Provas para Download

Prova Professor de Arte - Pref. Demerval Lobão/PI
Visualizar os arquivos PDF
Ver professor-de-arte.pdf
PDF
professor-de-arte.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar professor-de-arte.pdf
PDF
professor-de-arte.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar professor-de-arte.pdf
PDF
professor-de-arte.pdf
Compartilhar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 30 Q2221470 Q1 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 04.

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível

Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e -mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida. A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras. Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens. Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa. Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.

Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?

No trecho “...premia volume: e -mails enviados, tickets fechados, horas logadas”, qual é a crítica central dirigida a esse arranjo de produtividade?

Reportar Erro
Questão 2 de 30 Q2221472 Q2 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 04.

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível

Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e -mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida. A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras. Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens. Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa. Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.

Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?

Ao mencionar práticas como “janelas sem notificações”, “recusa de mensagens fora do expediente” e “semana de silêncio”, o texto sugere que os efeitos mais consistentes decorrem principalmente de:

Reportar Erro
Questão 3 de 30 Q2221474 Q3 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 04.

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível

Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e -mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida. A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras. Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens. Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa. Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.

Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?

No quarto parágrafo, quando o autor pergunta “o que ficou melhor para o usuário?”, o alvo retórico é:

Reportar Erro
Questão 4 de 30 Q2221476 Q4 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 04.

Produtividade, atenção e o custo invisível do sempre disponível

Vivemos um tempo em que a presença digital virou sinônimo de compromisso. Responder rápido é prova de profissionalismo; participar de múltiplas reuniões online, sinal de relevância. A cultura do “sempre disponível” combina aplicativos de mensagem, agendas compartilhadas e indicadores de desempenho que premiam volume: e -mails enviados, tickets fechados, horas logadas. O discurso é sedutor: mais conexão, menos fricção, equipes sincronizadas. Mas há um custo invisível nessa disponibilidade permanente: atenção fragmentada, fadiga decisional, trabalho que se estende pelas bordas do dia até se confundir com a vida. A psicologia da atenção ensina que alternar tarefas tem preço. Não é só o tempo de sair de um documento e entrar em outro; é a perda de profundidade, de memória de trabalho e de contexto. Uma mensagem urgente no meio de uma análise longa sobre política pública pode roubar minutos e também qualidade: decisões passam a ser tomadas com base em atalhos, não em argumentos. O corpo acompanha: sono picotado, respiração superficial, posturas tortas para caber em telas. Mesmo hábitos saudáveis, como caminhar, viram intervalos de escuta de áudios acumulados. Nos últimos anos, popularizaram-se práticas de atenção plena, limites digitais e rotinas de foco. Nem todas são mercantilização de bem-estar; muitas nascem do chão de fábrica da vida real. Uma equipe que reserva duas janelas diárias sem notificações; um gestor que recusa mensagens fora do expediente e explica por quê; um projeto que estabelece “semana de silêncio” antes de entregas críticas. Curiosamente, são decisões organizacionais, não apenas individuais, que mostram melhor efeito. Quando a regra é clara e compartilhada, as pessoas podem cobrar e proteger umas às outras. Não se trata de demonizar a conectividade. O problema é transformar exceção em norma. Emergências existem; urgência permanente, não. Empresas que exibem dashboards de produtividade, mas não perguntam “o que ficou melhor para o usuário?” criam feudos de métrica. E governos que digitalizam serviços sem redesenhar processos amplificam filas virtuais. Um indicador simples e raro deveria ganhar mais espaço: tempo ininterrupto para pensar. Sem ele, inovação vira sinônimo de copiar tendências, e o trabalho intelectual, de responder mensagens. Há ganhos concretos quando se escolhe a cadência certa. Projetos com sprints curtos, reuniões realmente necessárias e documentos claros substituem o barulho por clareza.

Times que combinam repertório técnico com saberes do cotidiano conseguem distinguir o que é problema de processo e o que é ansiedade do prazo. E gestores que cuidam do tempo coletivo — cancelando encontros redundantes, protegendo janelas de foco, distribuindo decisões — tendem a colher não só mais entregas, mas entregas melhores.

No limite, a pergunta é ética: que tipo de atenção queremos sustentar como sociedade? Uma atenção sempre ocupada, que confunde velocidade com qualidade, ou uma atenção que entende que pensar leva tempo e que a presença mais valiosa nem sempre é a mais ruidosa?

Assinale a alternativa que melhor traduz a tese final do texto sobre “atenção” na vida pública e no trabalho.

Reportar Erro
Questão 5 de 30 Q2221477 Q5 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas pela regra do hiato com i/u tônicos (i ou u tônicos, sozinhos na sílaba ou seguidos de s, precedidos de vogal).

Reportar Erro
Questão 6 de 30 Q2221479 Q6 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras constituem casos de derivação parassintética stricto sensu (isto é, a retirada de apenas um dos afixos impede a formação de palavra corrente no português atual).

Reportar Erro
Questão 7 de 30 Q2221481 Q7 da prova

Classifique a estrutura do período: “Assim que anoiteceu, os trabalhadores encerraram o expediente e o gerente conferiu os relatórios.”

Reportar Erro
Questão 8 de 30 Q2221483 Q8 da prova

A frase “A coordenação informou aos professores que seus prazos seriam prorrogados” é ambígua quanto ao referente de “seus”. Assinale a reescrita que elimina a ambiguidade e preserva a correção gramatical, sem recorrer à repetição do termo “professores”.

Reportar Erro
Questão 9 de 30 Q2221484 Q9 da prova

Assinale a figura de linguagem presente em: “Li Machado de Assis ontem.”

Reportar Erro
Questão 10 de 30 Q2221486 Q10 da prova

No período “A empresa informou aos candidatos que as entrevistas ocorreriam amanhã.”, a relação sintática correta é:

Reportar Erro
Questão 11 de 30 Q2221488 Q11 da prova

As teorias de Piaget, Vygotsky, Ausubel e Skinner oferecem fundamentos distintos para a compreensão da aprendizagem e do desenvolvimento humano. Assinale a alternativa que apresenta, de forma correta, a relação entre conceitos centrais das teorias clássicas e suas implicações didáticas.

Reportar Erro
Questão 12 de 30 Q2221490 Q12 da prova

As tendências pedagógicas revelando projetos sociais distintos sobre ensino e aprendizagem, representando projetos sociais divergentes. Nesse contexto, assinale a alternativa que expressa corretamente as diferenças fundamentais entre a tendência progressista e a liberal tecnicista.

Reportar Erro
Questão 13 de 30 Q2221491 Q13 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. A professora Ana da turma de 1º ano do Ensino Fundamental realizou uma sondagem inicial que mostrou três perfis de escrita/leitura: oito alunos pré-silábico, doze alunos silábicos e oito alunos alfabético-inicial, e uma demanda de acessibilidade, uma aluna com baixa visão, necessitando fonte ampliada e alto contraste. A coordenação solicitou que a professora elaborasse um plano de aula de acordo com a BNCC. Nesse contexto, a proposta que atende corretamente essa turma, de acordo com a BNCC é:

Reportar Erro
Questão 14 de 30 Q2221493 Q14 da prova

Diversas metodologias de ensino ganharam espaço nas últimas décadas, buscando responder aos desafios contemporâneos da escola. Em relação às metodologias, Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), Sala de Aula Invertida (SAI) e Aprendizagem Colaborativa (AC) e assinale a alternativa CORRETA com os princípios de cada metodologia.

Reportar Erro
Questão 15 de 30 Q2221495 Q15 da prova

As medidas protetivas previstas no ECA (arts. 98 e 101) integram o sistema de garantias de direitos e não se confundem com medidas socioeducativas. Considerando sua natureza e aplicação, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 16 de 30 Q2221497 Q16 da prova

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (2015) representam marcos complementares na consolidação do direito à educação inclusiva. Considerando suas disposições e avanços, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 17 de 30 Q2221498 Q17 da prova

A imagem abaixo apresenta elementos centrais do Programa Escola em Tempo Integral. Considerando as principais metas e diretrizes que institui o programa, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 18 de 30 Q2221500 Q18 da prova

O Parecer CNE/CP nº 3/2004 instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e a BNCC do Ensino Fundamental reforça essa orientação. Considerando esse marco normativo e as metodologias de ensino no Ensino Fundamental, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 19 de 30 Q2221502 Q19 da prova

Na BNCC e em documentos orientadores da educação básica, a avaliação está vinculada à promoção da aprendizagem, à inclusão e à equidade. Considerando as implicações pedagógicas e a aplicabilidade dos instrumentos avaliativos, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 20 de 30 Q2221504 Q20 da prova

A LDB, Lei nº 9.394/1996, atualizada, ao tratar do currículo da educação básica, prevê a articulação entre uma base nacional comum e uma parte diversificada (art. 26), princípio reafirmado pela CF/88 e operacionalizado pela BNCC. Considerando esse arcabouço legal e sua aplicação ao Ensino Fundamental, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 21 de 30 Q2221505 Q21 da prova

Observe a imagem abaixo. O gráfico acima apresenta uma síntese dos principais marcos do ensino de Arte no Brasil, evidenciando diferentes concepções pedagógicas. Considerando a historicidade da Arte, é CORRETO afirmar que:

Reportar Erro
Questão 22 de 30 Q2221507 Q22 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Em uma rede municipal de ensino, professores de Arte debatem a implementação do currículo alinhado à BNCC. Enquanto alguns defendem centrar-se na experimentação prática dos alunos, outros sugerem dar maior peso à apreciação de obra de arte. Diante desse cenário, e considerando as abordagens contemporâneas do ensino de Arte previstas na BNCC, a prática docente CORRETA é:

Reportar Erro
Questão 23 de 30 Q2221509 Q23 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Uma rede municipal de ensino pretende implementar um projeto interdisciplinar com foco na unidade temática de Arte “Diversidade cultural e identidade”, prevista na BNCC. Nesse contexto, e considerando a BNCC, assinale a alternativa que apresenta uma prática interdisciplinar efetiva.

Reportar Erro
Questão 24 de 30 Q2221511 Q24 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Em uma escola de Ensino Fundamental, a equipe gestora propõe alinhar o componente de Arte às orientações dos PCNs. Considerando os princípios dos PCNs, assinale a alternativa CORRETA.

Reportar Erro
Questão 25 de 30 Q2221512 Q25 da prova

Observe a imagem abaixo. O gráfico mostra dados hipotéticos sobre o acesso da população brasileira a bens culturais ao menos uma vez por ano. Com base nesses dados e nas orientações da BNCC, o encaminhamento pedagógico mais consistente é:

Reportar Erro
Questão 26 de 30 Q2221514 Q26 da prova

A abordagem triangular, proposta por Ana Mae Barbosa, consolidou-se como um marco no ensino de Arte no Brasil. No entanto, diferentes autores apontam limites quando essa perspectiva é mal compreendida ou aplicada de forma reducionista. Nesse contexto, a abordagem triangular:

Reportar Erro
Questão 27 de 30 Q2221516 Q27 da prova

Observe a imagem abaixo. A obra visual apresentada retrata figuras humanas em cores contrastantes, sobrepostas a símbolos indígenas e urbanos, tendo ao fundo elementos gráficos que lembram muros pichados e grafites. Essa obra evidencia tensões entre tradição e modernidade, evocando questões de identidade, diversidade cultural e direito à cidadania. Analise as proposições abaixo, à luz da BNCC e das abordagens contemporâneas do ensino das Artes Visuais: I. A justaposição entre símbolos indígenas e urbanos pode ser explorada para discutir identidades múltiplas e processos de resistência cultural, articulando produções autorais dos alunos a esses contrastes. II. A experiência estética proporcionada pela obra restringe-se ao impacto visual das cores, sem necessidade de análise de contextos socioculturais, como se comprometesse a fruição espontânea. III. A mediação pedagógica deve integrar estesia, expressão e fruição crítica, propondo que os alunos criem trabalhos autorais que dialoguem com a diversidade de linguagens e sentidos presentes na obra. IV. A presença de elementos de grafite pode ser problematizada como linguagem urbana legítima, ampliando o repertório cultural dos estudantes e ressignificando práticas frequentemente marginalizadas. Está CORRETO o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 28 de 30 Q2221518 Q28 da prova

Analise as proposições a seguir, considerando a BNCC no ensino de Teatro e Dança: I. A prática teatral, quando restrita a ensaios para apresentações comemorativas, pode configurar contato estético limitado, pois promove visibilidade escolar, mas tende a reduzir o espaço para mediações críticas mais aprofundadas do professor. II. A dança, trabalhada a partir de repertórios diversos, populares, urbanos e clássicos, permite ao estudante reconhecer identidades múltiplas e refletir sobre corporeidade, sociedade e cultura. III. A mediação pedagógica deve articular a leitura crítica de obras cênicas e coreográficas com produções autorais, ampliando repertório cultural e garantindo fruição estética significativa. IV. A improvisação em teatro e dança não deveria ser priorizada no espaço escolar, já que a ausência de roteiro definido compromete a disciplina em sala e não contribui para interpretações significativas de mundo. Está CORRETO o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 29 de 30 Q2221519 Q29 da prova

No contexto da BNCC, que reconhece as novas mídias como campos legítimos de produção e fruição cultural, professores de Arte discutem possibilidades de integrar tecnologias digitais ao currículo. Nesse contexto, o encaminhamento pedagógico CORRETO é:

Reportar Erro
Questão 30 de 30 Q2221521 Q30 da prova

Com base na análise comparativa das duas imagens e nas características desses movimentos, o encaminhamento metodológico que garante uma abordagem formativa é:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota