J.R.M., sexo masculino, 42 anos, trabalhador da área de tecnologia em informática, não praticante de atividade física regular, sofreu uma lesão em coxa direita durante uma partida de futebol de que participou no final de semana. O exame físico e funcional mostrou limitação dos movimentos de flexão do joelho (ativo e passivo), com presença de dor durante todo o movimento em quadríceps. Pela queixa imediata de dor, o fisioterapeuta resolve usar um recurso analgésico e opta pelo TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea). Considerando o caso clínico apresentado, verifica-se que o TENS
Um jovem de 19 anos foi resgatado pelo serviço médico de urgência e levado ao setor de pronto atendimento do hospital de urgências da cidade. Durante o exame, observa-se batimento palpebral e frequência respiratória de 58 incursões respiratórias por minuto e aumento da temperatura corporal (39º C). Foi solicitado um exame de gasometria arterial que retornou com os seguintes resultados: pH= 7,58; PaCO2= 19 mmHg; BR (bicarbonato real)= 23 mM/L; BE (excesso de bases) = -5,2. Com base no caso clínico apresentado, tem-se o seguinte:
A Resolução n. 424, de 08 de Julho de 2013 (D.O.U. nº 147, Seção 1, de 01/08/2013), estabelece o Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia, instrumento norteador para as condutas dos profissionais fisioterapeutas e que também serve de parâmetro para punições de desvios éticos durante a prática profissional. Com base no código de ética, verifica-se que
A paralisia cerebral é uma condição de saúde que gera grandes desafios para a conduta fisioterapêutica, bem como para os pais e cuidadores. Considerada como um grupo de desordens do desenvolvimento do movimento e da postura, resultantes de uma lesão encefálica, a paralisia cerebral é responsável por várias limitações das atividades da vida diária, da cognição e comunicação do indivíduo. Sobre a paralisia cerebral e atuação do fisioterapeuta, verifica-se que a paralisia cerebral
J.C.F.R., 28 anos, sexo masculino, relata que em um jogo de tênis recreativo, ao fazer um deslocamento lateral para defender um saque, “virou o pé para dentro” (sic). Ele referiu muita dor no momento e ouviu um “estalo” (sic), sendo que a região lateral do pé, próxima ao tornozelo, começou a inchar imediatamente. Seus amigos o levaram para o pronto atendimento e foi diagnosticada uma entorse de tornozelo. Sobre essa lesão, nota-se que
























