Provas para Download

Prova PEB II - Língua Portuguesa - Pref. Tapira/MG
Visualizar os arquivos PDF
Ver peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
PDF
peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
PDF
peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
PDF
peb-ii-lingua-portuguesa.pdf
Compartilhar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 17 Q1058667 Q11 da prova
“As inundações na ________ causadas pela passagem da tempestade Daniel já causaram ao menos 11,3 mil mortes, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha informou em comunicado nesta quinta-feira (14) referente apenas à cidade de Derna, cidade mais afeta da”. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/09/12 . / Acesso em: 15/09/2023

O país citado acima é:

Reportar Erro
Questão 2 de 17 Q1058668 Q12 da prova
“Um forte terremoto de 6,8 de magnitude atingiu o centro da(o) ________ nesta sexta-feira (8) à noite, com epicentro próximo à capital do país, e deixou ao menos 2.012 mortos e 2.059 feridos — sendo 1.404 em estado grave —, segundo um novo relatório do Ministério do Interior publicado na noite de sábado (9). Segundo o Itamaraty, até o momento não há informações de brasileiros mortos ou feridos.” Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/09/08 . / Acesso em: 20/09/2023

O país o qual a notícia faz referência é:

Reportar Erro
Questão 3 de 17 Q1058669 Q13 da prova
“A COP, sigla para Conferência das Partes (do inglês, Conference of the Parties), é um evento anual promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) que reúne representantes de todo o mundo, entre eles, diplomatas, governos e membros da sociedade civil.” Disponível em: https://exame.com/esg/entenda-o-que-e-cop28/ / Acesso em: 11/08/2023

Sobre a COP, marque a opção que indica o principal tema debatido na Conferência das Partes:

Reportar Erro
Questão 4 de 17 Q1058670 Q14 da prova
“No dia 1º de julho de 2022, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu uma decisão em que exige uma resposta do Brasil para "proteger a vida, a integridade pessoal e a saúde dos membros do povo indígena yanomami” Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64388465

Marque a opção que indica o principal problema que afeta a população yanomami:

Reportar Erro
Questão 5 de 17 Q1058671 Q15 da prova
“A tempestade tropical Elsa pode se aproximar potencialmente da Flórida. Esta será a terceira tempestade de furacões de 2021 a ameaçar localidades nos Estados Unidos. Elsa se fortaleceu nesta quinta-feira de manhã e se tornou uma tempestade tropical com ventos de 72 km/h.” Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/tempestade-tropical-elsa.

Marque a opção que indica o local de formação da tempestade tropical Elsa:

Reportar Erro
Questão 6 de 17 Q1058672 Q16 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 16 a 23. Ortografia não é língua! Vivemos numa cultura grafocêntrica, isto é, numa cultura em que a escrita exerce um papel central na vida diária das pessoas. Mesmo as analfabetas estão imersas nessa cultura, porque têm de pegar ônibus, fazer compras, lidar com dinheiro, cartão de banco, documentos, boletos, embalagens, ícones do telefone celular etc. A escrita está presente na vida delas o tempo todo, tanto quanto na das pessoas alfabetizadas. Aliás, justamente por isso, as especialistas no tema dizem que existem pessoas analfabetas, sim, mas não pessoas iletradas, já que todas têm de aprender a interagir a todo momento (com maior ou menor desenvoltura) com a letra, ou seja, com a escrita. Nós também nos movemos no interior daquilo que se chama paisagem linguística. Por onde andamos, no meio urbano e também fora dele (dentro de um avião, por exemplo), estamos rodeadas de cartazes, letreiros de lojas, sinalização de trânsito, painéis de elevadores, publicidade colada nos postes, instruções escritas no asfalto, numeração das casas, folheto de cartomante, placas com nomes de ruas, inscrições em veículos etc. A paisagem linguística é objeto de conflitos em sociedades plurilíngues, onde os grupos de falantes de línguas minorizadas lutam para que todo esse universo de escrita também esteja grafado em sua língua não hegemônica. No Canadá, por exemplo, tudo o que chega às mãos da população tem de vir, obrigatoriamente, por lei, escrito em inglês e francês, assim como, na Bélgica, em neerlandês e francês. (...) Esse impacto da escrita na nossa vida em sociedade é tamanho que para muitas pessoas é difícil pensar em “língua” sem pensar imediatamente em “escrita”, quando não acham que são sinônimos! Mas não são. Para essa enganosa sinonímia contribui muito o processo de escolarização. Mesmo sendo precário e quase indigente no Brasil, o ensino institucionalizado de língua se faz, evidentemente, por meio da escrita e da leitura do que está escrito. Isso explica, por exemplo, por que a grande maioria do que se chama “erro de português” é, na verdade, mero erro de ortografia: “Credo, o e-mail de fulano está cheio de erros de português”. Vai ver, são basicamente erros de ortografia. Quando ouvimos alguém dizer [kiz ɛh], não temos a menor ideia de se, na hora de escrever, ela vai grafar quiser, com , ou quizer, com . A pronúncia [kiz ɛh] é um fato de língua, mas a grafia considerada correta (por lei) é quiser, e isso não tem nada a ver com a língua, mas com as convenções que foram estabelecidas socioculturalmente para a representação escrita (sempre falha e incompleta) dos fatos de língua (por que existe debaixo, uma palavra só, e de cima, duas? Por que quiser com e fizer, com ?). Tanto é assim que nossos avós escreviam physica mas pronunciavam [fizika], exatamente como pronunciamos hoje, apesar de escrevermos física. Por isso é que dizemos (e escrevemos): a ortografia não faz parte da língua. Aliás, até o início do século passado o que se escrevia era orthographia! Quando, na linguística, falamos de língua, o que temos em mente é um conjunto de regularidades que permitem o funcionamento de um modo de falar presente numa dada comunidade humana: os sons que compõem esse idioma, a combinação deles, a morfologia e a sintaxe (ou seja, a gramática), as formas variantes que as e os falantes têm de dizer a mesma coisa (uma “pôça” ou uma “póça” d’água, por exemplo, é algo que independe da ortografia, que é poça para os dois casos, mas de fatores sociais variáveis, como a origem geográfica da pessoa) etc. É assim que aplicamos o rótulo de língua aos modos de falar de centenas de etnias indígenas diferentes, muito embora elas não tenham uma tradição escrita originária — são as pesquisadoras, antropólogas e linguistas, que, para empreender seus estudos, colocam no papel essas línguas, usando convenções gráficas que jamais passaram pela cabeça de quem as fala. Se nós escrevemos tupi, é porque falamos português. Se o Brasil tivesse sido invadido e colonizado por ingleses, por exemplo, o nome dessa etnia e de sua língua provavelmente seria escrito Toopee; se por franceses, toupi ou algo assim. Se fossem russos, nem sequer usariam o alfabeto latino… E nunca é demais lembrar: existem muitas centenas de línguas faladas no mundo hoje que não têm forma escrita, existem exclusivamente na forma oral — são as chamadas línguas ágrafas. No Brasil mesmo, passam de cem. São ágrafas, mas são línguas, em todos os sentidos da palavra. Ortografia não é língua, ok. Mas é gramática? A resposta depende do que se entende por gramática. A grandíssima maioria das pessoas entende “gramática” como “livro de gramática”, uma obra que contém supostamente tudo o que existe na língua e, principalmente, tudo o que é “certo”. Assim, se o livro chamado “gramática” tem um capítulo que trata da ortografia, então a ortografia faz parte da gramática (foi disso que tentou me convencer a pessoa que me retrucou). Na ciência linguística, no entanto, gramática é um termo que desgina “todo o sistema e estrutura de uma língua ou das línguas em geral, habitualmente considerado como constituído de sintaxe e morfologia (incluindo flexões) e às vezes também fonologia e semântica”, conforme define o famoso dicionário Oxford da língua inglesa (pensei em usar a definição de um conhecido dicionário brasileiro, mas topei com um “estudo sistemático ... do sistema” e desisti). Assim, para a teoria linguística, tanto “tu foi” quanto “tu foste” são regras da gramática do português brasileiro, assim como “as mesa pequena” e “as mesas pequenas”, para citar só esses mínimos exemplos. Significa que tudo o que é possível encontrar nos usos autênticos das pessoas que falam uma língua pertence à gramática dessa língua — e tudo o que é possível encontrar nesses usos pode ser sistematizado em regras. Sim, existe uma regra (cognitiva) que governa “as mesa pequena ficou lá fora”: se as gramáticas normativas não apresentam essa regra, o problema é delas. Observe que, na definição do dicionário Oxford, não aparece letra, pontuação, divisão silábica, acentuação gráfica… nada do que constitui o modo de escrever a língua. Por quê? Ora, porque a forma de escrever uma língua (e, principalmente, sua ortografia oficial) não faz parte da gramática dessa língua. Se eu enviar uma mensagem escrita assim: “quandu vossê xegá in caza, mi aviza”, a ortografia está errada, mas a gramática está perfeita, tanto que, lida em voz alta, qualquer falante de português brasileiro vai reconhecer ali sua língua. [...] A ortografia é uma decisão política, está regulamentada por lei, de modo que podemos, sim, dizer que existe erro de ortografia, mesmo sendo uma lei que não prevê sanções contra seu descumprimento. Por sua vez, a gramática (no sentido que se dá ao termo em linguística), seja de que língua for, não tem a mais remota possibilidade de ser regulamentada por lei, muito embora tanta gente acredite que os manuais de gramática normativa têm de ser seguidos à risca, como códigos penais. Não têm. Os usos da língua são múltiplos e variáveis, se transformam ao longo do tempo, o que provoca mudanças na gramática, mudanças às vezes acompanhadas pela ortografia oficial (como no caso do português, com tantas e obsessivas reformas ortográficas ao longo do século 20), às vezes não. (...) A eficácia do ensino-aprendizagem da ortografia não depende do sistema de escrita nem da maior ou menor racionalidade de suas regras. O português tem uma ortografia bastante razoável no que diz respeito à relação letra-som, mas, com exceção de Portugal, os demais países que têm o português como língua oficial apresentam baixíssimos níveis de letramento de suas populações, incluindo o Brasil, em que o número de pessoas analfabetas funcionais ultrapassa facilmente os cem milhões (entre as quais, evidentemente, as pessoas que padecem de fome ou vivem na insegurança alimentar). Em contrapartida, o Reino Unido, que tem o inglês como língua de ensino, apresenta um índice de alfabetização superior a 99% de sua população de quase 68 milhões. O Sri Lanka, país em que se usa um sistema de escrito próprio e muito complexo para a língua cingalesa, tem 98% de sua população letrada. O espanhol tem uma ortografia muito racional e fácil de aprender, mas enquanto Cuba (11 milhões de habitantes) apresenta um índice de alfabetismo que beira os 100%, na Guatemala (17 milhões) 75% da população maior de 15 anos é analfabeta. A ortografia não faz parte da língua, mas oferecer (ou não) à população a oportunidade de aprendê-la para ler e escrever, como é direito de toda pessoa no mundo de hoje, faz parte do tipo de projeto que os diferentes governos têm para suas respectivas nações.

Entre as características básicas dos tipos textuais está o fato de eles serem definidos por seus traços linguísticos predominantes. Por isso, um tipo textual é dado por um conjunto de traços que formam uma sequência e não um texto. A rigor, pode-se dizer que o segredo da coesão textual está precisamente na habilidade demonstrada em fazer essa "costura" ou tessitura das sequências tipológicas como uma armação de base, ou seja, uma malha infraestrutural do texto. Sobre as tipologias utilizadas por Marcos Bagno para compor seu texto, é possível afirmar que, no texto apresentado, predomina a tipologia:

Reportar Erro
Questão 7 de 17 Q1058674 Q18 da prova

Releia o seguinte trecho: “Vai ver, são basicamente erros de ortografia. Quando ouvimos alguém dizer [kiz ɛh], não temos a menor ideia de se, na hora de escrever, ela vai grafar querer, com , ou quizer, com . A pronúncia [kiz ɛh] é um fato de língua, mas a grafia considerada correta (por lei) é querer, e isso não tem nada a ver com a língua, mas com as convenções que foram estabelecidas socioculturalmente para a representação escrita...” A respeito das ideias contidas no texto e em seu conhecimento sobre a relação entre fonema e grafemas, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 8 de 17 Q1058675 Q19 da prova

“Mesmo sendo precário e quase indigente no Brasil, o ensino institucionalizado de língua se faz, evidentemente, por meio da escrita e da leitura do que está escrito.” A única reescrita que mantém as relações de sentido contidas no período e sua correção gramatical é:

Reportar Erro
Questão 9 de 17 Q1058676 Q20 da prova

Sobre o seguinte trecho do texto, assinale a alternativa correta a respeito de sua função discursiva na sequenciação das ideias apresentadas pelo autor: “Credo, o e-mail de fulano está cheio de erros de português.”

Reportar Erro
Questão 10 de 17 Q1058678 Q22 da prova

Observe o seguinte trecho retirado do texto: “Assim, se o livro chamado “gramática” tem um capítulo que trata da ortografia, então a ortografia faz parte da gramática” Desprezando-se as alterações de sentido, assinale a alternativa em que a reescrita do trecho apresentado respeita os preceitos ditados pela norma padrão da língua portuguesa.

Reportar Erro
Questão 11 de 17 Q1058679 Q23 da prova

Observe a charge a seguir: Considerando a charge e o texto “Ortografia não é língua!”, avalie as afirmações a seguir. I. Há entre os dois textos uma relação intertextual de conteúdo. II. A charge contraria as ideias contidas no texto de Marcos Bagno a respeito da escrita correta das palavras. III. A charge pode ser considerada uma paródia do texto de Marcos Bagno. Assinale a alternativa que apresenta a(s) análise(s) correta(s) a respeito da relação entre a charge e o texto de Marcos Bagno.

Reportar Erro
Questão 12 de 17 Q1058680 Q24 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões 24 a 26. Poema de sete faces Carlos Drummond Andrade Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos. O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada. O homem atrás do bigode é sério, simples e forte. Quase não conversa. Tem poucos, raros amigos o homem atrás dos óculos e do bigode. Meu Deus, por que me abandonaste se sabias que eu não era Deus, se sabias que eu era fraco. Mundo mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução. Mundo mundo vasto mundo, mais vasto é meu coração. Eu não devia te dizer mas essa lua mas esse conhaque botam a gente comovido como o diabo.

Em 1930, dentro das diretrizes da Segunda Geração Modernista, Drummond publicou seu primeiro livro intitulado Alguma Poesia, no qual retrata a vida cotidiana, as paisagens, as lembranças, com certo pessimismo, deixando transparecer sua ironia e humor. Drummond abriu o livro com o Poema de Sete Faces, que mostra sua inquietação e originalidade, que veio a se tornar um dos seus poemas mais conhecidos. Sobre as características do texto de Drummond e as “diretrizes da Segunda Geração Modernista”, assinale a alternativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 13 de 17 Q1058682 Q26 da prova

Figuras de linguagem são formas de expressão que destoam da linguagem comum ou denotativa. Elas dão ao texto um significado que vai além do sentido literal, portanto permitem uma plurissignificação do enunciado. Assinale a alternativa que indica uma figura de linguagem que NÃO está presente no Poema de Sete Faces, de Drummond.

Reportar Erro
Questão 14 de 17 Q1058683 Q27 da prova

A pedagogia histórico-crítica apresenta uma objetivação para atividade pedagógica com base em conteúdos, mas com a relevância de possibilitar, a partir da crítica ao modelo educacional vigente, uma forma de construção do conhecimento a partir de bases históricas e dialéticas. A ideia não é ensinar o conteúdo clássico por si, mas sim devidamente contextualizado e interagindo com o presente. ADAM, Maurício José. Pedagogia histórico crítica e educação histórica: contribuições para o ensino de história nas etapas 7,8 e 9 da eja. Disponível em: https://www.snh2017.anpuh.org/resources/anais/54/1502476808_arquivo_pedagogiahistoricocriticaeeducacaohistoricacontribuicoesparaoensinodehistorianasetapas7,8e9daeja.pdf Sobre a PHC (pedagogia histórico-crítica), assinale a alternativa que melhor explica as ideias contidas no texto e na teoria de Demerval Saviani, considerado precursor da PHC.

Reportar Erro
Questão 15 de 17 Q1058684 Q28 da prova
Leia o trecho a seguir, retirado do Currículo Referência de Minas Gerais. Minas Gerais é o estado brasileiro com maior número de municípios (853), representando 15% do total do país (5570 municípios). O estado é um retrato quase sempre fiel da realidade brasileira, com 10% (20.7 milhões) da população nacional (209.3 milhões), representando a grande diversidade regional, econômica, política e social. Em termos educacionais, nosso estado conta com 16.151 escolas, das quais 3.622 são estaduais, 8.751 municipais e 3.778 privadas, distribuídas em 47 regionais de ensino (SRE), e 4.032.949 de estudantes matriculados, sendo que 86% deles estão na rede pública. Com a maioria das escolas e das matrículas pertencentes à rede pública, garantir uma educação de qualidade com equidade é princípio norteador das políticas públicas de educação nas redes municipais e estadual.

Assinale a alternativa em conformidade com o Currículo Referência de Minas Gerais, considerando as informações apresentadas no texto.

Reportar Erro
Questão 16 de 17 Q1058685 Q29 da prova
Leia o trecho a seguir, retirado do Currículo Referência de Minas Gerais. Nosso objeto de estudo, a linguagem, mostra-se diferente aos olhos do observador, conforme ele a investigue. Por exemplo, como representação do pensamento, e este como representação do mundo. Entretanto, sabemos que, no uso cotidiano da língua, não pensamos conscientemente em formas para traduzir conteúdos, nem em conteúdos preexistentes que buscam formas. Forma e pensamento nascem juntos; nossos pensamentos e representações são feitos de palavras e se constroem, ou na interação contextualizada com o outro ou no diálogo interno com outros discursos também feitos de palavras. Sabemos que os enunciados produzidos nas línguas naturais têm uma parte material - os sons, no caso da língua oral, e as formas, no caso da escrita -, mas têm também uma parte subentendida, essencial para a produção de sentido na interação. Essa parte subentendida, digam os, “invisível”, está no contexto de produção do enunciado, em sua enunciação e coenunciação, nos conhecimentos de mundo e nos valores partilhados pelos interlocutores. Assim, uma frase como “A porta está aberta” pode ter vários sentidos, pode fazer realizar diferentes atos – convidar, expulsar, pedir –, dependendo da entoação, da situação em que é enunciada e das relações existentes entre os interlocutores. Portanto, ensinamos linguagem, não para “descobrir” o verdadeiro significado das palavras ou dos textos, nem para conhecer estruturas abstratas e regras de gramática, mas para construir sentidos, sempre negociados e compartilhados, em nossas interações. Nosso conceito de natureza e de sociedade, de realidade e de verdade, nossas teorias científicas e valores, enfim, a memória coletiva da humanidade está depositada nos discursos que circulam na sociedade e nos textos que os materializam. Textos feitos de gestos, de formas, de cores, de sons e, sobretudo, de palavras de uma língua ou idioma particular. Assim, a primeira razão e sentido para aprender e ensinar o componente curricular está no fato de considerarmos a linguagem como constitutiva de nossa história e de nossa identidade como seres humanos, e a língua portuguesa como constitutiva de nossa identidade sociocultural.

Sobre o ensino de língua portuguesa e o papel do professor, descritos no Currículo Referência de Minas Gerais, é INCORRETO afirmar que:

Reportar Erro
Questão 17 de 17 Q1058686 Q30 da prova

Observe o trecho retirado do texto. “(...) ensinamos linguagem, não para “descobrir” o verdadeiro significado das palavras ou dos textos, nem para conhecer estruturas abstratas e regras de gramática, mas para construir sentidos, sempre negociados e compartilhados, em nossas interações.” Assinale a alternativa que serve de argumento para sustentar a tese defendida no trecho.

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota