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Questão 1 de 5Q2376690Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.
Um grande passo para a humanidade
Para os meninos de hoje, as viagens do ônibus espacial são rotina e dizem muito pouco, quando não passam desapercebidas, porque não têm mais emoção e se sucedem com frequência, como se fizessem eternamente parte do dia a dia humano. Mas, quando eu era criança, a conquista do espaço implicava emoções fortes. De repente, Flash Gordon deixava de ser ficção para se materializar nos foguetes russos e americanos que subiam aos céus, levando primeiro cachorros, como a Laica, e depois homens, para dar a volta do planeta em órbitas fantásticas onde aparecíamos aos seus olhos pintados de azuis. (...) De repente, ainda que seguindo os passos de um cronograma lógico e rigoroso, estávamos na lua, com tudo de mítico e lúdico que esse voo tinha. Num dia de julho o homem rompeu a cadeia que o prendia à Terra desde o começo da nossa história; dali para a frente a nova fronteira seria os confins do espaço. O planeta parou para assistir pela televisão ao pouso do módulo lunar na superfície da lua. Meu Deus do céu, assistir pela televisão o homem andar na lua! Não bastava o feito fantástico, a capacidade intelectual e a coragem envolvidas, ainda por cima, nós, míseros mortais espalhados pela superfície do nosso planeta menor, tínhamos a chance de ver, ao vivo, pelas telas das televisões ligadas nos 4 cantos da Terra, a história ser feita, no momento em que a história era feita; na marca maravilhosa gravada para sempre – como um padrão real plantado no cosmos – da pegada da sola da bota de um homem na superfície da lua.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Um grande passo para a humanidade. Crônicas da cidade. Disponível em .
No texto “Um grande passo para a humanidade”, o autor demonstra:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.
Um grande passo para a humanidade
Para os meninos de hoje, as viagens do ônibus espacial são rotina e dizem muito pouco, quando não passam desapercebidas, porque não têm mais emoção e se sucedem com frequência, como se fizessem eternamente parte do dia a dia humano. Mas, quando eu era criança, a conquista do espaço implicava emoções fortes. De repente, Flash Gordon deixava de ser ficção para se materializar nos foguetes russos e americanos que subiam aos céus, levando primeiro cachorros, como a Laica, e depois homens, para dar a volta do planeta em órbitas fantásticas onde aparecíamos aos seus olhos pintados de azuis. (...) De repente, ainda que seguindo os passos de um cronograma lógico e rigoroso, estávamos na lua, com tudo de mítico e lúdico que esse voo tinha. Num dia de julho o homem rompeu a cadeia que o prendia à Terra desde o começo da nossa história; dali para a frente a nova fronteira seria os confins do espaço. O planeta parou para assistir pela televisão ao pouso do módulo lunar na superfície da lua. Meu Deus do céu, assistir pela televisão o homem andar na lua! Não bastava o feito fantástico, a capacidade intelectual e a coragem envolvidas, ainda por cima, nós, míseros mortais espalhados pela superfície do nosso planeta menor, tínhamos a chance de ver, ao vivo, pelas telas das televisões ligadas nos 4 cantos da Terra, a história ser feita, no momento em que a história era feita; na marca maravilhosa gravada para sempre – como um padrão real plantado no cosmos – da pegada da sola da bota de um homem na superfície da lua.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Um grande passo para a humanidade. Crônicas da cidade. Disponível em .
O autor do texto “Um grande passo para a humanidade” apresenta as ideias na forma de:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.
Um grande passo para a humanidade
Para os meninos de hoje, as viagens do ônibus espacial são rotina e dizem muito pouco, quando não passam desapercebidas, porque não têm mais emoção e se sucedem com frequência, como se fizessem eternamente parte do dia a dia humano. Mas, quando eu era criança, a conquista do espaço implicava emoções fortes. De repente, Flash Gordon deixava de ser ficção para se materializar nos foguetes russos e americanos que subiam aos céus, levando primeiro cachorros, como a Laica, e depois homens, para dar a volta do planeta em órbitas fantásticas onde aparecíamos aos seus olhos pintados de azuis. (...) De repente, ainda que seguindo os passos de um cronograma lógico e rigoroso, estávamos na lua, com tudo de mítico e lúdico que esse voo tinha. Num dia de julho o homem rompeu a cadeia que o prendia à Terra desde o começo da nossa história; dali para a frente a nova fronteira seria os confins do espaço. O planeta parou para assistir pela televisão ao pouso do módulo lunar na superfície da lua. Meu Deus do céu, assistir pela televisão o homem andar na lua! Não bastava o feito fantástico, a capacidade intelectual e a coragem envolvidas, ainda por cima, nós, míseros mortais espalhados pela superfície do nosso planeta menor, tínhamos a chance de ver, ao vivo, pelas telas das televisões ligadas nos 4 cantos da Terra, a história ser feita, no momento em que a história era feita; na marca maravilhosa gravada para sempre – como um padrão real plantado no cosmos – da pegada da sola da bota de um homem na superfície da lua.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Um grande passo para a humanidade. Crônicas da cidade. Disponível em .
“Num dia de julho o homem rompeu a cadeia que o prendia à Terra desde o começo da nossa história” A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Assinale a alternativa que apresenta o nome do documento da redação técnica oficial que tem como função transferir direitos de uma pessoa para outra, para assinar em nome da primeira.