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Prova Motorista de Ambulância - Pref. Palmeiras de Goiás/GO
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Questão 1 de 13 Q1133867 Q1 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

O texto “A disciplina do amor” narra:

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Questão 2 de 13 Q1133868 Q2 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Na oração “Ele morreu na guerra”, qual é o tempo verbal utilizado?

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Questão 3 de 13 Q1133869 Q3 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

No trecho “ A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas”, o pronome “lhe” faz referência:

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Questão 4 de 13 Q1133870 Q4 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Considerando o trecho “ Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção”, é possível inferir que:

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Questão 5 de 13 Q1133871 Q5 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Considerando a história narrada, qual dos adjetivos abaixo melhor caracteriza o perfil do cachorro?

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Questão 6 de 13 Q1133872 Q6 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Em “ Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera”, a conjunção “ Então ” possui sentido de:

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Questão 7 de 13 Q1133873 Q7 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Em qual alternativa o advérbio destacado possui sentido de lugar?

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Questão 8 de 13 Q1133874 Q8 da prova
Leia o texto e responda as questões de 01 a 08.

A disciplina do amor
Lygia Fagundes Telles

Foi na França, dur ante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá -lo voltar do trabalho. Postava -se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá -lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê -lo, distraí -lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou -se a noiva com um primo. Os familiares voltaram -se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá -lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

As palavras “ disciplinadamente ” e “ pontualmente ” são formadas por um processo de:

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Questão 9 de 13 Q1133875 Q9 da prova

Qual das palavras a seguir possui um erro de acentuação gráfica?

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Questão 10 de 13 Q1133876 Q10 da prova

Na frase “Ufa! Não aguentava mais usar esta roupa”, a interjeição “Ufa!” possui sentido de:

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Questão 11 de 13 Q1133877 Q19 da prova

Um teste de conhecimentos gerais foi proposto para um grupo de 13 pessoas. Esse teste contou com dez questões cada uma com peso de 1 ponto. Abaixo está a pontuação total obtida por cada pessoa. Utilizando o arredondamento de somente uma casa decimal, podemos dizer que a média da pontuação desde grupo de pessoas é de, aproximadamente,

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Questão 12 de 13 Q1133879 Q22 da prova

Em um motor à combustão interna, qual dos elementos relacionados a seguir tem como função iniciar a queima da mistura de ar e combustível, gerando uma faísca responsável pela explosão desta mistura:

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Questão 13 de 13 Q1133880 Q24 da prova

De acordo com o artigo 101 do Estatuto dos Servidores de Palmeiras de Goiás, são deveres dos servidores. I. Ser leal às instituições a que servir. II. Observar as normas legais e regulamentares. III. Atender com presteza apenas os chefes de repartições. IV. Levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. Estão corretas apenas as afirmativas:

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