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Questão 1 de 9Q2148031Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa correta a respeito das informações do texto.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Com base no texto, é correto afirmar que, de acordo com
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Na primeira frase do texto – “Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina. –, a expressão destacada apresenta a mesma circunstância adverbial da expressão destacada em:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Considere as frases elaboradas a partir do texto.
• Na cúpula de vidro há um botão, e o jovem imediata -mente pressiona o botão e responde à Azuma.
• Há muitas pessoas que se sentem sós, e serviços como Rent a Friend fornecem a essas pessoas uma companhia.
De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas por:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Em – a holografia de uma típica bonequinha japonesa –, os termos destacados qualificam “bonequinha”. Também exerce a mesma função desses termos a expressão destacada na alternativa:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Considere a frase do sexto parágrafo: A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a companheira defi-nitiva, uma namorada virtual, idealizada para aliviar a solidão de quem mora sozinho.
Os termos destacados podem ser substituídos, respecti-vamente e sem alteração do sentido do texto, por:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
Considere os trechos do primeiro e do quinto parágrafo.
• ... “é melhor correr, para não se atrasar”.
• E o rapaz confessa o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
Para que esses trechos apresentem, respectivamente, relação de causa e de condição entre as ideias, devem ser reescritos como indicado na alternativa:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Indústria da solidão
“Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina.
O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz:
a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de
Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.
“Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um
botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a
voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso,
sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.
A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à
cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inte-ligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e car-rega no tom romântico das conversas.
Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular,
Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.
Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa
o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.
A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a com-panheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para ali-viar a solidão de quem mora sozinho.
É um mercado assustadoramente promissor. No Japão,
uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdên -cia Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das
mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42%
nunca mantiveram relações sexuais.
Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional.
Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um ques-tionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33%
delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que
foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.
Os números explicam o sucesso de serviços como
Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma compa-nhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma
caminhada, sem nenhuma conotação sexual.
Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns
médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter
a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o
sedentarismo.
O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber
o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.
(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08.
Acesso 29.08.2019. Adaptado)
O verbo “conter”, presente no texto em – nome dado à cápsula que contém Azuma –, também está empregado corretamente na alternativa: