Morais, Rosa, Fernandez e Senna (2018) referem-se ao “processo por meio do qual uma nova informação (um novo conhecimento) se relaciona de maneira não arbitrá- ria à estrutura cognitiva do estudante”. Trata-se do con- ceito de aprendizagem
Araújo, Arantes e Pinheiro (2020) propõem algumas re- flexões finais sobre sua discussão em torno das práticas educativas e do trabalho do professor com projeto de vida. A esse respeito, leia o excerto a seguir, adaptado da obra: Os resultados de nossas pesquisas apontam para a necessidade de reconhecimento, compreensão e valo- rização de , assim como de suas causas e manifestações, o que parece colaborar para o processo de (re)dimensionamento de ações, escolhas e planos re-lacionados com a construção dos projetos de vida. De um modo ou de outro, esses elementos parecem impulsionar (ou não) os jovens à ação, aspecto fundamental para a construção dos projetos de vida. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Castro (2000) afirma que o Brasil, país federativo, é caracterizado por extrema descentralização político--institucional. Nesse contexto, segundo a autora, a implementação de reformas educacionais necessaria- mente requer
Durante uma aula de Ciências Sociais da sua turma, a professora Ana levou diferentes anúncios publicitários em vídeo, voltados ao público infantil. Após assistirem aos ví- deos, os alunos discutiram quem estava falando, a quem se dirigia a mensagem, quais emoções eram acionadas e que imagens e sons ajudavam a transmitir a ideia de consumo. Ao final, cada grupo apresentou sua leitura dos anúncios, levantando dúvidas e posicionamentos sobre o que foi veiculado. Partindo das concepções de Rojo (2012), deve-se avaliar que a atividade realizada por Ana está alinhada à proposta dos multiletramentos principalmente por
Zabala e Arnau (2020) afirmam que as competências envolvem
Durante o planejamento do próximo ano letivo, a equi - pe pedagógica de uma escola estadual inserida no Pro- grama de Ensino Integral discutiu formas de ampliar o engajamento dos alunos nas atividades escolares. Com base nas Diretrizes do Programa Ensino Integral (São Paulo, s.d.), a professora Marina sugeriu incluir no horá- rio semanal a oferta de uma disciplina eletiva relacionada à cultura popular local, articulando elementos de Artes, História e linguagem oral. Tendo em vista o que o referi- do documento estabelece, está correto afirmar que essa proposta é
A Resolução CNE/CP no 01/2012 estabelece diretrizes nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH). Procurando agir com base no documento, o professor Joel decidiu inserir conteúdos ligados à EDH em suas aulas de Língua Portuguesa. Com base no art. 7 o da resolução, é correto afirmar que essa conduta do professor está
A Resolução CNE/CP n o 01/2020 (que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Con- tinuada de Professores da Educação Básica e institui a BNC-Formação Continuada) estabelece, em seu art. 3 o, três dimensões referentes às competências profis- sionais. Tais dimensões são “fundamentais e, de modo interdependente, se integram e se complementam na ação docente no âmbito da Educação Básica”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as três dimensões especificadas no documento.
Assinale a alternativa que apresenta uma asserção cor- reta, conforme o que estabelece o Plano Estadual de Educação (PEE – Lei n o 16.279/2016) em seu art. 9o.
A dimensão do conhecimento em Arte que implica a dis- ponibilidade dos sujeitos para a relação continuada com produções artísticas e culturais oriundas das mais diver- sas épocas, lugares e grupos sociais é denominada, no Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020),
Para Koudela (2015), o ato de improvisar perpassa d iferentes períodos da história do teatro no Ocidente, das representações dionisíacas e manifestações do teatro romano – como os mimos ou as atelanas – às formas populares medievais protagonizadas por saltimbancos e bufões. No entanto, uma prática a enaltecia, na qual uma preparação cuidadosa em termos de voz, música, acro- bacia fazia do ator um verdadeiro autor teatral, que atua- va de improviso, sobrepujando assim a primazia do texto. Essa prática é
Para Spolin (2017), as três essências do jogo teatral, a partir de sua abordagem de ensino, são
Segundo Koudela (2015), uma ação promovida pelos movimentos de renovação, no início do século 20, evi- denciaria a existência do espectador na plateia, o qual, como parte indissociável da própria definição dessa arte durante séculos, havia sido tratado como se não exis- tisse. A ação que realizou tal evidência foi
A brincadeira de faz de conta constitui uma atividade e ssen cialmente infantil, de assimilação do real ao eu mediante a função simbólica, ou semiótica, que con- duz a criança (sujeito que brinca, ou joga) da ação à representação. Essa atividade também é denominada
Esses exercícios teatrais foram desenvolvidos como uma metodologia com o fito de ensinar a linguagem artística do teatro a crianças, jovens e atores interessados no t eatro improvisacional. Por meio do processo de jogos e da solução de problemas de atuação, as habilidades, a disciplina e as convenções do teatro podem ser apren - didas. São, ao mesmo tempo, atividades lúdicas e exer-cícios teatrais que formam a base para uma abordagem alternativa de ensino e aprendizagem. Essa abordagem de ensino de teatro foi elaborada por
Os instrumentos como flautas, clarinetes, oboés, saxo- fones, trompetes e até a sanfona e o órgão de tubo são classificados, segundo a maneira como o som é produ - zido, como
Assinale a alternativa que apresenta aquele que é um dos pontos centrais da metodologia de Edgar Willems para o ensino musical, segundo Almeida (2011).
É uma metodologia que se desenvolve a partir da pala - vra, da dança e de arranjos de música folclore para um conjunto de instrumentos de percussão em que os ins- trumentos de placa de madeira e de metal formam os naipes melódicos.
Nos Estados Unidos, Margaret H’Doubler difundia pro- postas semelhantes às de Laban no campo da educação, defendendo principalmente o ideal de uma dança “cria- tiva” para crianças e jovens – nasce daí o termo “dança criativa”, usado amplamente pela literatura norte-ameri - cana como similar à “dança educacional/educativa”. Segundo a autora, no Brasil, na década de 1960, o termo mais usado para designar uma “dança educacio - nal/criativa” foi
Rudolf von Laban descrevia experiências que buscavam uma corporeidade inédita, capaz de responder às trans-formações da vida moderna. Para tanto, testou conexões entre dança, palavra (sobretudo poemas) e ações coti-dianas. É um dos primeiros a diagnosticar o desapare - cimento de uma experiência corpórea em que tradições privadas e coletivas se relacionavam com as memórias voluntárias e involuntárias, os cultos e os ritos, para dar lugar a uma experiência que sacrificava os recursos n aturais e físicos da rememoração, como um verdadeiro inventário de eventos vividos que, paradoxalmente, se tornavam estrangeiros. Tais experiências eram denominadas por Laban de
A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, e nquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente. Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro. Trata-se de uma descrição
































