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Prova Engenheiro Área Civil - DAE - Pref. Bauru/SP
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Questão 1 de 34 Q2065510 Q1 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

Após a leitura do texto, podemos concluir que, no primeiro parágrafo do texto, o narrador fica surpreso ao ver:

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Questão 2 de 34 Q2065513 Q2 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

O texto lido caracteriza -se como:

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Questão 3 de 34 Q2065515 Q3 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

O texto reflete sobre os problemas das grandes cidades e sobre o isolamento das pessoas. Isso fica explícito em:

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Questão 4 de 34 Q2065517 Q4 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

Na frase: “Ainda era cedo. Pouco depois das 20h”, as palavras destacadas são classificadas morfológica e respectivamente em:

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Questão 5 de 34 Q2065519 Q5 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

A respeito da palavra “ruelas”, retirada do texto é correto afirmar que:

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Questão 6 de 34 Q2065521 Q6 da prova
Texto para questões 1 a 6. SOCORRO! QUERO UM VIZINHO Ainda era cedo. Pouco depois das 20h . (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha” , como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de pra ça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei. Concluí que a construçã o civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro -me ao enfoque social da ha bitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pe ssoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e fo rçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma -se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim. Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à po rta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado. (Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: Acesso em: 12 ago. 2014.

“Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. A vírgula foi empregada no trecho, em destaque, pelo mesmo motivo de:

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Questão 7 de 34 Q2065528 Q10 da prova

Que tipo de sujeito, temos na frase: “Entrei em pânico e desliguei.”

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Questão 8 de 34 Q2065531 Q12 da prova

Em sistemas de bombeamento é comum a ocorrência de fenômenos h idráulicos causados pela mudança abrupta do regime de escoamento. Essas mudanças ocorrem principalmente durante a partida das bombas, abertura ou fechamento de válvulas, paradas do sistema de bombeamento por queda no fornecimento de energia e entre outros. Tais fenômenos são conhecidos como transitórios hidráulicos ou golpe de aríete. Em projetos de estações elevatórias é imprescindível a realização de estudos de forma a minimizar os efeitos desses fenômenos com o emprego de dispositivos de proteção. Assinale a alternativa que contemple um desses dispositivos de proteção utilizados em projetos de estações elevatórias de água com emprego de bombas centrífugas:

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Questão 9 de 34 Q2065532 Q13 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 16682:2018 – Projeto de linha de recalque para sistema de esgotamento sanitário, a velocidade máxima para o dimensionamento das tubulações não deve ultrapassar 3,0 m/s, salvo em situações técnica e economicamente justificadas. Para a definição da velocidade máxima devem -se considerar os seguintes fatores, exceto :

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Questão 10 de 34 Q2065534 Q14 da prova

Em projetos de rede de distribuição de água potável é recomendado a divisão da região de abastecimento em áreas menores, denominadas zonas de pressão, de forma a assegurar que as pressões estejam dentro dos limites máximo e mínimo estabelecidos pela norma ABNT NBR 12218:2017. Seguindo essa norma e considerando uma região com topografia não acidentada, as pressões nas tubulações devem obedecer aos seguintes val ores:

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Questão 11 de 34 Q2065536 Q15 da prova

O Reservatório de distribuição é um dos elementos do sistema de abastecimento de água destinado a regularizar as variações entre as vazões de adução e de distribuição, além de condicionar as pressões na rede de distribuição. Sobre reservatórios de distribuição de água para abastecimento público, de acordo com a norma ABNT NBR 12217:1994 é correto afirmar que, exceto :

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Questão 12 de 34 Q2065539 Q16 da prova

Os projetos hidráulico-sanitários das tubulações que compõem as redes coletoras de esgoto devem considerar os seguintes aspectos principais, exceto :

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Questão 13 de 34 Q2065540 Q17 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 9649:1986: Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário, as lâminas d’água devem ser sempre calculadas admitindo o escoamento em regime uniforme e permanente, sendo o seu valor máximo, para vazão final (Qf), igual ou inferior a ________ do diâmetro do coletor. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do enunciado.

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Questão 14 de 34 Q2065542 Q18 da prova

Para o projeto de sistemas de esgotamento sanitário, é fundamental a estimativa dos coeficientes de variação de vazão, uma vez que a vazão de esgoto sanitário não é distribuída uniformemente ao longo dos dias e horários. Entre eles, destaca-se o K 1 (coeficiente de máxima vazão diária), que pode ser definido como:

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Questão 15 de 34 Q2065544 Q19 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 9649:1986: Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário, cada trecho deve ser verificado pelo critério de tensão trativa média de valor mínimo de:

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Questão 16 de 34 Q2065546 Q20 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 9649:1986: Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário, a máxima declividade admissível é aquela para a qual se tenha velocidade final de:

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Questão 17 de 34 Q2065548 Q21 da prova

Sifão invertido é:

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Questão 18 de 34 Q2065550 Q22 da prova

A coagulação é uma etapa fundamental no tratamento de água de abastecimento e resulta da ação individual ou combinada de diversos mecanismos, exceto :

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Questão 19 de 34 Q2065552 Q23 da prova

Atualmente, aproximadamente 30% do abastecimento de água no município de Bauru provém do manancial superficial do rio Batalha. Após passar por processos de tratamento físico e químico na Estação de Tratamento de Água (ETA), essa água é distribuída a população. A Estação de Tratamento de Água de Bauru segue o modelo convencional de ciclo completo que passa pelas seguintes etapas ou fases no processo de tratamento da água:

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Questão 20 de 34 Q2065554 Q24 da prova

A presença de matéria orgânica natural (MON) na água bruta de um manancial deve ser cuidadosamente monitorada para, a depender dos processos empregados em uma Estação de Tratamento de Água, controlar a formação de subprodutos indesejáveis nas etapas de pré-cloração ou desinfecção da água, por exemplo. São medidas indiretas da presença de MON na água, exceto :

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Questão 21 de 34 Q2065555 Q25 da prova

O encaminhamento dos resíduos de Estações de Tratamento de Água (ETA), tais como água de lavagem de filtros e da descarga de decantadores, a Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) tem sido uma alternativa considerada em muitos municípios brasileiros. São potenciais vantagens deste procedimento, exceto :

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Questão 22 de 34 Q2065557 Q26 da prova

As cianotoxinas são metabólitos secundários biologicamente ativos produzidos pelas ciano bactérias. Mananciais de abastecimento eutrofizados costumam abrigar intensa proliferação desses microrganismos, o que pode gerar necessidade de adequações tecnológicas e operacionais em Estações de Tratamento de Água. Entre os processos de tratamento listados a seguir, assinale o menos eficiente para remoção de microcistina dissolvida na água bruta em elevadas concentrações (>20 µg/L):

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Questão 23 de 34 Q2065559 Q27 da prova

A captação de água bruta em um manancial superficial deve considerar o seu regime típico de vazões para se avaliar a (in)suficiência de água para atender àquela demanda. Nesse sentido, é importante o conhecimento da curva de duração (ou curva de permanência) de vazões daquele determinado curso d’água. Esta curva expressa:

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Questão 24 de 34 Q2065561 Q28 da prova

A norma ABNT NBR 12209:2011 – Elaboração de projetos hidráulicos -sanitários de estações de tratamento de esgotos sanitários apresenta a classificação dos métodos de tratamento de esgoto. Assinale a alternativa que corresponde ao conjunto de operações e processos unitários que objetivam, prioritariamente à remoção de nutrientes ou de microrganismos:

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Questão 25 de 34 Q2065563 Q29 da prova

A relação entre os valores de DBO e DQO no esgoto sanitário (respectivamente, Demanda Bioquímica de Oxigênio e Demanda Química de Oxigênio), pode ser um indicador da biodegradabilidade do efluente. Provavelmente, seria considerado mais facilmente tratável por meios biológicos o esgoto bruto que possuir razão DBO/DQO:

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Questão 26 de 34 Q2065565 Q30 da prova

O sistema de lodos ativados para tratamento de esgoto sanitário pode ser definido como:

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Questão 27 de 34 Q2065584 Q40 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 8953:2015 os concretos para fins estruturais são classificados nos grupos I e II, conforme a resistência característica à compressão (f ck). Assim, o concreto estrutural classificado com C30 apresenta resistência característica à compressão de:

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Questão 28 de 34 Q2065586 Q41 da prova

De acordo com a norma ABNT NBR 6118:2014 a armadura mínima de tração, em elementos em elementos estruturais armados ou protendidos deve ser determinada pelo dimensionamento da seção a um momento fletor mínimo dado pela expressão a seguir: Md,min = 0,8 W 0 fctk,sup onde: W0 é o módulo de resistência da seção transversal bruta de concreto, relativo à fibra mais tracionada; fctk,sup é a resistência característica do concreto à tração. Alternativamente, a armadura mínima pode ser considerada atendida se for respeitada a taxa mínima de armadura. Para uma seção retangular, f ck = 20 MPa e pressupondo-se o uso de aço CA -50, d/h = 0,8 e c = 1,4 e s = 1,15, qual o valor mínimo da taxa de armadura de flexão para vigas, em porcentagem:

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Questão 29 de 34 Q2065592 Q44 da prova

A letra F da denominação do cimento Portland - CP II –F–40, significa:

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Questão 30 de 34 Q2065595 Q46 da prova

Em conformidade com a Lei Orgânica do Município, analisar a sentença abaixo: Constituem bens públicos municipais as coisas móveis e imóveis pertencentes ao município de Bauru, bem como todos os seus créditos, direitos e ações (1° parte), sendo autorizada a alienação dos bens municipais por ato exclusivo do Prefeito, no exercício da administração dos bens municipais (2° parte). A realização de obras públicas municipais somente poderá ser realizada mediante licitação (3° parte). Ao Município compete suplementar a legislação federal e estadual, no que couber (4° parte). A sentença está:

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Questão 31 de 34 Q2065597 Q47 da prova

Assinale a alternativa CORRETA a respeito do que dispõe a Constituição Federal sobre a Administração Pública.

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Questão 32 de 34 Q2065599 Q48 da prova

Em conformidade com a Lei Municipal nº 1.574, de 1º de janeiro de 1971 – Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Bauru, assinale a alternativa INCORRETA:

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Questão 33 de 34 Q2065601 Q49 da prova

Em conformidade com a Lei Municipal nº 3.781, de 21 de outubro de 1994 – Dispõe sobre o Direito de Petição e sobre o Regime Disciplinar do Servidor Público Municipal de Bauru, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 34 de 34 Q2065603 Q50 da prova

Lei Municipal n° 6.366 de 17 de junho de 2013 - Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores do Departamento de Água e Esgoto de Bauru, assinale a alternativa INCORRETA:

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