Provas para Download

Prova Professor AEE - Pref. Regeneração-PI
Visualizar os arquivos PDF
Ver professor-aee.pdf
PDF
professor-aee.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar professor-aee.pdf
PDF
professor-aee.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 26 Q2128756 Q1 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa

Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.
Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.
O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.
A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias.
Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.
Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado.

Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.

Reportar Erro
Questão 2 de 26 Q2128758 Q2 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa

Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.
Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.
O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.
A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias.
Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.
Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado.

Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto.

Reportar Erro
Questão 3 de 26 Q2128760 Q3 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa

Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.
Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.
O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.
A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias.
Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.
Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado.

Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.

Reportar Erro
Questão 4 de 26 Q2128762 Q4 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa

Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.
Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.
O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.
A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias.
Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.
Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado.

No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:

Reportar Erro
Questão 5 de 26 Q2128764 Q5 da prova
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa

Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.
Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.
O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.
A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias.
Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.
Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado.

Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente:

Reportar Erro
Questão 6 de 26 Q2128770 Q9 da prova

Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada à norma-padrão.

Reportar Erro
Questão 7 de 26 Q2128773 Q11 da prova

Com base na LDB nº 9.394/1996 e nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais (Res. CNE/CEB nº 4/2010), é CORRETO afirmar que a (o):

Reportar Erro
Questão 8 de 26 Q2128776 Q12 da prova

Leia o fragmento de texto abaixo. Durante o conselho de classe, a equipe pedagógica discute a situação de Marcos, estudante de 12 anos, que apresenta dificuldades de aprendizagem e comportamento agitado. Alguns professores defendem que a escola concentre esforços apenas em garantir a aprovação, já que o desenvolvimento emocional e social seria responsabilidade da família. Nesse contexto, e considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente, o encaminhamento CORRETO é:

Reportar Erro
Questão 9 de 26 Q2128777 Q13 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Em uma escola municipal, a equipe docente organizou um projeto interdisciplinar sobre a mobilidade urbana do bairro onde vivem. Os alunos mapearam pontos de risco no trajeto casa-escola, coletaram relatos da comunidade, estudaram dados sobre transporte público e propuseram alternativas de melhoria para a prefeitura. A avaliação proposta pela professora Beatriz considerou tanto a qualidade das propostas quanto a capacidade dos alunos de relacionar conhecimentos de diferentes áreas do currículo ao problema investigado. Nesse contexto, podemos afirmar que a tendência pedagógica que fundamenta a prática da professora Beatriz é:

Reportar Erro
Questão 10 de 26 Q2128779 Q14 da prova

A divulgação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana trouxe aos profissionais de história, professores e pesquisadores, novos desafios. Nesse contexto, o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na escola deve:

Reportar Erro
Questão 11 de 26 Q2128781 Q15 da prova

O Programa Escola em Tempo Integral, instituído pela Lei nº 14.640/2023, tem como finalidade ampliar a jornada escolar diária com foco em:

Reportar Erro
Questão 12 de 26 Q2128783 Q16 da prova

A Lei nº 14.640/2023, que institui o Programa Escola em Tempo Integral, se articula com a Lei nº 13.415/2017, que reformulou o Ensino Médio, ao:

Reportar Erro
Questão 13 de 26 Q2128785 Q17 da prova

Analise as afirmativas abaixo sobre a BNCC no Ensino Fundamental. I. Organiza as aprendizagens em áreas do conhecimento, articulando competências gerais com habilidades específicas de cada componente curricular. II. Define a etapa a partir de conteúdos disciplinares formalizados, antecipando o ensino sistemático de leitura, escrita e cálculo para preparar o ingresso no Ensino Fundamental. III. Determina que o Ensino Fundamental concentre a formação apenas nos componentes de Língua Portuguesa e Matemática, reduzindo a obrigatoriedade das demais áreas para evitar fragmentação. IV. Estabelece que a Educação Infantil seja regida por metas de rendimento acadêmico, priorizando aferições quantitativas de desempenho em cada faixa etária. V. Orienta que as habilidades específicas de cada área de conhecimento se articulem com contextos reais da vida do estudante, promovendo sentido social ao aprendizado. Está CORRETO o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 14 de 26 Q2128788 Q18 da prova

Analise as afirmativas abaixo sobre o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas. ( ) É um instrumento político porque expressa escolhas coletivas e compromisso social da escola, e pedagógico porque organiza o processo de ensino-aprendizagem em consonância com esses princípios. ( ) É um instrumento pedagógico que considera apenas metas curriculares estabelecidas externamente, limitando a autonomia escolar prevista na LDB restringe-se à execução de diretrizes externas. ( ) É a identidade da instituição escolar, sendo construído a partir da participação da comunidade, mas sua legitimidade decorre do diálogo permanente com os sistemas de ensino. ( ) É o registro administrativo de dados da escola em relação a infraestrutura, o número de aluno e os recursos não se configurando como eixo norteador do trabalho pedagógico. ( ) É um processo dinâmico que se reconstrói na prática cotidiana, não podendo ser tratado como documento burocrático de validade meramente formal. A sequência CORRETA de cima para baixo é:

Reportar Erro
Questão 15 de 26 Q2128789 Q19 da prova

A concepção de interdisciplinaridade e transversalidade no currículo escolar, contemplam a:

Reportar Erro
Questão 16 de 26 Q2128791 Q20 da prova

Leia a charge abaixo. A charge acima remete a um princípio fundamental do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Esse princípio é a (o):

Reportar Erro
Questão 17 de 26 Q2128793 Q21 da prova

O Atendimento Educacional Especializado em articulação com o Plano Educacional Individualizado contempla a:

Reportar Erro
Questão 18 de 26 Q2128795 Q22 da prova

Para o cumprimento de direitos educacionais previstos na LDB, LBI e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é necessário:

Reportar Erro
Questão 19 de 26 Q2128797 Q23 da prova

A Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), em conformidade com a legislação vigente, funciona como uma unidade pedagógica:

Reportar Erro
Questão 20 de 26 Q2128799 Q24 da prova

No Atendimento Educacional Especializado (AEE), o planejamento pedagógico deve considerar diferentes teorias do desenvolvimento humano para favorecer a aprendizagem e a participação. Assinale a alternativa que apresenta uma prática CORRETA baseada nas teorias.

Reportar Erro
Questão 21 de 26 Q2128802 Q25 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Durante uma atividade de produção de texto, a professora regente percebe que Pedro, estudante do 4º ano e público-alvo do AEE, apresenta escrita com omissões de letras, inversões frequentes, dificuldades para organizar ideias e insegurança diante das tarefas. Em paralelo, João, também acompanhado no AEE, apresenta dificuldades significativas na atenção e na autorregulação durante atividades coletivas, interrompendo colegas e mudando de foco constantemente. Nesse contexto, e com base nas práticas pedagógicas do AEE, a intervenção CORRETA é:

Reportar Erro
Questão 22 de 26 Q2128804 Q26 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Ana é uma estudante não verbal, público-alvo do AEE, que utiliza um dispositivo de CAA com pranchas de símbolos gráficos. Durante as rodas de leitura, a professora percebe que a estudante mostra interesse, mas sua participação é limitada porque os colegas não sabem como interagir com o recurso e frequentemente falam por ela. Nesse contexto, para apoiar a inclusão de Ana, a intervenção CORRETA alinhada às diretrizes do AEE é:

Reportar Erro
Questão 23 de 26 Q2128805 Q27 da prova

Analise as afirmativas abaixo sobre o papel das Tecnologias Assistivas no Atendimento Educacional Especializado e sua articulação com o currículo. I. As Tecnologias Assistivas, ao serem incorporadas às práticas pedagógicas, favorecem não apenas a compensação de limitações funcionais, mas sobretudo a ampliação da autonomia e da aprendizagem. II. A utilização das Tecnologias Assistivas deve acontecer em ambientes específicos, como a Sala de Recursos Multifuncionais, uma vez que o uso contínuo em sala comum pode reduzir a dinâmica coletiva. III. Tecnologias Assistivas compreendem tanto recursos sofisticados de alta tecnologia quanto adaptações de baixo custo e soluções criativas, desde que planejadas de forma integrada ao currículo e ao PEI. IV. A aplicação das Tecnologias Assistivas é mais efetiva quando circunscrita a situações avaliativas ou momentos pontuais, pois assim assegura condições de equidade sem alterar o percurso curricular coletivo. V. O uso pedagógico das Tecnologias Assistivas deve estar articulado às estratégias de ensino e não ser tratado como recurso paralelo, para evitar reforçar processos de exclusão escolar. Está CORRETO o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 24 de 26 Q2128808 Q28 da prova

De acordo com as diretrizes do AEE e os princípios da educação inclusiva, os cuidados de higiene, alimentação e locomoção de estudantes com deficiência devem:

Reportar Erro
Questão 25 de 26 Q2128810 Q29 da prova

Analise as afirmativas a seguir, considerando o papel do cuidador escolar e os princípios éticos que orientam sua atuação: I. O cuidador deve contribuir para um ambiente acolhedor, valorizando a singularidade de cada estudante, sem confundir sua função de apoio com a de condução pedagógica, que é de responsabilidade do professor. II. A confidencialidade sobre informações pessoais e familiares do estudante pode ser compartilhada apenas com a equipe escolar envolvida. III. A postura profissional diante de situações delicadas implica discrição, empatia e respeito à privacidade, evitando comentários em espaços informais que possam expor estudantes ou suas famílias. IV. O papel do cuidador restringe-se a garantir apoio físico nas atividades de locomoção, higiene e alimentação, sendo desnecessário participar da construção de um ambiente relacional de acolhimento na escola. Está CORRETO o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 26 de 26 Q2128812 Q30 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Durante uma reunião de professores, o cuidador de uma estudante com deficiência é questionado, em tom informal, sobre situações delicadas da vida familiar da aluna. Alguns colegas insistem para que ele compartilhe informações “para entender melhor o contexto”. Ao mesmo tempo, a família havia confiado ao cuidador relatos pessoais pedindo discrição. Diante dessa situação, a conduta CORRETA do cuidador é:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota