A Geografia, em seu processo de desenvolvimento, pautou-se em diferentes bases e originou distintas correntes do pensamento, que, por sua vez, pautaram o desenvolvimento de distintas abordagens pedagógicas na Geografia. Caracterizada pela ausência de inter-relação interna entre os diferentes blocos constitutivos – física, humana e econômica, esta abordagem didática da Geografia é fundamentada na corrente de pensamento geográfico:
Esta corrente do pensamento geográfico foi “calcada no Positivismo, ou no chamado Neopositivismo - em sua vertente baseada na lógica do pensamento cartesiano - visava através de operações e de interpretações matemáticas produzir uma síntese do mundo e expressá-la através de gráficos e de tabelas, gerando modelos passíveis de aplicação nos mais diferentes espaços.” Trata-se da corrente de pensamento:
“O espaço é um verdadeiro campo de forças cuja formação é desigual. Eis a razão pela qual a evolução espacial não se apresenta de igual forma em todos os lugares.” Naquilo que concerne às desigualdades presentes nos processos de formação espacial, correlacionando diretamente com o fator economia, depreende-se que os elementos integrantes desses processos têm vinculação mais aproximada com o sistema econômico:
“Bloco econômico é a associação de vários países a fim de formar um mercado regional comum através de facilidades tarifárias entre os membros. Estas associações podem ser de vários tipos como uma união aduaneira, quando há redução ou eliminação de impostos.” Sobre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), fazem parte do grupo de países fundadores:
“Somatório dos débitos de um país, garantidos por seu governo, resultantes de empréstimos e de financiamentos contraídos com residentes no exterior. Os débitos podem ter origem no próprio governo, em empresas estatais e em empresas privadas. Nesse último caso, isso ocorre com aval do governo para o fornecimento das divisas que servirão às amortizações e ao pagamento dos juros. Os residentes no exterior que fornecem os empréstimos e os financiamentos podem ser governos, entidades financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional ou o Banco Mundial, bancos e empresas privadas.” A definição acima refere-se ao conceito de:
“Segundo o Tratado de Assunção para a Constituição de um Mercado Comum, os Estados-partes decidem constituir um Mercado Comum, que deverá estar estabelecido a 31 de dezembro de 1994, e que se denominará ‘Mercado Comum do Sul’ (MERCOSUL).” Compõem o rol de objetivos do MERCOSUL as seguintes alternativas, EXCETO:
O MERCOSUL, bloco econômico fundado no ano de 1994, é composto, atualmente, por Estados-partes e Estados associados. No que tange aos Estados-partes, temos o grupo dos países fundadores acrescido da Venezuela. Sobre os Estados associados, contabilizando-se mesmo aqueles que se encontram em processo de adesão, integram o MERCOSUL, EXCETO:
Segundo o saudoso geógrafo Aziz Nacib Ab’Saber, o Brasil subdivide-se em seis domínios morfoclimáticos – “regiões definidas com base na sua composição paisagística, formada pela interação dos seguintes elementos: clima, relevo, vegetação, solo, hidrografia” – e pelas zonas de transição – áreas que “apresentam características de duas ou mais unidades paisagísticas. São zonas de transição: Mata dos Cocais, Pantanal e Agreste.” Sobre o domínio morfoclimático da Caatinga, é CORRETO afirmar que:
É o ramo da Geografia que se dedica ao estudo das populações e à relação delas com a sociedade. Por meio dos seus conceitos, é possível compreender a economia, a política, a cultura e até mesmo o desenvolvimento de uma nação. O enunciado acima apresentado trata do (a):
“Metropolização é o processo de formação de metrópoles. O fator mais visível da metropolização é o crescimento das cidades, em população, em extensão, em riqueza, em complexidade. Como consequência, elas se tornam polos urbanos de alcance regional (região metropolitana) nacional e, por vezes, mundial (cidades globais).” No estado do Ceará, conta-se, atualmente, com três regiões metropolitanas. NÃO compõe esse grupo:
A Geografia Urbana é uma das áreas do conhecimento geográfico integrante do campo da Geografia Humana e que se dedica à análise e à compreensão das cidades e do espaço urbano. Nesse intento, trata-se dos mais variados assuntos: 'urbanização, hierarquia urbana, mobilidade urbana, segregação socioespacial nas cidades e metropolização'. Sobre as variadas temáticas vinculadas à Geografia Urbana, assinale a alternativa que descreve o conceito de Gentrificação.
“Firmado durante a COP21, em 2015, o Acordo de Paris é um tratado internacional vinculante sobre mudanças climáticas que almeja limitar o aquecimento global a até 2ºC em comparação aos níveis pré-industriais — e, idealmente, mantê-lo inferior a 1,5ºC. Todos os países devem assumir metas voluntárias, para reduzir suas emissões, compromissos que devem ser revisados e incrementados a cada cinco anos.” Sobre as metas do Acordo de Paris, constituem esse grupo as afirmações abaixo relacionadas, EXCETO:
“A Geografia, na proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais, tem um tratamento específico como área, uma vez que oferece instrumentos essenciais para a compreensão e a intervenção na realidade social. Por meio dela, podemos compreender como diferentes sociedades interagem com a natureza na construção de seu espaço, as singularidades do lugar em que vivemos, o que o diferencia e o aproxima de outros lugares e, assim, adquirir uma consciência maior dos vínculos afetivos e de identidade que estabelecemos com ele. Também podemos conhecer as múltiplas relações de um lugar com outros lugares, distantes no tempo e no espaço e perceber as relações do passado com o presente.” Constituem-se objetivos gerais da área de Geografia as seguintes afirmações abaixo relacionadas, EXCETO:
Ainda sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), constituem-se dificuldades da área de Geografia a serem superadas as seguintes afirmações abaixo relacionadas, EXCETO:
“(...) qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos ambientais.” Segundo a Resolução CONAMA no 001/86, está acima expressa a definição do conceito de:
“O desmatamento no Brasil acontece principalmente pela expansão da fronteira agrícola no país, mas existem outras causas que contribuem para a devastação das matas, como a construção de estradas, de hidrelétricas e a prática de mineração. Esse processo desencadeia diversos impactos negativos para o meio ambiente, levando a um desequilíbrio da biodiversidade brasileira e à redução da cobertura vegetal no país. Segundo a pesquisa Contas Econômicas Ambientais da Terra: Contabilidade Física do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil perdeu 513 mil km² de área verde em duas décadas, o equivalente a 6% do território nacional.” O processo de desmatamento em território brasileiro data do início do processo colonizatório. No que tange à área de Mata Atlântica, foi um dos motivadores para o crescimento dessa prática, EXCETO:
“Os eixos temáticos organizadores dos conteúdos no ensino da Geografia deverão estar também contemplando os temas transversais. Isso não significa abrir mão dos objetivos e das metodologias específicos da área, mas abrir-se a possibilidade de introduzir esses temas para garantir uma formação integrada do aluno com o seu cotidiano, discutindo, compreendendo e explicando temas de relevância social.” São temas transversais que, sempre que possível, deverão serem trabalhados pelos professores de Geografia do Ensino Fundamental segundo os PCNs, EXCETO:
“A política ambiental brasileira iniciou sua trajetória a partir da década de 1930, quando foram dados os primeiros passos na elaboração de normativos pioneiros afetos à gestão dos recursos naturais, tais como o Código de Águas e o Código Florestal, ambos instituídos em 1934. Desde então, o país tem avançado gradualmente tanto no estabelecimento de importantes marcos legais na temática como no processo de institucionalização das políticas públicas de meio ambiente.” O atual Código Florestal brasileiro está descrito na:
































