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Prova Pedagogo III - SEMAS - Pref. Nova Iguaçu/RJ
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Questão 1 de 15 Q1263857 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Peço uma saudade
Nos meus tempos de menina, aquele trecho de praia, em Fortaleza, só tinha uma ou outra casa de veraneio, palhoças de pescado -res e, de noite, as esquadrilhas de jangadas dormindo na areia, ao luar. Depois abriram ruas, plantaram calçamento e começaram a levantar bangalôs; logo um ou dois ricaços farejaram o bairro futuroso, o dinheiro do inquilino e correram a construir umas vilas com casinholas de aluguel ― a princípio destinadas só a quem queria “passar tempo na praia” e logo tornadas residências permanentes, com o crescimento da cidade. Aos poucos, a Fortaleza antiquada, que até então para o mar só dava os seus despejos e os seus fundos de quintal, resolveu ter um bairro balneário, e foi se interessando pela velha praia do Peixe. Mas interesse de burguês senhorio de casas é antes para o mal que para o bem. Burguês é como galinha: onde anda arranca o verde e deixa o sujo. Assim eles: derrubaram o coqueiral, fizeram monturo nas dunas tão brancas, destruíram os cajueiros que brotavam miraculosamente na areia salgada. Foram amontoando pardieiros, sobradinhos, vilinhas, casas de pensão e bodegas, abrindo ruelas e becos, alugando, alugando, ganhando dinheiro. Passados tempos o lugar antigo, tão lindo antes, virou um horror. As casas se apertavam, se acumulavam, se entortavam, desiguais e pretensiosas, brigando por espaço como se o mundo não fosse tão grande, e a alva faixa de areia não se estendesse no Atlântico até quase o Polo Sul. E assim mesmo achavam que o local estava chique, e resolveram lhe mudar o nome pois isso de praia do Peixe, além de vulgar, era feio. Feio era o nome, imaginem. Abriram um concurso; teve quem propusesse Riviera, Palm-Beach e Biarritz. Mas por sorte ganhou o concurso minha querida amiga Dona Adília de Morais (que agora, se tem mesmo anjo no céu, foi morar com eles); lembrara-se da índia cujo nome é sozinho um poema e com ele batizou a praia. Assim o bairro novo Praia de Iracema se chamou; mas muito mal merecido. Tanto a índia como a madrinha estavam muito acima daquela feiura. Contudo, por sugestão do nome, ou simples força de crescimento, a Praia de Iracema depressa foi melhorando. Cresceu para os lados de Mucuripe, ganhou uma avenida, espaçaram-se as construções; e embora as casas dos ricos se fossem postar atrevidamente no meio da areia que deveria ser só dos banhistas, e atravancavam a vista como se o mar fosse deles ― sempre era muito melhor do que aquela promiscuidade de cabeça de turco que reinava na parte primitiva. Nessa parte primitiva, contemporâneo dos pioneiros, estava o restaurante do Ramon. Era célebre por suas peixadas, feitas com cavala perna-de-moça. E mais célebre pela sopa de cabeça de peixe, que se tornou uma instituição da cidade. Ocupava o restaurante uma antiga casa de veranista, bem a cavaleiro do mar, trepada numa muralha de pedra que as ondas na maré cheia lambiam como um arrecife. As atrizes famosas, os poetas, os pianistas e os próceres políticos de passagem na cidade iam infalivelmente provar da sopa do Ramon. Quando a gente queria comemorar um aniversário, celebrar um encontro entre amigos, onde iria? Jamais além do Ramon. Debalde faziam restaurantes novos no Passeio Público, boates em Pirapora, bares no último andar no Excelsior. Só o que servia era a varanda singela do Ramon, onde se a gente quisesse podia até cuspir os caroços de azeitonas nas ondas do mar salgado. Veio agora telegrama nos jornais contando que a Praia de Iracema, qual Atlântida cearense, desaparece ante a fúria das águas. Casas de rico e casas de pobre, feias e bonitas sem distinção, calçamento e trilhos de bonde, tudo o mar devora; até parece que enganou de margem e pensa que está em terra de flamengo. Não quis saber de amigos, não pensou em compadres nem comadres ― acabou levando também o restaurante do Ramon com suas mesinhas na varanda, sua muralha de pedra e a celebérrima cozinha onde se apurava, misteriosa, a sopa de cabeça de peixe. Ramon poderia ter aberto outro restaurante, ter alugado o roof de um arranha-céu (que em Fortaleza já tem disso) e aproveitar sem dó a publicidade que lhe proporcionara o desastre. Mas Ramon era um artista, um homem de coração. Curvou-se ante os deuses, como um herói de Homero; tal como a sua varanda de pedra, não resistiu ao embate e matou-se. Outra praia há de nascer e outras casas se hão de erguer na nova praia; novas morenas substituirão na areia as antigas ― novas morenas e novas ruas, novos prédios, nova vida. Esquecido será Ramon, que morreu por culpa do mar, como um marinheiro que se afoga junto com o seu navio. Mas antes que isso aconteça, à cidade que o amava e que ele amava, peço uma saudade para Ramon.

Ao desenvolver sua crônica, Rachel de Queiroz propõe a abordagem de mais de uma temática. Dentre os temas tratados ao longo de toda a estrutura textual, podem-se identificar, EXCETO o(a):

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Questão 2 de 15 Q1263858 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Peço uma saudade
Nos meus tempos de menina, aquele trecho de praia, em Fortaleza, só tinha uma ou outra casa de veraneio, palhoças de pescado -res e, de noite, as esquadrilhas de jangadas dormindo na areia, ao luar. Depois abriram ruas, plantaram calçamento e começaram a levantar bangalôs; logo um ou dois ricaços farejaram o bairro futuroso, o dinheiro do inquilino e correram a construir umas vilas com casinholas de aluguel ― a princípio destinadas só a quem queria “passar tempo na praia” e logo tornadas residências permanentes, com o crescimento da cidade. Aos poucos, a Fortaleza antiquada, que até então para o mar só dava os seus despejos e os seus fundos de quintal, resolveu ter um bairro balneário, e foi se interessando pela velha praia do Peixe. Mas interesse de burguês senhorio de casas é antes para o mal que para o bem. Burguês é como galinha: onde anda arranca o verde e deixa o sujo. Assim eles: derrubaram o coqueiral, fizeram monturo nas dunas tão brancas, destruíram os cajueiros que brotavam miraculosamente na areia salgada. Foram amontoando pardieiros, sobradinhos, vilinhas, casas de pensão e bodegas, abrindo ruelas e becos, alugando, alugando, ganhando dinheiro. Passados tempos o lugar antigo, tão lindo antes, virou um horror. As casas se apertavam, se acumulavam, se entortavam, desiguais e pretensiosas, brigando por espaço como se o mundo não fosse tão grande, e a alva faixa de areia não se estendesse no Atlântico até quase o Polo Sul. E assim mesmo achavam que o local estava chique, e resolveram lhe mudar o nome pois isso de praia do Peixe, além de vulgar, era feio. Feio era o nome, imaginem. Abriram um concurso; teve quem propusesse Riviera, Palm-Beach e Biarritz. Mas por sorte ganhou o concurso minha querida amiga Dona Adília de Morais (que agora, se tem mesmo anjo no céu, foi morar com eles); lembrara-se da índia cujo nome é sozinho um poema e com ele batizou a praia. Assim o bairro novo Praia de Iracema se chamou; mas muito mal merecido. Tanto a índia como a madrinha estavam muito acima daquela feiura. Contudo, por sugestão do nome, ou simples força de crescimento, a Praia de Iracema depressa foi melhorando. Cresceu para os lados de Mucuripe, ganhou uma avenida, espaçaram-se as construções; e embora as casas dos ricos se fossem postar atrevidamente no meio da areia que deveria ser só dos banhistas, e atravancavam a vista como se o mar fosse deles ― sempre era muito melhor do que aquela promiscuidade de cabeça de turco que reinava na parte primitiva. Nessa parte primitiva, contemporâneo dos pioneiros, estava o restaurante do Ramon. Era célebre por suas peixadas, feitas com cavala perna-de-moça. E mais célebre pela sopa de cabeça de peixe, que se tornou uma instituição da cidade. Ocupava o restaurante uma antiga casa de veranista, bem a cavaleiro do mar, trepada numa muralha de pedra que as ondas na maré cheia lambiam como um arrecife. As atrizes famosas, os poetas, os pianistas e os próceres políticos de passagem na cidade iam infalivelmente provar da sopa do Ramon. Quando a gente queria comemorar um aniversário, celebrar um encontro entre amigos, onde iria? Jamais além do Ramon. Debalde faziam restaurantes novos no Passeio Público, boates em Pirapora, bares no último andar no Excelsior. Só o que servia era a varanda singela do Ramon, onde se a gente quisesse podia até cuspir os caroços de azeitonas nas ondas do mar salgado. Veio agora telegrama nos jornais contando que a Praia de Iracema, qual Atlântida cearense, desaparece ante a fúria das águas. Casas de rico e casas de pobre, feias e bonitas sem distinção, calçamento e trilhos de bonde, tudo o mar devora; até parece que enganou de margem e pensa que está em terra de flamengo. Não quis saber de amigos, não pensou em compadres nem comadres ― acabou levando também o restaurante do Ramon com suas mesinhas na varanda, sua muralha de pedra e a celebérrima cozinha onde se apurava, misteriosa, a sopa de cabeça de peixe. Ramon poderia ter aberto outro restaurante, ter alugado o roof de um arranha-céu (que em Fortaleza já tem disso) e aproveitar sem dó a publicidade que lhe proporcionara o desastre. Mas Ramon era um artista, um homem de coração. Curvou-se ante os deuses, como um herói de Homero; tal como a sua varanda de pedra, não resistiu ao embate e matou-se. Outra praia há de nascer e outras casas se hão de erguer na nova praia; novas morenas substituirão na areia as antigas ― novas morenas e novas ruas, novos prédios, nova vida. Esquecido será Ramon, que morreu por culpa do mar, como um marinheiro que se afoga junto com o seu navio. Mas antes que isso aconteça, à cidade que o amava e que ele amava, peço uma saudade para Ramon.

Podem-se identificar no texto exemplos do que linguisticamente se denomina “empréstimo”, isto é, um vocábulo de origem estrangeira que se incorporou no léxico de outra — nesse caso, a língua portuguesa. Um tipo de empréstimo é o anglicismo, o qual se dá quando o vocábulo incorporado ao português advém da língua inglesa. Tem-se um exemplo desse fenômeno sublinhado em:

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Questão 3 de 15 Q1263859 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Peço uma saudade
Nos meus tempos de menina, aquele trecho de praia, em Fortaleza, só tinha uma ou outra casa de veraneio, palhoças de pescado -res e, de noite, as esquadrilhas de jangadas dormindo na areia, ao luar. Depois abriram ruas, plantaram calçamento e começaram a levantar bangalôs; logo um ou dois ricaços farejaram o bairro futuroso, o dinheiro do inquilino e correram a construir umas vilas com casinholas de aluguel ― a princípio destinadas só a quem queria “passar tempo na praia” e logo tornadas residências permanentes, com o crescimento da cidade. Aos poucos, a Fortaleza antiquada, que até então para o mar só dava os seus despejos e os seus fundos de quintal, resolveu ter um bairro balneário, e foi se interessando pela velha praia do Peixe. Mas interesse de burguês senhorio de casas é antes para o mal que para o bem. Burguês é como galinha: onde anda arranca o verde e deixa o sujo. Assim eles: derrubaram o coqueiral, fizeram monturo nas dunas tão brancas, destruíram os cajueiros que brotavam miraculosamente na areia salgada. Foram amontoando pardieiros, sobradinhos, vilinhas, casas de pensão e bodegas, abrindo ruelas e becos, alugando, alugando, ganhando dinheiro. Passados tempos o lugar antigo, tão lindo antes, virou um horror. As casas se apertavam, se acumulavam, se entortavam, desiguais e pretensiosas, brigando por espaço como se o mundo não fosse tão grande, e a alva faixa de areia não se estendesse no Atlântico até quase o Polo Sul. E assim mesmo achavam que o local estava chique, e resolveram lhe mudar o nome pois isso de praia do Peixe, além de vulgar, era feio. Feio era o nome, imaginem. Abriram um concurso; teve quem propusesse Riviera, Palm-Beach e Biarritz. Mas por sorte ganhou o concurso minha querida amiga Dona Adília de Morais (que agora, se tem mesmo anjo no céu, foi morar com eles); lembrara-se da índia cujo nome é sozinho um poema e com ele batizou a praia. Assim o bairro novo Praia de Iracema se chamou; mas muito mal merecido. Tanto a índia como a madrinha estavam muito acima daquela feiura. Contudo, por sugestão do nome, ou simples força de crescimento, a Praia de Iracema depressa foi melhorando. Cresceu para os lados de Mucuripe, ganhou uma avenida, espaçaram-se as construções; e embora as casas dos ricos se fossem postar atrevidamente no meio da areia que deveria ser só dos banhistas, e atravancavam a vista como se o mar fosse deles ― sempre era muito melhor do que aquela promiscuidade de cabeça de turco que reinava na parte primitiva. Nessa parte primitiva, contemporâneo dos pioneiros, estava o restaurante do Ramon. Era célebre por suas peixadas, feitas com cavala perna-de-moça. E mais célebre pela sopa de cabeça de peixe, que se tornou uma instituição da cidade. Ocupava o restaurante uma antiga casa de veranista, bem a cavaleiro do mar, trepada numa muralha de pedra que as ondas na maré cheia lambiam como um arrecife. As atrizes famosas, os poetas, os pianistas e os próceres políticos de passagem na cidade iam infalivelmente provar da sopa do Ramon. Quando a gente queria comemorar um aniversário, celebrar um encontro entre amigos, onde iria? Jamais além do Ramon. Debalde faziam restaurantes novos no Passeio Público, boates em Pirapora, bares no último andar no Excelsior. Só o que servia era a varanda singela do Ramon, onde se a gente quisesse podia até cuspir os caroços de azeitonas nas ondas do mar salgado. Veio agora telegrama nos jornais contando que a Praia de Iracema, qual Atlântida cearense, desaparece ante a fúria das águas. Casas de rico e casas de pobre, feias e bonitas sem distinção, calçamento e trilhos de bonde, tudo o mar devora; até parece que enganou de margem e pensa que está em terra de flamengo. Não quis saber de amigos, não pensou em compadres nem comadres ― acabou levando também o restaurante do Ramon com suas mesinhas na varanda, sua muralha de pedra e a celebérrima cozinha onde se apurava, misteriosa, a sopa de cabeça de peixe. Ramon poderia ter aberto outro restaurante, ter alugado o roof de um arranha-céu (que em Fortaleza já tem disso) e aproveitar sem dó a publicidade que lhe proporcionara o desastre. Mas Ramon era um artista, um homem de coração. Curvou-se ante os deuses, como um herói de Homero; tal como a sua varanda de pedra, não resistiu ao embate e matou-se. Outra praia há de nascer e outras casas se hão de erguer na nova praia; novas morenas substituirão na areia as antigas ― novas morenas e novas ruas, novos prédios, nova vida. Esquecido será Ramon, que morreu por culpa do mar, como um marinheiro que se afoga junto com o seu navio. Mas antes que isso aconteça, à cidade que o amava e que ele amava, peço uma saudade para Ramon.

Em conformidade com os parâmetros da gramática normativa e em razão da combinação do pronome/advérbio com a preposição proveniente da regência verbal, é correto afirmar que se poderia alternar o pronome “onde” por “aonde” em:

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Questão 4 de 15 Q1263860 Q4 da prova

Considere o termo sublinhado no trecho “Debalde faziam restaurantes novos no Passeio Público, boates em Pirapora, bares no último andar no Excelsior” (7º§). É correto afirmar que ele poderia ser intercambiado, sem alteração de sentido, pelo advérbio:

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Questão 5 de 15 Q1263867 Q11 da prova

O Microsoft Office 2019 é composto por várias fórmulas que possibilitam ao usuário realizar vários tipos de cálculos em planilhas eletrônicas. Sobre a função POW, qual é o resultado da função =POW(8, 2)?

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Questão 6 de 15 Q1263868 Q12 da prova

No Sistema Operacional Windows, o modo de segurança é um recurso importante para solucionar problemas. Sobre o modo de segurança do Windows 10, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Questão 7 de 15 Q1263873 Q17 da prova

O cordel é uma literatura composta por narrativas satíricas e:

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Questão 8 de 15 Q1263874 Q18 da prova

“Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”, diz uma frase oferecida em 1989 pelo então senador norte-americano Al Gore, que viria a se tornar vice-presidente dos Estados Unidos. A afirmação originou um dos grandes receios políticos da população brasileira e atualmente:

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Questão 9 de 15 Q1263875 Q19 da prova

As remessas internacionais de dinheiro:

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Questão 10 de 15 Q1263876 Q20 da prova

A energia advinda das marés se apresenta como mais uma fonte de energia renovável. No Brasil, ela seria bastante viável. Em nosso país, atualmente:

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Questão 11 de 15 Q1263877 Q21 da prova

Foi aprovado este ano pelo Senado Federal um Projeto de Lei que restringe a saída temporária de presos em regime semiaberto – popularmente conhecida como “saidinha”. Essa medida de saída dos presos:

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Questão 12 de 15 Q1263878 Q22 da prova

O governo federal usa o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), como o índice oficial de inflação do Brasil. Portanto, ele serve de referência para as metas de inflação e para as alterações na taxa de juros. Esse índice:

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Questão 13 de 15 Q1263879 Q23 da prova

A necessidade premente do celular hoje é uma realidade de uma grande maioria das pessoas e, mantê-lo carregado, às vezes, é um desafio. Em geral, usar o celular enquanto carrega não afeta significativamente a vida útil da bateria do celular. No entanto, alguns fatores podem afetar a vida útil da bateria, incluindo:

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Questão 14 de 15 Q1263880 Q24 da prova

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o tráfico de animais silvestres é a terceira atividade ilícita mais lucrativa do planeta. No caso de tráfico de animais silvestres, a Lei determina:

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Questão 15 de 15 Q1263881 Q25 da prova

Desde o lançamento do primeiro satélite comercial, o Sputnik, em 1957, não havia espaço para empreendedores individuais; eram os governos que tomavam as rédeas e pagavam pelos vultosos investimentos. Atualmente:

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