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Prova Professor de Apoio - Pref. Monte Belo/MG
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Questão 1 de 18 Q2023987 Q1 da prova

“Como e quando aprender?”; “O que o aluno deve aprender”; “Que formas de organização do ensino são mais eficientes para o processo de aprendizagem?”; “Como e quando avaliar o aluno?”. As respostas à essas questões permitem planejar atividades que contemplem a flexibilização, acomodação e o trabalho participativo favorecendo a inclusão do aluno com deficiência na sala de aula comum. Estas características devem estar presentes:

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Questão 2 de 18 Q2023989 Q2 da prova

Uma das possibilidades que visam promover um espaço inclusivo nas escolas está centrada no ensino colaborativo. A colaboração na escola pode ocorrer para a realização de diversas ações em parcerias. Dentre elas é possível apontar a elaboração do Plano de Ensino Individualizado, a qual deve contar com a participação:

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Questão 3 de 18 Q2023991 Q3 da prova

Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) o currículo da educação infantil deve assegurar seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, para que as crianças tenham condições de aprender e se desenvolver. Julgue os itens a seguir e assinale a alternativa INCORRETA em relação aos direitos de aprendizagem.

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Questão 4 de 18 Q2023993 Q4 da prova

As práticas pedagógicas inclusivas desenvolvidas nas classes comuns devem ter como princípios para sua elaboração:

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Questão 5 de 18 Q2023994 Q5 da prova

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assegura o direito à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivência familiar e comunitária, para um bom desenvolvimento em sociedade. Essa legislação dispõe sobre o conjunto de normas que traz a doutrina da proteção integral dos direitos da criança, colocando a criança e o adolescente como sujeitos de:

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Questão 6 de 18 Q2023996 Q6 da prova

Ao planejar uma prática pedagógica que propicie ao aluno com deficiência oportunidades para o desenvolvimento de suas potencialidades visando cada vez mais sua inserção em sala de aula inclusiva, é preciso que o professor especializado tenha clareza:

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Questão 7 de 18 Q2023998 Q7 da prova

O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal. O direito de toda criança à educação foi proclamado na Declaração de Direitos Humanos e ratificado na Declaração Mundial de Educação para Todos (1990) que, juntamente com a Declaração de Salamanca (1994), passam a influenciar a formulação das políticas públicas da educação inclusiva. Tendo como suporte o texto acima, analise as afirmativas a seguir e assinale a que apresenta corretamente as ideias presentes no texto.

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Questão 8 de 18 Q2023999 Q8 da prova

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece cinco Campos de Experiência para a Educação Infantil, que indicam quais são as experiências fundamentais para que a criança aprenda e se desenvolva. Os Campos enfatizam noções, habilidades, atitudes, valores e afetos que as crianças devem desenvolver de 0 a 5 anos e buscam garantir os direitos de aprendizagem dos bebês, crianças bem pequenas e crianças pequenas. Assinale a alternativa CORRETA em relação ao campo que coloca ênfase nas experiências das crianças em situações de brincadeiras, nas quais exploram o espaço com o corpo e as diferentes formas de movimentos, levando-as a construir referenciais que as orientem em relação a aproximar-se ou distanciar-se de determinados pontos. O Campo também valoriza as brincadeiras de faz de conta, nas quais as crianças podem representar o cotidiano ou o mundo da fantasia, interagindo com as narrativas literárias ou teatrais.

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Questão 9 de 18 Q2024001 Q9 da prova

A perspectiva da educação inclusiva traz como premissa a prevalência de um único sistema educativo para todos, ou seja, a inclusão de

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Questão 10 de 18 Q2024003 Q10 da prova

Regina é uma aluna de 13 anos, com Síndrome de Down, matriculada há pouco mais de três anos no ensino regular, na segunda série do Ensino Fundamental I. O fato de Regina não estar alfabetizada preocupa sua professora, que sugere à

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Questão 11 de 18 Q2024005 Q11 da prova

A escola inclusiva baseia-se na defesa de princípios e valores éticos, nos ideais de cidadania, justiça e igualdade para todos. Para que se torne realidade, a escola precisa responder às necessidades dos alunos. Nesse sentido, é fundamental

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Questão 12 de 18 Q2024006 Q12 da prova

Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a constituir a proposta pedagógica da escola, tendo seu público alvo definido. Nos casos que implicam em transtornos funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o ensino comum, orientando para o atendimento às necessidades educacionais especiais desses alunos. Pode-se dizer que, dentre os transtornos funcionais específicos, estão:

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Questão 13 de 18 Q2024008 Q13 da prova
Considere o texto abaixo para responder as questões de nº 13, 14 e 15.

Texto: Vista cansada

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Otto Lara Resende
Texto publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992.

Em relação ao título do texto “Vista cansada” podemos afirmar que a alternativa que apresenta CORRETA relação entre o título e com o seu todo é:

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Questão 14 de 18 Q2024009 Q14 da prova
Considere o texto abaixo para responder as questões de nº 13, 14 e 15.

Texto: Vista cansada

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Otto Lara Resende
Texto publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992.

Marque a alternativa que apresenta o antônimo da palavra deprimente:

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Questão 15 de 18 Q2024011 Q15 da prova
Considere o texto abaixo para responder as questões de nº 13, 14 e 15.

Texto: Vista cansada

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Otto Lara Resende
Texto publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, edição de 23 de fevereiro de 1992.

A palavra descortesia, expressa no fragmento indica:

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Questão 16 de 18 Q2024013 Q16 da prova
Observe o trecho extraído do texto para responder as questões de 16 e 17.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Marque com um X a alternativa que traz o sinônimo da palavra banalizar:

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Questão 17 de 18 Q2024015 Q17 da prova
Observe o trecho extraído do texto para responder as questões de 16 e 17.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Ao destacarmos os termos “morre comigo” podemos classificar tais palavras respectivamente como:

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Questão 18 de 18 Q2024017 Q18 da prova

A EMEF Euclides da Cunha atende estudantes com deficiência visual (DV), em fevereiro, a direção da escola conseguiu encaminhar 42 estudantes para exames visuais minuciosos em um Hospital em São Paulo, o que representa 30% dos alunos da escola. Pode-se afirmar que o número de alunos dessa Escola que não possuem deficiência visual é de:

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