Em relação ao hipotireoidismo congênito, analise as assertivas abaixo:
A hipovitaminose D em crianças deve ter sua profilaxia iniciada na consulta pediátrica. Em relação às recomendações, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
| ( ) | Banho de sol durante 10 minutos/dia sem protetor solar supre as necessidades de vitamina D até os 6 meses. |
| ( ) | A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda suplementação de 400UI diárias de vitamina D até os 12 meses. |
| ( ) | A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda suplementação de 600UI diárias de vitamina D para crianças de 12 a 24 meses. |
| ( ) | Leite humano de lactante com níveis normais de vitamina D supre as necessidades do lactente até os 6 meses. |
| ( ) | Dietas vegetarianas podem ser causa de hipovitaminose D. |
Assinale a alternativa que reúne características de um derrame pleural cujo agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis.
Recém-nascido com 26 dias de vida, em aleitamento materno exclusivo, é levado à consulta de puericultura. A mãe refere que o filho está bem, mas que ela está com dor no corpo, febre (até 39ºC) nas últimas 24 horas, calafrios, prostração e observou uma área avermelhada, dolorosa, localizada no quadrante superior externo da mama esquerda. Qual é o diagnóstico e qual deve ser a orientação quanto à amamentação?
Menino de oito anos, com edema facial e tosse há dois dias. Ao exame, está afebril, com edema bipalpebral. PA: 135x100 mmHg, FC: 90 bpm, bulhas rítmicas com fonese normal e estertores subcrepitantes em bases. Abdome plano, fígado a 2,5 cm do rebordo costal direito, edema de +/++ em membros inferiores, com pequenas lesões crostosas. Exames laboratoriais: urina: densidade de 1025, pH: 5,5, leucócitos: 3.250/mL; hemácias: 98.000/mL; raras bactérias, albumina “+”. Ureia: 31mg/dL; creatinina: 0.6mg/dL. Raio-X de tórax: aumento discreto da área cardíaca. A hipótese diagnóstica e o marcador laboratorial a ser solicitado são:
Menino de quatro meses, previamente hígido, é levado à unidade de emergência pediátrica por um episódio de crise convulsiva tônico-clônica com duração de cinco minutos. A mãe nega episódios semelhantes anteriores, mas refere febre há mais de 24 horas. Ao exame, está febril e sonolento, facilmente despertável a quaisquer estímulos. Não tem sinais de irritação meníngea. No restante do exame, tem como positivo apenas hiperemia de orofaringe. Dentre as abordagens a seguir, qual deverá ser a imediata?
Menina de quatro anos está com tosse há vários dias com secreção e obstrução nasal. Há 12 horas com febre e prostração. Ao exame, tem hiperemia de faringe com drenagem de secreção posterior, a visualização do vestíbulo nasal mostra crostas amareladas. A hipótese diagnóstica de rinossinusite é realizada por:
Lactente com 1 ano e 6 meses tem lesões pápulo-eritematosas lineares, aos pares, que iniciaram há três meses, localizadas, sobretudo, nos membros. Há prurido intenso e piora nos dias de calor. Nos últimos dois meses, teve três episódios de agudização das lesões que duraram uma semana e deixaram manchas hipercrômicas. A mãe procura relacionar a piora das lesões em um dos episódios com a ingestão de tomate. Não há história semelhante em outros membros da família. Com base nos dados clínicos, a alternativa que sugere a melhor hipótese diagnóstica e o tratamento adequados são:
Menino de três anos é levado à consulta de rotina. As vacinas estão em dia e o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado. Na história alimentar, tem a ingesta de quatro a cinco mamadeiras de leite de vaca ao dia e eventual aceitação de carne vermelha e de verduras (a referência é de que ele não gosta). O exame físico mostra sobrepeso evidente e está hipocorado ++/4+. O diagnóstico mais provável é que o pré-escolar seja portador de:
































