Amália, 28 anos, G 0, última menstruação há cerca de 14 dias, chega na urgência com história de dor abdominal há 7 dias, sem melhora com analgésicos e anti-inflamatórios. Ao exame, apresenta dor à palpação em fossa ilíaca esquerda, DB negativo. A ultrassonografia transvaginal apresentou útero AVF, centrado, volume de 68cm3, anexo esquerdo com volume aumentado (aproximadamente 35cm3), bem como imagem anecóica com finos debris em seu interior e vascularização acentuada ao doppler, além de pequena quantidade de líquido livre em fundo de saco. Qual a melhor conduta nesse caso?
Durante consulta ginecológica de rotina, Celina, 32 anos, refere mastalgia à direita há 5 meses e nódulo palpável. Sem histórico familiar de câncer de mama, nega uso de anticoncepcional e relações sexuais. Realizada ultrassonografia de mama, apresentou imagem anecóica regular de aproximadamente 1.3cm em mama direita, sem calcificações e sombra acústica posterior. Qual provável diagnóstico?
Paciente primigesta, 41 semanas, chega à urgência obstétrica com ultrassonografia que apresenta ILA = 3cm e placenta Grau III. Ao toque vaginal, apresenta colo posterior, impérvio e grosso; BCF = 146 bpm. Qual a conduta adequada?
Uma paciente de 26 anos chega ao consultório com 16 semanas de gestação e diagnóstico ultrassonográfico de anencefalia fetal, apresenta desejo de interrupção da gestação. Como proceder nesse caso?
Uma adolescente de 15 anos apresenta queixa de atraso menstrual, refere ciclo menstrual irregular, a última menstruação foi há 43 dias. Relata relação sexual sem proteção, mamas dolorosas e descarga mamilar esbranquiçada. Quais exames laboratoriais mais indicados para confirmação diagnóstica?
O abortamento consiste em expulsão do concepto intrauterino:
O Paciente de 22 anos, G 0, procura atendimento na urgência devido quadro de dor abdominal intensa de início súbito e sem melhora com analgésicos. Nega disúria e febre, funções de eliminação presentes e normais. Refere atraso menstrual de 12 dias, vida sexual ativa, sem parceiro fixo, uso irregular de preservativos e ciclos regulares. Ao exame: Bom estado geral, PA = 90x70mmHg, Fc = 87 bom, abdome flácido, dor a palpação profunda em fossa ilíaca direita, descompressão brusca negativa. Ao toque vaginal: Útero retrovertido, intrapélvico, com dor a palpação anexial direita. A principal hipótese diagnóstica é:
Em gestações gemelares, o achado ultrassonográfico de membrana intergemelar com aspecto de T investido tem qual significado?
Quais os dois maiores fatores de risco para câncer de mama?
Gestante de 36 semanas com história de sangramento vaginal intenso, vermelho vivo e indolor. Relata ser o 5º episódio no decorrer da gestação, sendo este o mais intenso. Ao exame físico: Colo uterino normal, BCF = 148bpm, regular, e apresentação cefálica alta. Metrossístoles ausentes e exame especular apresentado colo uterino fechado, epitelizado e com sangramento intenso pelo orifício externo. Qual diagnóstico clínico?
A restrição de crescimento intra-uterino (CIUR) ocorre quando o feto não atinge o tamanho esperado ou determinado pelo seu potencial genético, sendo identificada clinicamente quando o peso fetal está abaixo do percentil 10 para a idade gestacional. Em relação ao CIUR, qual a alternativa incorreta?
Paciente G 3P1A1, IG = 23 semanas, apresenta história de trabalho de parto prematuro (31 semanas) na gestação anterior culminando com longo período de internação da criança na UTI e atraso no desenvolvimento; veio à consulta do pré-natal de alto risco apresentando exames laboratoriais de rotina normais. Ao exame: Ganho de peso adequado, PA = 120x70mmHg, FC = 88 bpm e Tax = 36,8ºC, AU = 17 cm, colo grosso, posterior com orifício externo permeável e orifício interno fechado. BCF = 143bpm. Qual conduta adequada?
Ana, 30 anos, comparece ao ambulatório com queixa de diminuição da libido e falta de sensação orgásmica durante a relação sexual com seu parceiro. Após avaliação adequada, percebe-se a necessidade de introdução medicamentosa para estimulação do orgasmo. Qual o fármaco indicado?
Paciente de 19 anos procura o ginecologista com história de corrimento vaginal esverdeado, espumoso, de odor fétido e irritação na vulva há 30 dias. Refere prática de relações sexuais com múltiplos parceiros e sem preservativos. Ao exame: Cérvice eritematosa e frágil. O exame de secreção vaginal evidenciou protozoário unicelular, móvel e flagelado. Qual diagnóstico adequado?
Qual exame mais indicado e possível diagnóstico nesse caso?
Considerando o diagnóstico acima, qual o tratamento deve ser instituído?
Letícia, 45 anos, chega com história de dor em baixo ventre há 7 dias. Percebe presença de tumoração em fossa ilíaca esquerda durante toque bimanual, sem demais alterações no exame físico. A ultrassonografia identificou cisto simples em ovário esquerdo, com aproximadamente 6.3cm de diâmetro. Qual procedimento indicado para essa paciente?
Paciente com IG = 35 semanas é atendida na urgência apresentando perda acentuada de líquido via vaginal há 1 hora. Ao exame, PA = 100x70mmHg, AU = 33 cm, BCF = 141 bpm. Exame especular evidenciando liquido claro em FSD com padrão arboriforme em lamina a freco. A USG de urgência revela feto único, cefálico, com peso estimado de 2.300g e ILA = 5. Qual diagnóstico?
Quais sorologias devem ser solicitadas para prevenção e tratamento precoce durante o pré-natal?
Qual a linha de orientação na apresentação cefálica defletida de 1º grau?
Geralmente, o trabalho de parto inicia-se espontaneamente entre as 37 e as 40 semanas de gestação, e existem sinais que indicam que a grávida vai entrar em trabalho de parto, como a perda do tampão mucoso e a rotura da bolsa das águas. Além disso, a grávida começa a ter contrações irregulares, as quais vão se intensificando, até ficarem regulares. A partir desse momento, iniciam-se as fases clínica do parto, que são, respectivamente:

































