento é perpendicular ao plano base e a face ADC forma um diedro de 45° com o plano da base. Se 1m de água custa R$ 3,00, quanto será gasto pelo proprietário do sítio para encher as 10 caixas de água?

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Questão 19 de 20 Q2106454 Q39 da prova

Uma criança ganhou um caderno de desenho de figuras geométricas. Se em seis minutos a criança consegu pintar um quadrado de lado 8 , se ela continuar com iu cm o mesmo ritmo de pintura, em quanto tempo ela consegue pintar um quadrado de área igual 192 m?2

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Questão 20 de 20 Q2106456 Q40 da prova

Se é uma raiz cúbica da unidade, ez X zz = (1 + ) e Y – z) (1 – z ̨) (1 – z ̨) (1 – z ̨) . = (1 É CORRET O afirmar que + é igual aXY

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