A assistência ao pré-natal é o principal indicador do prognóstico ao nascimento e a sua qualidade reduz consideravelmente os riscos de intercorrências. Com relação à atenção ao pré-natal de baixo risco, proposta pelo Ministério da Saúde, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
) (A captação para o início precoce do pré-natal deve ser realizada até a 12 ª semana de gestação (primeira consulta).
) (As consultas devem ser mensais até a 30 ª semana, quinzenais entre a 30ª e a 36ª semanas e, posteriormente, semanais.
) (A vacina contra a Influenza deve ser aplicada a partir da 20ª semana a toda gestante, em dose única, durante a sazonalidade do vírus.
) (Os exames do segundo trimestre incluem: teste de tolerância para a glicose e Coombs indireto (se for Rh negativo).
Assinale a sequência correta.
De acordo com as diretrizes de reanimação do Programa de Reanimação Neonatal, da Sociedade Brasileira de Pediatria (2022), analise o caso clínico a seguir para responder às questões 32 e 33. Gestante de 26 anos de idade, primigesta, é admitida na maternidade em trabalho de parto. Realizou pré-natal de baixo risco: captação precoce, boa distribuição das consultas, exames de primeiro, segundo e terceiro trimestres dentro dos valores de referência. Evoluiu para parto vaginal, sem intercorrências. Recém-nascido, com idade gestacional de 35 semanas e um dia, nasce com boa vitalidade.
São estratégias de assistência em sala de parto a recém-nascido (RN) que devem ser utilizadas nesse caso clínico, exceto:
O tempo mínimo em segundos para o clampeamento do cordão umbilical desse recém-nascido deve ser de
Analise as vantagens a seguir. I. Favorecer o estabelecimento efetivo do aleitamento materno, respeitando as características individuais. II. Favorecer o risco de infecção relacionado à assistência em serviços de saúde pela presença de acompanhantes. III. Fortalecer o autocuidado e os cuidados com o recém-nascido, a partir de atividades de educação em saúde.
São vantagens do alojamento conjunto, de acordo com Portaria no 2.068-GM do Ministério da Saúde, de 21 de outubro de 2016 (Institui as diretrizes para a organização da atenção integral e humanizada à mulher e ao recém-nascido no Alojamento Conjunto):
Durante a avaliação da díade mãe-filho no alojamento conjunto, um pediatra observa a mamada e nota que as mamas da lactante estão cheias, com aréola tensa e que as bochechas do recém-nascido ficam encovadas. A mãe do bebê relata estar preocupada com o bebê, pois ele já está no terceiro dia de vida, perdeu peso (12% do peso de nascimento), chora muito e larga o peito com frequência. Além disso, informa sentir muita dor para amamentar. É o seu primeiro filho, que nasceu a termo e com peso adequado.
A melhor alternativa para orientar essa nutriz é:
Recém-nascido (RN) a termo (40 semanas e dois dias de idade gestacional), nasceu de parto vaginal, vigoroso, e recebeu cuidados junto à sua mãe; notas de Apgar de 1º e 5º minutos de 9 e 10, respectivamente. Sua mãe fez pré-natal de baixo risco na atenção primária, com inserção precoce e sem intercorrências, exceto por apresentar um episódio de infecção do trato urinário no último trimestre, que foi adequadamente tratada e com controle de cura. A díade mãe-filho está no alojamento conjunto, ambos clinicamente estáveis.
Ao exame físico do RN com 18 horas de vida, observou-se uma lesão vesicopustulosa sem eritema ao redor na porção inferior da face e duas lesões na região cervical. Nessas mesmas áreas observaram-se outras lesões maculares hiperpigmentadas. O RN não apresenta outras alterações ao exame físico e está sugando bem ao seio materno.
A melhor conduta nesse caso é:
Recém-nascido a termo (39 semanas de idade gestacional), adequado para a idade gestacional, nasceu vigoroso, recebeu cuidados junto à sua mãe e nota de Apgar de 1º minuto de 9 e 5º minuto de 10. Transferido ao alojamento conjunto com sua mãe, que fez pré-natal, sem intercorrências. Com 24 horas de vida, o recém-nascido está estável, sem alterações ao exame físico, com temperatura axilar de 36,8 °C e sugando o seio materno, quando foi realizado o teste da oximetria que mostrou uma saturação de oxigênio (SpO2) menor que 89 em membro superior direito e em um dos membros inferiores.
Diante desse resultado, qual é a melhor conduta?
Segundo o Ministério da Saúde (Portaria no 2.068, de 21 de outubro de 2016), a alta da mulher e do recém-nascido (RN) em alojamento conjunto deverá ser realizada mediante elaboração de projeto terapêutico singular, considerando-se, para o tempo de alta, as necessidades individuais.
Nesse contexto, analise os critérios a seguir.
I. Aparecimento de icterícia nas primeiras 24 horas de vida em RN a termo e adequado para a idade gestacional que não necessitou de fototerapia.
II. Avaliação e vigilância adequadas do RN para sepse neonatal precoce, com base nos fatores de risco materno e prevenção de infeção pelo estreptococo do grupo B.
III. Avaliação de icterícia, preferencialmente transcutânea, e utilização do nomograma de Bhutani para avaliar a necessidade de acompanhamento dos níveis de bilirrubina.
IV. RN termo com peso adequado ou pequeno para a idade gestacional ou grande para a idade gestacional, sem comorbidades e com exame físico normal.
São critérios a serem observados para a alta hospitalar a partir da permanência mínima de 24 horas em alojamento conjunto propostas pelo Ministério da Saúde:
A hipótese diagnóstica mais provável da hiperbilirrubinemia para esse RNPT é icterícia
De acordo com os gráficos, a conduta recomendada para esse RNPT é:
































