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Prova Motorista - Pref. Bom Sucesso/MG
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Questão 1 de 17 Q2300070 Q1 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Analise as afirmativas a seguir sobre o texto I e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.   ) (O livro surgiu de uma situação improvisada, quando o autor, em uma viagem de trem com os netos, picotou uma revista e criou uma história.   ) (A união de Azul e Amarelo, que resulta no Verde, pode ser interpretada como uma metáfora da fusão de identidades e da criação de algo novo.   ) (As imagens, no livro, são apenas ilustrativas e decorativas, sem função essencial, e não dependem das palavras para a compreensão da história.   ) (A principal inovação do livro está no fato de ele seguir fielmente os modelos tradicionais da literatura infantil, com personagens que parecem pessoas de verdade e história com começo, meio e fim. Assinale a sequência correta.

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Questão 2 de 17 Q2300072 Q2 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo.” Analise as afirmativas a seguir sobre o trecho apresentado e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.   ) (No período, há uma oração principal e outras orações unidas por conjunções.   ) (Na oração “A obra parte de algo simples ”, o termo sublinhado é um objeto direto.   ) (Em “o verde é resultado da soma de azul e amarelo”, o predicado é nominal.   ) (Na frase “quando misturamos tintas”, o sujeito é indeterminado. Assinale a sequência correta.

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Questão 3 de 17 Q2300074 Q3 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo?” No trecho apresentado, a que se refere o pronome “isso” na expressão “Tudo isso ao mesmo tempo?”?

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Questão 4 de 17 Q2300076 Q4 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático.” Com base na frase e no contexto em que está inserida, assinale a alternativa incorreta.

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Questão 5 de 17 Q2300078 Q5 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Qual é o principal assunto do texto I?

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Questão 6 de 17 Q2300080 Q6 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “[...] picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: ‘Vou contar uma história’.” Sobre o uso dos dois pontos após “chamou os netos e anunciou:”, leia a frase a seguir. Os dois pontos foram usados no trecho para introduzir uma fala direta, e a sua função, nesse contexto, é apresentar uma __________ que detalha o que foi dito antes. Assinale a alternativa que apresenta a palavra que preenche corretamente a lacuna da frase anterior.

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Questão 7 de 17 Q2300082 Q7 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, ‘Pequeno Azul e Pequeno Amarelo’ ainda seria considerado um livro ousado.” Para que a frase fique com o sentido contrário, a palavra “ousado” deve ser substituída por

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Questão 8 de 17 Q2300083 Q8 da prova
INSTRUÇÃO : Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10. TEXTO I Como papéis picados viraram um clássico da literatura infantojuvenil Bruno Molinero O escritor e ilustrador Leo Lionni conta que estava com os netos num trem em Nova York, nos anos 1950, quando percebeu que as duas crianças estavam ficando muito agitadas dentro do vagão. Nascido na Holanda — antes de morar na Itália e nos Estados Unidos — o autor então abriu a sua pasta, tirou lá de dentro um exemplar da revista Life, picotou uma das páginas, chamou os netos e anunciou: “Vou contar uma história”. Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena —, mas naquele instante nascia um clássico: “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título. Azul e Amarelo são amigos, brincam de esconde-esconde, fazem ciranda e pulam juntos sem parar. Num dia, porém, Azul não encontra Amarelo. Quando finalmente acha o colega, os dois se abraçam. É nesse encontro de cores e formas que algo ao mesmo tempo simples e surpreendente acontece. Os dois personagens se unem, transformando-se em uma nova figura, resultado da soma de ambos. Agora já não são apenas Azul ou Amarelo — juntos, tornam-se o Verde. A obra parte de algo simples e que todos nós aprendemos na pré-escola, quando misturamos tintas e descobrimos que o verde é resultado da soma de azul e amarelo. Sobre o que fala o livro, afinal? Sobre a amizade entre duas crianças? Um relacionamento amoroso? A construção da própria identidade? O respeito às diferenças e, mais do que isso, o aprendizado com o outro? O estar aberto ao mundo, sem ficar encastelado dentro das próprias certezas? Tudo isso ao mesmo tempo? Se fosse lançado atualmente e não tivesse mais de 65 anos, “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” ainda seria considerado um livro ousado. Ele quebra uma coleção de padrões da literatura para crianças e jovens, com personagens que não são figurativos nem têm os contornos de animais fofos ou heróis recheados de virtudes. A rigor, Azul e Amarelo nem têm nomes. E, embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante, fica claro que tudo ali é uma representação, com mais coisas entre a cor e o texto do que enxergamos na superfície. Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. Ao tirar qualquer um dos dois, tudo desmorona.Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas. No fundo, estamos diante de uma narrativa abstrata para as infâncias, o que desloca o olhar do leitor, quebrando a preguiça e o piloto automático. É como se o autor a todo instante afirmasse: olha, uma história infantil também pode ser contada desse jeito. FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo , Folhinha, 5 jun. 2024, p. C 35.

Releia o trecho do texto I a seguir. “... embora sejam peças de um arco narrativo padrão, com começo, meio e fim reconfortante ...” O plural do termo em destaque está corretamente apresentado em:

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Questão 9 de 17 Q2300085 Q9 da prova
TEXTO I “...Ninguém ali sabia — nem o autor, nem as crianças, muito menos os demais passageiros que presenciaram a cena — mas naquele instante nascia um clássico: ‘Pequeno Azul e Pequeno Amarelo’ foi publicado originalmente em 1959 e ganha agora uma edição no Brasil pela editora Livros da Matriz. O livro marca a estreia de Lionni na literatura infantojuvenil e usa papéis coloridos e picotados para contar a história das duas cores do título.” TEXTO II “Sob a aparente simplicidade desta narrativa subjaz uma história em que se exalta a amizade, a inocência , a identidade individual e coletiva; ao mesmo tempo que os primeiros leitores recebem uma intensa lição sobre cores, tamanhos e direções. Aplicada aos nossos dias, esta obra de Leo Lionni mostra-nos que não interessam as diferenças entre as pessoas, mas que o importante é a solidariedade, a compreensão e a convivência .” Disponível em: https://www.wook.pt/livro/pequeno-azul- e-pequeno-amarelo-leo-lionni/196425?srsltid=AfmBOorf eXXmFCYCi9ZsSLYZkxTwFdvKATJSAlNww--h72uOWk- M-reI. Acesso em: 11 ago. 2025 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir sobre algumas palavras que compõem os dois textos em relação à divisão silábica, acentuação e classificação quanto à tonicidade e número de sílabas e assinale a alternativa correta.

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Questão 10 de 17 Q2300087 Q10 da prova
TEXTO I “Mas a ousadia não está apenas na história. Está sobretudo na forma. A obra segue à risca a definição de livro ilustrado, no qual imagem e palavra não podem ser separadas. [...] Só que o autor faz isso com cores, rasgos e formas geométricas.” TEXTO III Disponível em: https://digofreitas.com/hq/minha-vida-de-cao- cachorros-enxergam-cores/. Acesso em: 11 ago. 2025.

Com base na leitura dos textos e nos diferentes usos da linguagem, assinale a alternativa incorreta.

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Questão 11 de 17 Q2300095 Q15 da prova

Dois irmãos, Pedro e Lucas, resolveram comemorar o aniversário em uma única festa. No bolo, fizeram uma brincadeira: encomendaram uma vela em que apareceria a média aritmética de suas idades. Pedro comemorava 22 anos, e a vela sinalizava o número 26. A idade que Lucas comemorava nessa festa, em anos, era igual a

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Questão 12 de 17 Q2300096 Q16 da prova

Uma passagem de ônibus entre Belo Horizonte e Bom Sucesso é vendida na internet, e seu preço é composto de três itens: a passagem em si, que custa R$ 86,12; a taxa de embarque no terminal rodoviário, que custa R$ 6,51; e a taxa de serviço do site, no valor de R$ 8,50. O preço total na compra dessa passagem, considerando os valores citados, em R$, é igual a

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Questão 13 de 17 Q2300105 Q21 da prova
Observe, a seguir, o mapa de localização do município de Bom Sucesso (MG). Fonte: Malha Municipal IBGE, 2025 (elaborado pelo autor).

Conforme a delimitação política e a vizinhança, é correto afirmar que o município faz divisa

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Questão 14 de 17 Q2300107 Q22 da prova
Leia o trecho informativo a seguir. “Bom Sucesso é um município brasileiro do estado de Minas Gerais situado na Região Imediata de Lavras. O município é composto pela sede, que lhe dá o nome, e pelo distrito de Macaia.” Disponível em: https://camarabomsucesso.mg.gov.br/nossa- cidade.html. Acesso em: 10 ago. 2025 (adaptado).

Em termos de localização e administração pública, o conceito de distrito pode ser definido como

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Questão 15 de 17 Q2300109 Q23 da prova
Analise o trecho a seguir. “O Município de Bom Sucesso (MG) tem várias cachoeiras, sendo a mais conhecida a Cachoeira dos Machados, com vários saltos, tendo o último mais de 30 metros de altura.” Disponível em: https://camarabomsucesso.mg.gov.br/nossa- cidade.html. Acesso em: 10 ago. 2025 (adaptado).

Sobre a descrição da cachoeira, a atribuição ao termo “saltos” refere-se

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Questão 16 de 17 Q2300110 Q24 da prova
Analise o trecho a seguir acerca de dados gerais do município de Bom Sucesso (MG). “Considerando os diferentes setores da economia, ‘sendo o café sua principal atividade, seguido do milho, feijão e rebanhos bovinos e suínos, além de ser uma bela bacia leiteira.’” Disponível em: https://www.bomsucesso.mg.gov.br/institucional/ dados-gerais. Acesso em: 10 ago. 2025 (adaptado).

De acordo com o texto, pode ser tratado(a) como uma força econômica de Bom Sucesso (MG):

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Questão 17 de 17 Q2300112 Q25 da prova
População de Bom Sucesso (MG) é de 17.151 pessoas, aponta o Censo do IBGE O IBGE divulgou nesta quarta-feira (28) os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2022. (...) A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Bom Sucesso tem uma densidade demográfica de 24,33 habitantes por km2, e uma média de 2,66 moradores por residência. Disponível em: https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/ noticia/2023/06/28/populacao-de-bom-sucesso-mg-e-de-17-151- pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml. Acesso em: 10 ago. 2025.

Sobre o texto e a distribuição da população de Bom Sucesso pelo território, pode-se afirmar que

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