O melhor tratamento para pacientes portadoras de neoplasia de colo uterino estádio (Est) Ia1, com anatomopatológico de carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado, com margens cirúrgicas livres, ausência de invasão linfovascular e prole completa é
No que se refere à vacina contra o HPV, liberada recentemente, é correto afirmar que
No que se refere à vulvodinia, assinale a alternativa INCORRETA.
Paciente, 49 anos, IMC: 28, com sangramento vaginal irregular, cólicas importantes há 1 ano, sem resposta a hormonioterapia, tem cirurgia (histerectomia) indicada. Na avaliação pré-operatória são imprescindíveis
Paciente, 70 anos, apresenta prurido vulvar há vários anos, sem secreção, sem sangramento. No exame da vulva, identifica-se lesão avermelhada, de aspecto eczematoso, com estrias brancas e bordos pouco definidos. A conduta mais adequada é
Diante de um quadro recente de náuseas e vômitos em uma paciente em pós-operatório de neoplasia de ovário Est II C, o próximo passo do manejo deve incluir
Mulher nuligesta, 22 anos, há 8 meses com menometrorragia. A ecografia pélvica transvaginal revelou mioma submucoso de 1,6 cm de diâmetro, determinando distorção da cavidade uterina. A melhor conduta é
Em relação ao adenocarcinoma in situ, do colo uterino, pode-se afirmar que
Apresenta desenvolvimento mamário com ausência de desenvolvimento significativo de pelos pubianos e axilares, sendo que a vagina está encurtada. Geneticamente são homens, mas tem um defeito no receptor androgênico localizado no cromossomo X. A concentração de testosterona está na faixa de normal para homens. Este quadro é compatível com
G2P1, 39 anos, 27 semanas e hipertensão crônica desde os 25 anos de idade. Na primeira gestação, a paciente teve pré-eclâmpsia grave com 26 semanas, síndrome HELLP e o bebê evoluiu com óbito neonatal. Em uso da metildopa 500 mg 2 vezes ao dia, pré-natal sem intercorrências, proteinúria no primeiro trimestre de 200 mg/24 horas. Nega outras patologias ou alergias. Procura o Centro Obstétrico com cefaleia e mal-estar. Ao exame: pressão arterial de 150/70 mmHg, BCF 130 bpm. Colo uterino conservado. Exames iniciais: relação proteina/creatinina: 1,5; ácido úrico 7,5 mg/dL; plaquetas 140.000/mm³; LDH 550 UI/L e TGO 30 U/L. Ecografia: fetocefálico, percentil 10, ILA 5,5cm. Doppler fetal demonstrando artéria umbilical com diástole zero e artéria cerebral média normal. Foi iniciada administração de sulfato de magnésio e a paciente está assintomática, com PA 140/90 mm Hg. Qual a conduta a seguir?
Com relação à distocia de ombro, segundo as recomendações do Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia, é correto afirmar que
Assinale a alternativa INCORRETA em relação aos resultados de testes compatíveis com o diagnóstico de diabetes na gestação, incluindo o diabetes gestacional.
































