Barbosa (2007) discute o surgimento de alterações nas relações entre as culturas escolares, familiares e as culturas de infância. Uma das mudanças fundamentais, conforme a autora, diz respeito ao fato de que, nas sociedades urbanas contemporâneas,
Na perspectiva crítica de Paulo Freire (1996), “a desproblematização do futuro numa compreensão mecanicista da História, de direita ou de esquerda, leva necessariamente à morte ou à negação autoritária do sonho, da utopia, da esperança”. Para o autor, essa desesperança acontece porque, para a inteligência mecanicista,
Goellner (in Louro, Neckel e Goellner, 2003) defende uma concepção específica de corpo, compreendido pela autora como uma construção
Em um texto sobre ecologia, a aluna Juliana, desafiada a explicar um termo que lhe era desconhecido, definiu a palavra “desmatamento” como desmatar, no sentido de tornar vivo novamente. Assim, a aluna interpretou o termo de modo análogo a “despentear” ou “desarrumar”, em vez de compreendê-lo no sentido usual que ele tem relacionado à retirada da mata ou floresta de um local. Na perspectiva defendida por Hoffmann (2018), esse tipo de erro representa
































