Paciente do sexo feminino, 63 anos, ex-tabagista, realizou TC de tórax que evidenciou nódulo pulmonar de 3,1 cm no lobo superior esquerdo, PET-CT com captação no linfonodo subcarinal (SUV 5,2) e broncoscopia negativa. Qual deve ser o próximo passo na abordagem do caso?
São os principais patógenos relacionados à pneumonia associada à ventilação mecânica:
Em relação à ventilação mecânica, assinale a alternativa correta.
Sobre a Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC), assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre o tratamento farmacológico da DPOC, é INCORRETO afirmar que:
Sobre a oxigenoterapia domiciliar prolongada na DPOC, assinale a alternativa INCORRETA.
Em relação ao tratamento de pacientes com bronquiectasias, assinale a alternativa correta.
Sobre o rastreamento de câncer de pulmão, é correto afirmar que:
Sobre a abordagem na cessação do tabagismo, é INCORRETO afirmar que:
Paciente do sexo masculino, 57 anos, trabalhou por 22 anos com jateamento de areia, sem uso adequado de equipamentos de proteção individual. Apresenta quadro de tosse seca, dispneia progressiva e perda ponderal. A TC de tórax realizada evidencia opacidades nodulares e fibrose pulmonar extensa, predominante nos lobos superiores, além de calcificações hilares em “casca de ovo”. Considerando o diagnóstico mais provável, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo masculino, 35 anos, previamente hígido, procura o pronto atendimento com história de febre, mialgia intensa, tosse seca e dispneia progressiva há 6 dias. Paciente se apresenta com taquipneia, hipoxemia (SatO2 89% em ar ambiente) e ausculta pulmonar com alguns estertores crepitantes bilateralmente. TC de tórax mostra opacidades em vidro fosco bilateralmente. Teste rápido positivo para influenza A. O paciente evolui com piora da oxigenação nas primeiras 24 horas de internação, apesar do oxigênio suplementar. Qual é a melhor abordagem inicial de suporte ventilatório para diminuir risco de mortalidade, considerando o cenário de pneumonia viral grave com hipoxemia refratária?
Paciente do sexo masculino, 22 anos, previamente saudável, magro, tabagista e usuário de maconha, apresenta dor torácica súbita em hemitórax direito e dispneia leve, sem fator desencadeante. Nega trauma local. Exame físico: murmúrio vesicular diminuído à direita, sem instabilidade hemodinâmica e sem dessaturação. Radiografia de tórax mostra pneumotórax à direita, ocupando cerca de 20% da cavidade pleural. Qual é a melhor abordagem inicial?
Paciente do sexo feminino, 17 anos, previamente hígida, usuária regular de cigarro eletrônico (vape) há 1 ano, procura o pronto atendimento com quadro de febre, tosse seca intensa, dispneia progressiva e dor torácica bilateral com 4 dias de evolução. No exame da chegada, saturando 88% em ar ambiente, com taquicardia e taquipneia. Radiografia de tórax mostra infiltrado bilateral difuso. TC de tórax evidencia opacidades em vidro fosco e infiltrado peribrônquico bilateral, com áreas de consolidação. Exames laboratoriais mostram leucócitos de 12 mil sem desvio, PCR 120 mg/L, procalcitonina baixa. Hemoculturas negativas. RT-PCR para influenza e covid-19 negativos. Considerando o diagnóstico mais provável, qual seria a melhor conduta?

































