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Prova Médico Urologia - SMS - Pref. Rio de Janeiro/RJ
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Questão 1 de 39 Q1192683 Q1 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

De acordo com o sentido do texto, “o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar” (1º parágrafo), porque:

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Questão 2 de 39 Q1192684 Q2 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

O título desse texto repete o início do samba Conversa de Botequim, de Noel Rosa. Assim, ao afirmar que “pode ser considerado o pai da expressão” (3º parágrafo), o autor reconhece que o compositor:

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Questão 3 de 39 Q1192685 Q3 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

Emprega-se na escrita da palavra discussão o dígrafo ss que, de acordo com a ortografia oficial, completa, também, a lacuna na palavra:

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Questão 4 de 39 Q1192686 Q4 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

Em “Seu garçom, faça o favor”, a palavra em destaque exerce função idêntica e tem o mesmo significado que se verifica em:

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Questão 5 de 39 Q1192687 Q5 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

Os bares ____ (manter) a função de incentivar os frequentadores a aproximações que ____ (facilitar) o diálogo. Neste, ____ (caber), como tema, assuntos variados, que podem ou não gerar mudanças de ponto de vista. A sensatez e a coerência, em geral, ____ (ficar) de fora, porém a conversa de botequim não pressupõe censura nem patrulhamento. As corretas formas verbais para preencher as lacunas desse texto são:

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Questão 6 de 39 Q1192688 Q6 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

Pelo contexto, é possível depreender o significado de uma palavra desconhecida. Assim em “cultivar linguagem vagabunda e misógina” (6º parágrafo), o adjetivo em destaque atribui ao substantivo que caracteriza a seguinte qualidade:

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Questão 7 de 39 Q1192689 Q7 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

“Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.” (4º parágrafo). Altera-se a relação lógica existente e o sentido original da frase no texto, ao reescrevê-la da seguinte forma:

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Questão 8 de 39 Q1192690 Q8 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

No substantivo impertinência (4º parágrafo), há prefixo com significado idêntico ao do que compõe a palavra:

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Questão 9 de 39 Q1192691 Q9 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

É empregada uma palavra típica da linguagem coloquial e informal no seguinte trecho:

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Questão 10 de 39 Q1192692 Q10 da prova
Seu garçom, faça o favor
Mesmo que o amemos com paixão, o Brasil é um país pouco fácil de se elogiar. Os tolos sempre acreditaram no marketing que nos vende como um paraíso tropical, onde tudo é belo e prazeroso, onde não há conflitos a encarar. Já os mais espertos perceberam a falácia do país da cordialidade e do risonho rosto ao sol, e protestam contra nossas dificuldades, das mais fundamentais às mais prosaicas, para o exercício do amor. O mestre Antônio Vieira, por exemplo, reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo; assim como dom João VI ordenou a mudança para o Rio de Janeiro, porque não aguentava mais o mau cheiro nas ruas da Bahia.
Hoje, parte de nós, ao comentar o que somos, exerce uma lógica peculiar e muito original do que podemos chamar de “cultura de botequim”, que domina a cultura brasileira em geral, depois de longo silêncio cuidadoso de desvalorização e de vergonha do que podíamos ser. Ou vir a ser.
A cultura de botequim se manifesta através de outra especialidade nacional, a “conversa de botequim”, à qual se dedicaram, com diferentes posturas e valores, poetas, romancistas e pensadores, sobretudo cariocas. Entre eles, Noel Rosa pode ser considerado o pai da expressão. Grandes artistas nos fizeram conhecer bem esse mundo, em outros momentos do país. Pois, como toda criação dessa natureza, a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece e a influência do lado de fora do botequim.
A conversa de botequim se caracteriza pela irresponsabilidade tóxica de seus praticantes, pela impertinência com que tratam assuntos pertinentes. No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade sem graça. Ninguém vacila em inventar um argumento falso para justificar o que pretende afirmar. Não se dá crédito ao que não serve para impor uma razão pouco razoável. Ganhar a discussão é a prioridade, mesmo que não se saiba o que está certo ou errado, que não se dê muita importância à vitória. Mesmo que estejamos a espremer uma barata na sola do sapato, faremos isso porque é assim que se faz no mundo real dos heróis. Com um sorriso nos lábios, ainda que disfarçadamente triste.
No botequim, o valor de quem fala mais alto, de preferência aos gritos, será sempre superior ao de quem é capaz de raciocinar sem muito escândalo. No botequim, o que vale mesmo é o tapa lerdo nas costas e o sucesso junto a um público que busca diversão na absoluta normalidade. O botequim é, antes de tudo, o lugar de seres normais; dos que serão sempre de um só jeito, os que não querem surpreender e não se surpreenderão. O lugar da paz conquistada pela ignorância. [...]
Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista que cospe no chão, a cultivar linguagem vagabunda e misógina como suprema demonstração de poder e grandeza. Ele não admite mulheres no botequim, porque elas só existem para serem usadas e injuriadas de diferentes modos. A mulher do outro será sempre mais passada, além de suspeita; enquanto a nossa, uma bênção de perfeição e virtude. A conversa de botequim não admite autocrítica, nem revisão da qualidade de matrimônios desgastados. [...]
Cacá Diegues. In: O Globo, 02/09/2019. ADAPTADO. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/seu-garcom-faca-favor-23918701. Acesso em 02/09/2019.

“faremos isso porque é assim que se faz” (4º parágrafo). O verbo em destaque está conjugado no futuro do presente do modo indicativo. Deve ser conjugado no mesmo tempo e modo o verbo entre parênteses, para preencher corretamente a lacuna da frase:

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Questão 11 de 39 Q1192693 Q11 da prova

Na Constituição Federal de 1988, em seu artigo 196, a afirmação “saúde é direito de todos e dever do Estado” traz embutido o conceito de:

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Questão 12 de 39 Q1192694 Q12 da prova

De acordo com a Lei nº 8.142/90, os recursos para cobertura das ações e serviços de saúde serão repassados a Municípios, Estados e Distrito Federal:

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Questão 13 de 39 Q1192695 Q13 da prova

De acordo com a Lei nº 8.080/90, são foros de negociação e pactuação entre gestores, quanto aos aspectos operacionais do Sistema Único de Saúde - SUS:

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Questão 14 de 39 Q1192696 Q14 da prova

A Portaria nº 2436/2017 estabelece a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. De acordo com essa portaria, o processo de trabalho na Atenção Básica caracteriza-se por:

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Questão 15 de 39 Q1192697 Q15 da prova

O documento das Diretrizes do Pacto pela Saúde contempla o pacto firmado entre os gestores do Sistema Único de Saúde – SUS, em suas três dimensões: pela VIDA, em Defesa do SUS e de Gestão. Nesse âmbito, o Pacto pela Vida é definido como:

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Questão 16 de 39 Q1192698 Q16 da prova

Segundo o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/90, o espaço geográfico contínuo constituído por agrupamento de Municípios limítrofes é denominado:

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Questão 17 de 39 Q1192699 Q17 da prova

O Pacto pela Saúde (2006) trouxe novidades em relação ao financiamento do Sistema Único de Saúde – SUS, que passou a ser dividido em blocos de custeio. Em relação especificamente ao Piso da Atenção Básica Variável, ele deve financiar, entre outras estratégias:

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Questão 18 de 39 Q1192701 Q19 da prova

De acordo com o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/90, é função do Conselho Nacional de Saúde:

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Questão 19 de 39 Q1192702 Q20 da prova

A Lei nº 8.080/90 estabelece, em seu artigo 35, alguns critérios para estabelecer os valores a serem repassados a Estados, Distrito Federal e Municípios, entre eles:

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Questão 20 de 39 Q1192703 Q21 da prova

A Lei nº 8.159/91 define arquivos públicos como os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias. À luz dessa lei, os documentos públicos são identificados como:

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Questão 21 de 39 Q1192704 Q22 da prova

No Brasil, os microfilmes produzem os mesmos efeitos legais dos documentos originais e podem, a critério de autoridade competente, ser eliminados. Entretanto, determinados documentos não podem ser eliminados mesmo após sua microfilmagem, são eles:

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Questão 22 de 39 Q1192705 Q23 da prova

Em 2018, o arquivo de uma instituição de saúde decidiu realizar o descarte de prontuários antigos. A legislação brasileira recomenda período mínimo de 20 anos a partir do último registro para guarda de prontuários antes de sua eliminação. Considerando essa legislação, puderam ser eliminados os prontuários:

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Questão 23 de 39 Q1192706 Q24 da prova

Um médico procura o arquivo da instituição onde trabalha para solicitar o prontuário de um de seus pacientes, com intuito de divulgar os dados em uma revista científica. Ao ser questionado sobre a autorização do paciente, o médico esclarece que não a solicitou, pois ele acompanha o paciente há muito tempo e que após a publicação o comunicará. Frente a essa situação o agente de documentação deve:

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Questão 24 de 39 Q1192707 Q25 da prova

O processo de digitalização de prontuários deve ser realizado de forma a garantir integridade, autenticidade e confidencialidade do documento digital, para isso os métodos de digitalização:

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Questão 25 de 39 Q1192708 Q26 da prova

Para profissionais que trabalham com arquivos de suporte em papel é relevante o conhecimento básico sobre conservação preventiva de documentos. O homem é considerado, entre os agentes biológicos externos, o que mais degrada o papel ao manuseá-lo. São também considerados agentes biológicos externos que levam a degradação do papel:

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Questão 26 de 39 Q1192709 Q27 da prova

Os arquivos podem estabelecer rotinas em suas atividades com cuidados que minimizem a ação dos agentes externos de deterioração dos documentos. Dessa forma, pode-se destacar como práticas que diminuem a ação de agentes físicos sobre o papel:

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Questão 27 de 39 Q1192710 Q28 da prova

Após o falecimento do senhor José da Silva, sua esposa procura o arquivo da instituição de saúde onde ele esteve internado, para solicitar a cópia do prontuário de seu falecido companheiro. Mediante a solicitação, o agente de documentação deve:

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Questão 28 de 39 Q1192711 Q29 da prova

A técnica de conservação que tem por objetivo proteger o documento, a partir da armazenagem segura em embalagens adequadas destinadas para esse fim, denomina-se:

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Questão 29 de 39 Q1192712 Q30 da prova

Os arquivos podem ser classificados segundo a natureza dos documentos que estão sob sua guarda. Considerando que os arquivos médicos e hospitalares têm sob sua custódia documentos resultantes das atividades de um campo específico, é possível classificá-los como:

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Questão 30 de 39 Q1192713 Q31 da prova

Historicamente, arquivos, bibliotecas e museus têm a função de guarda de documentos. Embora possuam a função comum de guarda, essas instituições têm objetivos diferentes, sendo o objetivo dos arquivos:

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Questão 31 de 39 Q1192714 Q32 da prova

O arquivo de uma instituição de saúde recebeu o prontuário de três novos pacientes para serem arquivados, são eles: Mariza Souza Pereira, Tiago Tavares Pereira, Dolores da Silva Pereira. O método de arquivamento utilizado pelo arquivo é o alfabético, sendo assim a ordem correta de arquivamento é a seguinte:

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Questão 32 de 39 Q1192715 Q33 da prova

A imagem abaixo é de uma mapoteca, um móvel utilizado para a guarda de mapas e outros documentos de dimensões semelhantes, como plantas e desenhos. Esse móvel permite que os documentos sejam armazenados uns sobre os outros, propiciando seu melhor acondicionamento. O tipo de arquivamento a que esses documentos são submetidos é o:

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Questão 33 de 39 Q1192716 Q34 da prova

Arquivos podem deter sob sua guarda documentos que, pela natureza de seu conteúdo, demandam medidas especiais de proteção quanto a sua guarda e acesso ao público. Documentos desse tipo são classificados como:

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Questão 34 de 39 Q1192717 Q35 da prova

Um prontuário médico em papel pode ser classificado, quanto ao seu gênero, como:

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Questão 35 de 39 Q1192718 Q36 da prova

De acordo com o método de arquivamento alfabético, o prontuário do paciente Antenor Pereira Dias deve ser arquivado da seguinte maneira:

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Questão 36 de 39 Q1192719 Q37 da prova

Seguindo as regras de alfabetação para arquivamento, uma correspondência que tem como remetente o senhor Luciano Couto de Almeida deve ser arquivada da seguinte forma:

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Questão 37 de 39 Q1192720 Q38 da prova

Uma instituição hospitalar recebeu um parecer técnico assinado pelo Dr. José Vieira de Assis Neto. Considerando que o arquivo utiliza o método alfabético para arquivar os documentos sob sua guarda, a forma correta de arquivamento do parecer é:

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Questão 38 de 39 Q1192721 Q39 da prova

O método numérico de arquivamento que consiste na atribuição de um número a cada pessoa, seja ela física ou jurídica, em que a organização das fichas ou pastas obedecem a ordem de entrada, sem qualquer preocupação com ordenação alfabética, chama-se:

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Questão 39 de 39 Q1192722 Q40 da prova

Em instituições de grande porte que arquivam seus documentos por número, como hospitais e bancos, é necessária a utilização de métodos que minimizem os erros no arquivamento e permitam a rápida localização do arquivo desejado. Nesses casos, o método numérico recomendado é o:

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