De acordo com a Proposta Curricular de Santa Catarina (2014), as propostas pedagógicas das escolas, organizadas na perspectiva da Educação Integral, devem considerar a possibilidade concreta de ultrapassar as fronteiras do conhecimento e dos saberes. Assim, tomando-se por base essa concepção, é importante que as redes de ensino pautem seus projetos em alguns arranjos/movimentos curriculares mais integradores, tais como: I. Promoção do diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento, sem deixar de considerar as especificidades das áreas e dos componentes curriculares. II. Escolhas teórico-metodológicas, de conhecimentos e de experiências significativas para compor o percurso formativo e que mobilizem os sujeitos para a aprendizagem. III. Reconhecimento da diversidade de identidades e de saberes como condição político-pedagógica para o desenvolvimento da Educação Básica. IV. Atenuação de espaços de autonomia intelectual e política dos sujeitos envolvidos nos percursos formativos. V. Democratização da gestão dos processos educativos pela valorização e fragilização do trabalho coletivo.
O Projeto Político Pedagógico vai além de um simples agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. O projeto não é algo que é construído e em seguida arquivado ou encaminhado às autoridades educacionais como prova de cumprimento das tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo educativo da escola. Sobre o Projeto Político Pedagógico é correto afirmar: I. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. II. O Projeto Político Pedagógico deve ser um processo esporádico de reflexão e discussão. III. O Projeto Político Pedagógico é político por estar intimamente articulado aos interesses individuais da gestão e dos demais envolvidos com o processo educativo.
































