O artigo a seguir serve de base para as questões 7, 8 e 9:
Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?
O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais
Por Bruno Vaiano
Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45
Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
O TEXTO I a seguir serve de base para as questões 16 a 18.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Considerando os resultados apresentados no gráfico do Texto I, oriundos da PNAD Educação 2023, marque a alternativa CORRETA.
De acordo com Pereira (2005, p. 91), “os desafios no processo de avaliação ainda convergem para a centralidade da concepção classificatória, apesar dos discursos dos professores simularem, muitas vezes, tendências inovadoras.” e segundo Luckesi (2013), esses professores têm diversas possibilidades de utilização dos resultados da aferição do aproveitamento escolar, tais como:
As possibilidades de utilização dos resultados das avaliações que estão fortemente centradas na concepção classificatória são aquelas descritas apenas nas afirmativas:
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023, nove milhões de jovens de 14 a 29 anos de idade não completaram o Ensino Médio no Brasil. O gráfico a seguir mostra o percentual dessas pessoas, que integram esta estatística por motivo do abandono escolar ou ainda por nunca ter frequentado a escola.
Com base nos dados apresentado no gráfico anterior, assinale a alternativa CORRETA.
“...gamificação pressupõe a utilização de elementos tradicionalmente encontrados nos games, como narrativa, sistema de feedback, sistema de recompensas, conflito, cooperação, competição, objetivos e regras claras, níveis, tentativa e erro, diversão, interação, interatividade, entre outros, em outras atividades que não são diretamente associadas aos games, com a finalidade de tentar obter o mesmo grau de envolvimento e motivação...” (Fardo, 2013)
Com base no texto acima, quais das atividades a seguir podem ser consideradas exemplos de gamificação capazes de promover aprendizagem e o desenvolvimento?
No art. 67 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, quanto à promoção dos profissionais da educação, quais dos seguintes itens asseguram a carreira do magistério público?
“Vitória: Em ortografia, Estela, muitas crianças chegaram ao fim do ano passado ainda errando na nasalização de vogais, acho que você vai precisar voltar a isso. Esta meta teria de ser vencida no 1° ano, mas não consegui.
Estela: Tem acontecido muito isso, Vitória. Acho que nós devíamos conferir com as outras professoras, pode ser que a gente precise colocar essa habilidade também no 2º ano.
Vitória: Eu acho mesmo que seria melhor termos dois anos para que as crianças aprendam a nasalizar. Acho que um ano é pouco para isso, até no 3º ano algumas crianças ainda trocam M por N ou ário, na nasalização, ou simplesmente não nasalizam a vogal. Estela: Isso é mesmo difícil pra criança, acho que é por causa das diferentes formas de nasalizar a vogal, e algumas têm dificuldade de diferenciar fonologicamente vogal nasal de vogal oral. Aqui no quadro das metas (consulta o quadro), isto está mesmo só no 1º ano; no 2º a meta já é que as crianças escrevam corretamente palavras com vogal nasal, mas, como você está dizendo, as crianças não assimilam as formas de nasalizar no 1º ano. Seria melhor mesmo colocar isso em dois anos, no 1º e no 2º ano. Vamos propor essa mudança na próxima revisão das metas?” (Soares, 2020)
A conversa entre as professoras é um exemplo de que:
Dentre as teorias psicológicas da aprendizagem é possível compreender dois enfoques com suas diferentes correntes. O primeiro enfoque concebe a aprendizagem como um processo cego e mecânico de associação de estímulos e respostas provocado e determinado pelas condições externas, ignorando a intervenção mediadora de variáveis referentes à estrutura interna. O segundo enfoque, ao contrário, considera que em toda aprendizagem intervém, de forma mais ou menos decisiva, as peculiaridades da estrutura interna, como um processo de conhecimento, de compreensão de relações, em que as condições externas atuam mediadas pelas condições internas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as teorias relacionadas aos enfoques descritos no texto acima.
De maneira inteligente, a internet de hoje, que é mais portátil e com mais mobilidade, tem muitas interconexões de dados entre o mundo real e o mundo virtual, tudo isso favorecendo a organização dos dados, o acesso e a partilha de informação. Essa geração da internet, baseada em um ambiente digital descentralizado e super conectado, tem no campo educacional a colaboração e a interatividade.
O texto acima trata das possibilidades pedagógicas na:
Um aluno, por exemplo, que no primeiro bimestre letivo obtenha nota 10 em Matemática, no conteúdo de adição; no segundo bimestre, nota 10, no conteúdo de subtração; no terceiro, nota 4, no conteúdo de multiplicação; e no quarto, zero, no conteúdo de divisão, terá como média nota 6. A nota 6 engana quem a lê. Pode levar a crer que o educando chegou a um limiar de aprendizagem mínimo necessário nas quatro operações matemáticas com números inteiros, cujo mínimo era 5. Todavia, na verdade, ele só obteve aproveitamento satisfatório em adição e subtração; em multiplicação foi sofrível e em divisão, nulo. Esse aluno estaria carente de conhecimentos relativos à multiplicação e à divisão; no entanto, pela média, seria aprovado como se não tivesse essa carência.
O exemplo acima configura-se como o seguinte tipo de avaliação:
Em conformidade com as orientações da Base Nacional Comum Curricular, a transição entre a etapa da Educação Infantil para o Ensino Fundamental requer muita atenção, para que haja equilíbrio entre as mudanças introduzidas, garantindo integração e continuidade dos processos de aprendizagens das crianças, respeitando suas singularidades e as diferentes relações que elas estabelecem com os conhecimentos, assim como a natureza das mediações de cada etapa.
A partir do texto acima, analise as afirmativas a seguir.