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Prova Monitor de Transporte Escolar - Pref. Mondaí/SC
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Questão 1 de 30 Q2098000 Q1 da prova

No desembarque de alunos em frente à escola, o monitor percebe que uma criança tenta sair pela porta do lado contrário ao da calçada, em um momento de grande fluxo de veículos. Com base nas normas de segurança no transporte escolar, o monitor deve:

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Questão 2 de 30 Q2098002 Q2 da prova

Ao chegar à escola, no final do turno, para embarcar os alunos de volta para casa, o monitor percebe que um aluno que deveria estar na lista não embarcou. Qual é a atitude adequada a ser tomada pelo Monitor de Transporte Escolar?

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Questão 3 de 30 Q2098005 Q4 da prova

Durante o trajeto escolar, uma criança de 6 anos demonstra tristeza constante e dificuldade de interação com os colegas. Como Monitor de Transporte Escolar, você deve considerar:

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Questão 4 de 30 Q2098008 Q6 da prova

Um aluno cadeirante passou a utilizar o transporte escolar municipal. Considerando os princípios de acessibilidade, inclusão e segurança, é papel do Monitor de Transporte Escolar:

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Questão 5 de 30 Q2098010 Q7 da prova

Uma monitora observa que uma criança do transporte escolar frequentemente desafia suas orientações e desrespeita regras básicas de convivência. Em conversa com a família, percebe que os responsáveis evitam dizer 'não' à criança e costumam atender a todos os seus desejos. Diante dessa situação, é possível concluir que:

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Questão 6 de 30 Q2098012 Q8 da prova

Um aluno do ensino fundamental se recusa a usar o cinto de segurança, mesmo após ser orientado pelo Monitor de Transporte Escolar. Sabendo da importância da prevenção de acidentes, a conduta mais adequada do Monitor de Transporte Escolar deve ser:

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Questão 7 de 30 Q2098014 Q9 da prova

Sobre os procedimentos básicos de primeiros socorros no transporte escolar, analise os itens abaixo: I. Em caso de queda com suspeita de fratura, evite movimentar a criança e acione imediatamente o socorro especializado. II. Em cortes leves, o ideal é aplicar álcool diretamente na ferida e cobrir com algodão. III. Em caso de desmaio, é indicado deitar a criança de lado e manter as vias respiratórias livres. IV. O contato com os serviços de emergência deve ser feito apenas após esgotar todas as tentativas de socorro. Qual(is) está(ão) correto(s)?

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Questão 8 de 30 Q2098015 Q10 da prova

No trajeto de transporte escolar, uma criança pequena começa a tossir fortemente, apresentar dificuldade para respirar e coloca as mãos no pescoço, sinais típicos de engasgo. Diante dessa situação, qual deve ser a atitude imediata do monitor responsável pelo transporte?

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Questão 9 de 30 Q2098017 Q11 da prova

Associe os procedimentos (coluna 1) às respectivas práticas (coluna 2) do Monitor de Transporte Escolar: Coluna 1 1. Conferência de alunos. 2. Registro de ocorrências. 3. Acompanhamento em passeios. 4. Comunicação com equipe. Coluna 2 (__ ) Informar à direção em caso de atraso, falta ou problemas com alunos. (__ ) Preencher relatório sobre conduta inadequada. (__ ) Garantir a presença dos alunos no embarque. (__ ) Zelar pela segurança dos alunos em eventos externos. Assinale a alternativa com a sequência da associação correta:

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Questão 10 de 30 Q2098019 Q12 da prova

Sobre a inclusão de alunos com deficiência no transporte escolar, analise as afirmativas e marque como (V) quando verdadeiras e (F) quando falsas: (__ ) O Monitor de Transporte Escolar deve adaptar a comunicação para facilitar o entendimento do aluno com necessidades especiais. (__ ) A presença de acompanhantes é obrigatória para todos os alunos com deficiência durante o transporte. (__ ) A acessibilidade no veículo é responsabilidade exclusiva dos pais do aluno. (__ ) O Monitor de Transporte Escolar deve ser informado previamente sobre as necessidades específicas de cada aluno para planejar o atendimento adequado. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

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Questão 11 de 30 Q2098021 Q13 da prova

O Estatuto da Criança e do Adolescente, no Artigo 53, assegura direitos essenciais para a educação da criança e do adolescente. Sobre esses direitos, analise as afirmativas: I. É garantida a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. II. O respeito por parte dos educadores é um direito apenas dos alunos que apresentam bom desempenho. III. Crianças e adolescentes têm o direito de contestar critérios avaliativos e recorrer às instâncias escolares superiores. IV. Os alunos podem se organizar e participar de entidades estudantis para fortalecer sua cidadania. Está correto o que se afirma em:

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Questão 12 de 30 Q2098022 Q14 da prova

No transporte escolar, dois alunos iniciam uma discussão acalorada que começa a incomodar os demais passageiros e pode evoluir para uma situação de conflito físico. Considerando o papel do monitor no transporte escolar, a conduta mais adequada é:

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Questão 13 de 30 Q2098024 Q15 da prova

O Monitor de Transporte Escolar encontra uma lancheira esquecida no banco traseiro do veículo, ao lado de restos de alimento derramados no assento. Considerando a responsabilidade pela conservação do transporte escolar e o respeito ao ambiente coletivo, qual deve ser sua conduta?

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Questão 14 de 30 Q2098025 Q16 da prova

No horário escolar, o Monitor de Transporte Escolar é procurado por um responsável que deseja saber informações sobre o comportamento de um aluno que não é seu filho. Em outro momento, o Monitor de Transporte Escolar é abordado por um colega de trabalho que discorda de uma orientação sua. Diante dessas situações, espera-se que o Monitor de Transporte Escolar, ao adotar uma postura ética no ambiente de trabalho.

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Questão 15 de 30 Q2098027 Q17 da prova

Sobre a comunicação e mediação de conflitos no transporte escolar, analise: I. O Monitor de Transporte Escolar deve manter diálogo constante com o motorista e a escola. II. Conflitos entre alunos devem ser registrados e comunicados à escola. III. O Monitor de Transporte Escolar pode resolver os problemas com punições imediatas. IV. O uso de linguagem agressiva pode ser necessário em situações graves. Está correto o que se afirma em:

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Questão 16 de 30 Q2098029 Q18 da prova

Analise as afirmações a seguir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e marque (V) quando verdadeiro e (F) quando falso: (__ ) O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que toda criança tem direito à convivência familiar e comunitária. (__ ) Cabe apenas à escola garantir a proteção integral das crianças e adolescentes. (__ ) Em caso de risco, é papel do Monitor de Transporte Escolar relatar a situação à direção escolar ou órgãos competentes. (__ ) Toda forma de negligência, discriminação ou violência contra crianças deve ser denunciada. Marque a alternativa com a sequência correta:

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Questão 17 de 30 Q2098030 Q19 da prova

Sobre o papel da escola e dos cuidadores segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assinale a alternativa correta.

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Questão 18 de 30 Q2098032 Q20 da prova

Assinale a alternativa que apresenta todas as assertivas corretas sobre os procedimentos no transporte escolar: I. O controle de presença deve ser feito diariamente no embarque e desembarque dos alunos. II. A comunicação com os responsáveis é opcional e ocorre apenas em casos graves. III. O registro de ocorrências é um procedimento importante para garantir segurança e transparência. IV. A conferência de alunos durante passeios e eventos é dispensável, desde que haja um professor responsável. Podemos afirmar que:

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Questão 19 de 30 Q2098034 Q21 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

'O senhor pode ter a gentileza de me dar fogo.' O vocábulo 'pode', na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo, distingue-se da forma pretérita 'pôde', que manteve o acento diferencial. Todavia, conforme as disposições do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, alguns vocábulos tiveram sua grafia alterada. Com base nisso, identifique em qual alternativa há um vocábulo grafado de forma INCORRETA.

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Questão 20 de 30 Q2098035 Q22 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Ao usar a expressão 'agravado', o autor sugere que:

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Questão 21 de 30 Q2098039 Q24 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Com base na análise sintática do trecho, julgue as afirmativas: I. As expressões 'monótona' e 'enjoada' são predicativos do sujeito que se referem ao sujeito expresso pelo pronome oblíquo 'mim'. II. A expressão 'a voz de uma pessoa' representa o sujeito simples da oração, sendo considerada termo essencial. III. A forma verbal 'dar' apresenta dois termos integrantes da oração: um objeto direto e um objeto indireto, ambos explícitos. IV. A expressão 'ao mendigo' é um termo integrante da oração com função de objeto indireto. V. A expressão 'trocado' tem valor de adjetivo; refere-se ao verbo 'trocar' no particípio, exercendo a função de predicativo do sujeito. É correto o que se afirma em:

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Questão 22 de 30 Q2098040 Q25 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Com base na acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.

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Questão 23 de 30 Q2098042 Q26 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Analise as substituições dos termos destacados no trecho acima pelos pronomes oblíquos correspondentes: I. Naturalmente devo contá-la a um psicanalista. II. Naturalmente devo contar-lhe essa história. III. Naturalmente lhe devo contar essa história. As substituições estão corretas em:

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Questão 24 de 30 Q2098044 Q27 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Leia os trechos extraídos do texto e escolha a alternativa que contém um vício de linguagem conhecido como pleonasmo.

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Questão 25 de 30 Q2098045 Q28 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. A crase pode ser empregada em diversas situações. No trecho, o seu uso ocorre porque a expressão 'à noite' faz parte de uma locução adverbial feminina de tempo. A seguir, observe outros enunciados que apresentam situações de uso da crase. Assinale a alternativa em que o emprego da crase está INCORRETO.

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Questão 26 de 30 Q2098047 Q29 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. No que diz respeito à concordância observada no trecho acima, analise as afirmativas a seguir: I. A forma verbal 'deram' está flexionada no plural para concordar com o núcleo do sujeito 'pastilhas', que também está no plural, garantindo a correta concordância verbal entre sujeito e verbo. II. As formas verbais 'receitou', 'cheguei' e 'aborreceu' estão flexionadas no singular para concordar com um único sujeito, indicando que ambas as ações foram praticadas por essa mesma pessoa. III. Os adjetivos 'desagradável' e 'secreto' exercem a função de caracterizar substantivos diferentes dentro do enunciado, atribuindo a cada um deles qualidades específicas e distintas. É correto o que se afirma em:

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Questão 27 de 30 Q2098049 Q30 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo 'não tenho trocado', ao homem parado na esquina, 'o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo', e ao garçom, 'por favor, mais um pedaço de gelo'. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame. Ora, naturalmente que me trato. Deram-me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo-me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar alto 'Capitão Banana' diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d'água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro − e vosso.

Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Com base no processo de formação do período acima, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA.

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Questão 28 de 30 Q2098052 Q32 da prova

Em 2025, o Brasil será sede de um dos eventos internacionais mais importantes sobre mudanças climáticas, reunindo representantes de diversos países, organizações ambientais, cientistas e líderes políticos. O encontro será realizado na cidade de Belém, no estado do Pará, destacando a importância da Amazônia nas discussões globais sobre o meio ambiente e o futuro do planeta. Como é chamado este evento?

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Questão 29 de 30 Q2098054 Q33 da prova

De acordo com a Lei Complementar nº 018, de 28/11/2006, os órgãos da Prefeitura Municipal de Mondaí/SC, diretamente subordinados ao Chefe do Executivo, serão agrupados em: I. Órgãos de assessoramento - com a responsabilidade de assistir ao Prefeito e dirigentes de alto nível hierárquico no planejamento, na organização e no acompanhamento e controle dos serviços municipais. II. Órgãos da administração indireta - são aqueles que exercem funções públicas, sem estar diretamente subordinados ao Poder Executivo. III. Órgãos auxiliares - são aqueles que executam tarefas administrativas e financeiras, com a finalidade de apoiar aos demais na consecução de seus objetivos institucionais. IV. Órgãos de administração específica - têm a seu cargo a execução dos serviços considerados finais da Administração Municipal. Qual dos itens acima NÃO está correto.

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Questão 30 de 30 Q2098055 Q34 da prova

Segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, o Poder Executivo é exercido pelo Prefeito, com funções:

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