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Prova Enfermeiro - Pref. Andradas/MG
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Questão 1 de 27 Q2127223 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

O título se justifica pelo fato de

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Questão 2 de 27 Q2127225 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

O vocábulo grifado pode ser substituído, sem alteração do sentido original, pela palavra identificada entre parênteses, EXCETO em:

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Questão 3 de 27 Q2127227 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

Segundo a autora, NÃO se caracteriza como apropriação cultural

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Questão 4 de 27 Q2127228 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

Segundo a autora, só NÃO explica o fato de apropriação cultural não ser o mesmo que intercâmbio de culturas a

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Questão 5 de 27 Q2127230 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

No trecho “Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe, e por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais.”, a autora

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Questão 6 de 27 Q2127232 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém , sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe , e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao -cultural -e-um-problema -do-sistema -nao-de-individuos/ . Acesso em: 05/04/2017. [ adaptado ].

É CORRETO afirmar que, no texto “Apropriação cultura é um problema do sistema, não de indivíduos”, o uso da primeira pessoa

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Questão 7 de 27 Q2127233 Q7 da prova

Leia as afirmativas sobre o uso da pontuação no texto. ( ) No trecho “preto favelado”, as aspas foram usadas com o obj etivo de destacar expressão pouco comum. ( ) Em “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”, as aspas foram usadas para sinalizar discurso direto. ( ) Nos trechos “Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe” e “Por exemplo: durante muito tempo”, a vírgula e os dois pontos foram usados para assinalar a inversão de adjuntos adverbiais. ( ) O uso das vírgulas é facultativo no trecho “mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda.” Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

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Questão 8 de 27 Q2127235 Q8 da prova

No trecho “Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas , e esvaziamento de conceitos.”, o termo destacado per tence à mesma classe gramatical que em:

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Questão 9 de 27 Q2127236 Q9 da prova

A função dos trechos destacados está INCORRETAMENTE identificada entre parênteses, em:

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Questão 10 de 27 Q2127238 Q10 da prova

A relação entre as orações, estabelecida pela conjunção destacada, está INCORRETAMENTE identificada entre parênteses, em:

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Questão 11 de 27 Q2127240 Q11 da prova

Um documento com a extensão “.pps” está associada ao programa:

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Questão 12 de 27 Q2127241 Q12 da prova

Um usuário utilizando o MS Excel 2010 em português, preenche o valor 100 na célula A1 e quer que ele se repita até a linha 5. Para isso, seleciona-se da célula A1 até a A5 e pressiona-se um comando. Com esse comando, todas as células serão preenchidas com o valor 100. As teclas de atalho que executam este comando são.

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Questão 13 de 27 Q2127243 Q13 da prova

Sobre a busca na Web, utilizando o site de busca Google , para e ncontrar os tópicos mais comuns marcados por hashtags , utiliza-se o operador:

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Questão 14 de 27 Q2127246 Q15 da prova

Assinale a alternativa que apresenta a categoria do software utilizado para se efetuar cópias de segurança dos arquivos de um computador.

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Questão 15 de 27 Q2127248 Q16 da prova

São princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO :

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Questão 16 de 27 Q2127251 Q18 da prova

Paciente de 34 anos, sexo masculino, chega ao Centro de Saúde relatando febre alta, dores no corpo e articulações, prostração e dor de cabeça. Início dos sintomas há 02 dias, sem queixas respiratórias. Avaliad o por enfermeira durante acolhimento, observado manchas vermelhas no corpo e encaminhado para atendimento médico. Considerando o caso descrito, são hipóteses diagnósticas mais prováveis, EXCETO :

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Questão 17 de 27 Q2127253 Q19 da prova

A Política Nacional de Promoção de Saúde tem como objetivo promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes. Nesta política foram priorizadas ações voltadas a, EXCETO :

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Questão 18 de 27 Q2127255 Q20 da prova

Correlacione a COLUNA I com a COLUNA II. COLUNA I COLUNA II 1. Taxa de incidência . ( ) É o número de indivíduos morrendo durante um período específico de tempo após o início da doença ou diagnóstico/número de indivíduos com a doença específica. 2. Taxa de mortalidade . ( ) É o número de casos de uma doença ocorrendo na população durante um determinado período de tempo/número de pessoas sob o risco de desenvolver a doença neste período de tempo. 3. Taxa de letalidade . ( ) É o número de casos de uma doença presente na população em um dado momento/número de pessoas no momento. 4. Prevalên cia. ( ) É o número total de mortes por todas as causas em 01 ano/número de pessoas na população no meio do ano. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA .

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Questão 19 de 27 Q2127259 Q22 da prova

Um grande desafio atual para as equipes de Atenção Básica é a Atenção em Saúde para as doenças crônicas. Os enfermeiros têm papel preponderant e no controle e monitoramento das doenças crônicas. Com relação à consulta de enfermagem , para os usuários acometidos por doenças crônicas , é INCORRETO afirmar que:

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Questão 20 de 27 Q2127260 Q23 da prova

Sobre a administração de vacinas analise as afirmativas a seguir: I. Na utilização da via intradérmica, a vacina é introduzida por via da derme, que é a camada superficial da pele. Esta via proporciona uma lenta absorção das vacinas administradas. O volume máximo a ser administrado por esta via é 0,5ml. II. Para aspirar o conteúdo de vacina do vidro -frasco deve -se realizar a limpeza da tampa de borracha com algodão seco evitando assim a perda do potencial de ação de vacinas. III. Deve -se escolher a seringa e a agulha apropriadas, acoplar a seringa com agulha no vidro -frasco, aspirar o imunobiológico, descartar a agulha e acoplar nova agulha para introdução da vacina no usuário. IV. Na utilização da via intramuscular, o imunobiológico é introduzido no tecido muscular, sendo apropriado para a administração de um volume máximo de 5ml. V. Os equipamentos de refrigeração devem ser exclusivos para o acondicionamento de imunobiológicos utilizados pelo Programa Nacional de Imunizações Estão CORRETAS as afirmativas .

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Questão 21 de 27 Q2127262 Q24 da prova

A Estratégia Saúde da Família (ESF), responsabiliza-se pela saúde da população com ações permanentes de vigilância em saúde. Sobre a vigilância em saúde, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas . ( ) A vigilância em saúde compreende ações de supervisão e monitoramento do trabalho dos profissionais de saúde, em especial, da equipe de técnicos. ( ) O conceito de vigilância em saúde inclui: a vigilância e o controle das doenças transmissíveis; a vigilância das doenças e dos agravos não transmissíveis; a vigilância da situação de saúde, vigilância ambiental em saúde, vigilância da saúde do trabalhador e a vigilância sanitária. ( ) Vigilância epidemiológica é um “conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos”. ( ) Outra área que se incorpora nas ações de vigilância em saúde é a saúde do trabalhador que se entende como sendo um conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores. ( ) Uma maneira de registrar as informações de vigilância em saúde é alimentando os sistemas de informação em saúde, como por exemplo, o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB). Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA .

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Questão 22 de 27 Q2127264 Q25 da prova

A atenção domiciliar surge como alternativa ao cuidado hospitalar, provocando a possibilidade de retomar o domicílio como espaço para produção de cuidado e despontando como um dispositivo para a produção de novos arranjos tecnológicos do trabalho em saúde. Sobre a atenção domiciliar , é INCORRETO afirmar que:

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Questão 23 de 27 Q2127265 Q26 da prova

São atribuições específicas do Enfermeiro na atenção básica da saúde da família, EXCETO :

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Questão 24 de 27 Q2127267 Q27 da prova

A dengue é, hoje, uma das doenças mais frequentes no Brasil, atingindo a população em todos os estados, independente da classe social. Sobre a dengue, é CORRETO afirmar que:

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Questão 25 de 27 Q2127268 Q28 da prova

As feridas crônicas têm acometido a população idosa no Brasil em virtude da associação com doenças crônicas descompensadas e têm se tornando uma grande demanda no serviço de atenção básica. Sobre o cuidado de feridas crônicas, é INCORRETO afirmar que:

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Questão 26 de 27 Q2127271 Q29 da prova

O enfermeiro, em sua prática, está em constante processo educativo. Especialmente na atenção básica, realiza ações educativas junto ao paciente, seus familiares e ao pessoal de enfermagem fortalecendo a autonomia dos sujeitos para uma cidadania ativa e participação social. Nesse contexto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas . ( ) A educação continuada é um processo dinâmico de ensino -aprendizagem , ativo e permanente, destinado a atualizar e melhorar a capacidade de pessoas, ou grupos, face à evolução científico -tecnológica, às necessidades sociais e aos objetivos e metas institucionais. ( ) A educação permanente é um compromisso pessoal a ser aprendido, conquistado com as mudanças de atitudes que emergem das experiências vividas, mediante a relação com os outros, com o meio, com o trabalho, na busca das transformações pessoal, profissional e social. ( ) Os conselhos locais de saúde foram idealizados como formas de participação popular, onde os profissionais e a comunidade possam discutir sobre as questões de seus interesses, bem como elaborarem propostas a serem levadas e defendidas em instâncias decisórias, a exemplo dos conselhos e conferências municipais de saúde. ( ) Os grupos operativos são caracterizados pela formação de grupos de trabalho que realizam cursos e eventos para os profissionais da atenção básica. ( ) Os conselhos locais de saúde são destacados como instrumentos bastante significativos para a construção de uma nova forma de se trabalhar a saúde. O usuário passa a integrar o quadro de pessoal da unidade de saúde para vigilância e supervisão das ações dos profissionais. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA .

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Questão 27 de 27 Q2127272 Q30 da prova

O trabalho do enfermeiro na Estratégia Saúde da Família (ESF) exige o desenvolvimento de habilidades e estratégias que permitam a eficiência na prevenção e promoção da saúde. Sobre essa reflexão, assinale a alternativa INCORRETA .

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