O artigo 1o da Lei no 9.394/1996, em seu parágrafo 2o, estabelece que a educação escolar deverá vincular-se
A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto n o 6.949/2009), em seu artigo 2, apresenta uma lista de definições. Uma delas equivale à concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, mas sem excluir as ajudas técnicas para grupos específicos de pessoas com deficiência, quando necessárias. Trata-se
A Política de Educação Especial do Estado de São Paulo (2021) afirma que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço disponibilizado para estudantes elegíveis aos serviços da Educação Especial. De acordo com o documento, o referido serviço tem como característica ser
De acordo com o inciso V do artigo 4o da Resolução no 1/2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, é correto afirmar que
O artigo 78 da Lei n o 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) estabelece que o Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar aos povos indígenas. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Ao abordarem o tema da avaliação e discutirem o que a escola pode fazer para melhorar seus resultados, Carvalho e Menezes (in Carvalho et al., 2007) apresentam algumas considerações sobre o que se denomina efeito-escola. A esse respeito, os dois pesquisadores concordam que
Segundo Lemov (2023), quando os alunos conseguem ler com fluência, sua memória de trabalho é liberada para pensar com mais profundidade sobre o texto, e sua compreensão e habilidade para analisar aumentam. Para o autor, a leitura fluente é um exemplo do seguinte princípio:
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008), em suas diretrizes, estabelece que o atendimento educacional especializado (AEE) identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. Nessa perspectiva, é correto afirmar que o AEE
Para promover uma educação integral com equidade, o Currículo Paulista – etapa Ensino Médio (2020) considera que as temáticas, os atendimentos e as modalidades de ensino permeiam os diversos componentes curriculares de todas as etapas da vida escolar. Nesse sentido, deve-se possibilitar o desenvolvimento de
“O Currículo Paulista, em observação à acentuada diversidade cultural e ao compromisso com a redução das desigualdades educacionais no Estado, leva em consideração as necessidades, as possibilidades e os interesses do estudante, assim como suas identidades linguísticas, étnicas e culturais, de modo a assegurar suas aprendizagens essenciais integralmente.” (SÃO PAULO [Estado]: SEDUC, 2020, p. 39) De acordo com a citação, um dos pontos focais na elaboração do Currículo Paulista consiste na equidade e
Amorim e Alves (2008) afirmam que não existe uma dificuldade intransponível para atender às necessidades da criança cega e que o diferencial está no procedimento metodológico utilizado, que favoreça as formações pessoal, social e o conhecimento do mundo. De acordo com as autoras, para facilitar o contato com a criança cega na escola, uma das orientações é:
O processo de desenvolvimento e aprendizagem tátil envolve algumas fases que são interdependentes e dinâmicas entre si, como a consciência da qualidade tátil, conhecimento de estruturas e formas básicas e representação bidimensional, segundo Amorim e Alves (2008). Assinale a alternativa que, de acordo com as autoras, exemplifica a consciência da qualidade tátil.
No ebook Diversidade e Cultura Inclusiva (2014, p. 8), Sadao Omote, ao escrever o prefácio, reflete que os educadores precisam ter um domínio seguro de conhecimentos acerca da diversidade e da inclusão e afirma: “Embora comumente se localize o início do movimento em direção à inclusão à década de 90 do século XX, na verdade, as sociedades humanas vêm tornando-se progressivamente inclusivas há longos séculos. Esse velho movimento inclusivo, ainda que de modo não explícito, é fundado nas noções de diversidade, igualdade, cidadania etc.” De acordo com esse autor, com relação ao movimento inclusivo, nada essencialmente mudou, a não ser aguçar a percepção da diversidade e a consciência
Assinale a alternativa que corresponde a um auxílio não óptico para a escrita.
Com relação aos recursos ópticos para a baixa visão, as lupas manuais são muito usadas em campos periféricos remanescentes, porque permitem o posicionamento adequado para uso mais eficiente da visão e apresentam vantagens e desvantagens (Sampaio et al, 2010. Adaptado). Dentre as desvantagens, destaca-se o fato de que
João, um adolescente de 13 anos, recebeu a prescrição do uso de ampliação por prisma devido à baixa visão causada por distrofia de cones. O professor observou que, após o uso dos prismas, João diminuiu o movimento de lateralizar a cabeça para buscar o foco visual. Sabendo que o uso do prisma visa deslocar a imagem percebida pela retina para fora da região foveal, estimulando uma nova área ainda preservada na retina, e com base em Sampaio et al (2010), o professor deduz que o comprometimento visual de João está relacionado com
A autora Ormelezi (2006) escreveu sobre a dimensão psicossocial da cegueira, identificando o modo como o cego é visto por aquelas pessoas que enxergam e qual o lugar que o cego ocupa no discurso instaurado, quer no âmbito pessoal, quer no social. O cego é visto como coitado, pecador ou como sábio, como o que tem que ser o melhor, ou aquele sobre quem paira sempre uma dúvida em relação à sua capacidade. Para esta autora, a dimensão psicossocial da cegueira implica
Borges (2020, p. 73), ao se referir ao atendimento educacional especializado, comenta que “o conhecimento complementar depende da demanda de cada educando do público-alvo da educação especial, pois alguns alunos demandam o conhecimento de inserção na cultura e outros demandam que se explorem conceitos específicos trabalhados em sala de aula”. Para essa autora, tanto uma demanda quanto a outra
De acordo com Domingues et al (2010), durante o desenvolvimento da criança com cegueira congênita, é necessária a mediação adequada do adulto para estimular e criar outras formas de comportamentos exploratórios por meio do contato físico e da fala pautados em referencial perceptivo não visual para preencher as lacunas ocasionadas pela falta da visão. Podem aparecer comportamentos como o verbalismo, caracterizado
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei no 13.146/2015 considera em seu artigo 3o: “pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.” Esta definição refere-se ao
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n o 13.146/2015, em seu artigo 3o, considera: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” Essa concepção refere-se
Existe um recurso tecnológico, segundo Lima (2018), que possibilita ao aluno com deficiência visual usar o computador com a função de edição de textos, leitura de documentos e recursos para impressão de textos em braille, assim como jogos didáticos, calculadora vocal, relógio, ampliador de telas e leitor simplificado na tela. Este recurso é o
Para aprender o braille, “a criança cega tem que analisar com seus dedos (geralmente o indicador) cada uma das letras (ou pontos), separando uma das outras” (Sampaio et al, 2010, p. 396). Portanto, na leitura braille,
A máquina braille é um recurso importantíssimo de trabalho para o aluno com cegueira durante seu período de escolarização e oferece vantagens em relação ao uso da reglete, pois a máquina braille evita a duplicidade de códigos (um de leitura e outro de escrita). Neste contexto, assinale a alternativa que representa outra vantagem da máquina braille em relação à reglete, segundo Sampaio et al (2010).
Assinale a alternativa correta quanto ao Soroban, com base em Sampaio et al (2010).
Com base em Sampaio (2010, p. 460), a definição “superfície de piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente destinado a constituir aviso perceptível por pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão)” refere-se ao piso
De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), para a escrita em braille da palavra INCLUSÃO, toda grafada em maiúscula, é necessário representar
De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa, (Brasil, 2018), a escrita do número 20 é representada pela seguinte sequência de pontos:
Na Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), nas representações de datas sob a forma inteiramente numérica, os elementos constitutivos devem ser colocados pela ordem dia-mês-ano, utilizando-se dois algarismos para o dia, dois para o mês e dois ou quatro para o ano. Dentre as regras estabelecidas, está definido que
Segundo a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil 2018), palavra “aluno” tem a seguinte sequência de pontos em braille:
Com relação à iluminação da sala de aula, particularmente para alunos com baixa visão, que necessitam da iluminação, de acordo com Domingues (2010), está correto
Segundo Lima (2018, p. 34), “a audiodescrição é a arte de transformar aquilo que é visto em palavras. Configura-se como um poderoso recurso na inclusão escolar e acadêmica, na medida em que possibilita referência e compreensão do ambiente”. De acordo com a autora, o professor pode e deve fazer uso da audiodescrição em sala de aula e está correto
Carlos tem 9 anos e diagnóstico de baixa visão por alteração de acuidade, devido a alto grau de miopia. Além disso, refere que precisa de adequações de iluminação, porque tem dificuldades para perceber e detectar a diferença de brilho (luminância) entre duas superfícies adjacentes. Esta dificuldade visual de Carlos, de acordo com Lima (2018) refere-se à função de
Dentre as doenças oculares mais frequentes, Lima (2018) relata que a doença de Stargardt se manifesta dos 10 aos 20 anos de idade, com casos de baixa visão de leve à profunda. Esta doença caracteriza-se por uma perda de
Ao fazer matrícula de Carolina, 6 anos, sua mãe informou à escola que Carolina tem bastante dificuldade para enxergar de perto, principalmente quando usa o caderno, pinta ou desenha, pois aproxima muito seu rosto do papel. A mãe informa, também, que levou Carolina ao oftalmologista, que disse que olho de Carolina é mais curto que o normal e receitou óculos. Com base no histórico acima e em Lima (2018), é possível inferir que Carolina tem
























