O fato apresentado no excerto foi reconhecido como um problema global de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que, para promover a segurança do paciente em nível global, estabeleceu medidas por meio de uma Aliança Mundial para Segurança do Paciente (World Alliance for PatientySafety). No Brasil, o Programa Nacional para Segurança do Paciente (PNSP) foi lançado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da publicação da Portaria nº 529, em 1º de abril de 2013. Partindo do entendimento dessa política, a Cultura de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde é entendida como
Com base no do entendimento da Política Nacional para Segurança do Paciente, é considerado exemplo de caracterização da Cultura de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde:
De acordo com o Ministério da Saúde (2022), até o momento, são reconhecidos três grupos populacionais considerados de maior risco para formas graves da Monkeypox: crianças menores de 8 anos, pessoas imunossuprimidas (independente da causa) e gestantes. Portanto, gestantes estão entre as prioridades para
Em caso suspeito de Monkeypox, as medidas imediatas de controle são, entre outras,
De acordo como o Ministério da Saúde, a vacinação durante a gestação não objetiva somente a proteção da gestante mas também a do feto. Dessa forma, recomenda-se que a mulher gestante deva iniciar ou complementar seu esquema vacinal caso seu calendário não esteja atualizado. Sobre a indicação da Vacina dT (Difteria e Tétano) e dTpa (Difteria, Tétano e Coqueluche [Pertussis acelular]) para gestante/puérpera, considere as orientações abaixo.
A partir desse caso, identifica-se como uma das causas do erro de imunização
Diante desse caso, além da notificação do evento adverso, partindo da instituição de uma Cultura de Segurança do Paciente nessa unidade, deve-se
Uma das orientações que deverá ser dada às mães vacinadas inadvertidamente é que deverão
Após a visita, o agente comunitário informou à enfermeira da UBS do bairro a situação da adolescente gestante para que esta pudesse iniciar o pré-natal (primeiro trimestre). Assim, a enfermeira agendou uma visita com a adolescente e, ao visitá-la, recomendou que ela iniciasse a rotina de pré-natal, reforçando a importância da participação da parceria sexual durante as consultas. Na primeira consulta, os fatores de risco identificados pela enfermeira foram:
Há aspectos importantes a serem abordados pela equipe de saúde durante o acompanhamento do pré-natal, principalmente para adolescentes de 10 a 19 anos. Dessa forma, considerando as dúvidas da adolescente quanto à gravidez e aos possíveis fatores de risco identificados no caso, a enfermeira deve informá-la sobre
Considerando o fato de Ana Maria ser uma gestante adolescente e os possíveis fatores de risco atrelados a essa gravidez, a enfermeira deverá
Na avaliação do risco gestacional em todas as adolescentes grávidas, é necessário realizar o diagnóstico precoce e o de intercorrências, incluindo as variáveis psicossociais para a prevenção de situações de risco. Nessa faixa etária, as principais comorbidades a serem rastreadas são as
Se a adolescente gestante não conhece o seu histórico vacinal e não tem mais o cartão de vacinas da infância, além de outras recomendações de praxe, a enfermeira deve orientá-la quanto ao quadro vacinal necessário para mulheres grávidas. Assim, além da dT e/ou dTpa, são indicadas, atualmente, as vacinas contra
Conforme com a Convenção Interamericana de Belém do Pará, a violência contra a mulher é definida como: 'qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada'. O Ministério da Saúde utiliza a classificação adotada pela Lei Maria da Penha, que circunscreve a violência de gênero em contexto mais amplo das injúrias vivenciadas, tais como as de natureza física, psicológica, sexual, moral e patrimonial. Sobre essa classificação, considere as definições abaixo.
Uma gestante foi atendida por um médico de família, apresentando neuralgia no nervo intercostal por uma semana. Para controle da dor, o médico prescreveu nimesulida 100 mg, duas vezes ao dia, por uma semana, que foi dispensada pela farmácia. A paciente tomou um total de 6 doses, conforme prescrição médica, e, uma semana depois, foi realizar uma ultrassonografia previamente agendada. Durante o procedimento, foi apresentado o diagnóstico de oligohidrâmnio (baixa produção de líquido amniótico). Considerando que a gestação é uma situação de alto risco e o uso de medicamentos, nessa condição, deve ser avaliado com cautela tendo em vista a segurança da mulher e do feto, no caso apresentado, aconteceu um erro por
No Brasil, a sífilis, durante a gestação, ainda é observada em uma proporção significativa de mulheres. Sobre as medidas de prevenção e controle da sífilis na gestante ou da sífilis congênita, considere as afirmações abaixo.
No dia 22 de maio de 2022, A.C.B.S, 23 anos, segundagesta, compareceu à Unidade de Saúde para atendimento do pré-natal de risco habitual com a enfermeira e apresentou o resultado do exame de Beta HCG positivo. Ela informou que a sua última menstruação foi no dia 19 de março de 2022. Negou queixas no momento da consulta. Com base nas informações do Ministério da Saúde (BRASIL, 2012) e na regra de Näegele, a data provável do parto e a Idade Gestacional de A. C. B. S. são, respectivamente,
Parturiente é admitida no Centro Obstétrico (CO) proveniente do acolhimento e em decorrência da classificação de risco da maternidade. Ao ser examinada pela equipe do acolhimento, foi atestado que ela está no primeiro período do trabalho de parto com contrações uterinas regulares e com dilatação cervical de 5 cm. Com base nessas informações e de acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (BRASIL, 2017) que preveem as condutas adequadas para observações e monitoração da parturiente, o Enfermeiro Obstetra (EO) deve
De acordo com o Manual de Parto, Aborto e Puerpério – Assistência Humanizada à Mulher (BRASIL, 2001), o partograma é uma representação gráfica do trabalho de parto que permite acompanhar sua evolução, documentar e diagnosticar alterações bem como indicar a tomada de condutas apropriadas para a correção dessas alterações, evitando intervenções desnecessárias. Para tanto, é fundamental que o(a) Enfermeiro(a) Obstetra saiba que, no partograma,
Paciente M.C.F, internada em trabalho de parto no período expulsivo, foi assistida pelo(a) enfermeiro (a) obstetra. Pariu feto vivo, sexo masculino, com apgar 9/10. De acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (BRASIL, 2016), a recomendação para a assistência ao recém-nascido, imediatamente após o parto, consiste em realizar
Puérpera V.M.C encontra-se no alojamento conjunto com o seu filho, que nasceu de parto normal e está de alta hospitalar. Informa ao enfermeiro obstetra (EO) que deseja amamentar o bebê por 6 meses, mas não quer engravidar novamente. Assim, o EO forneceu orientações sobre o planejamento reprodutivo no pós-parto. Segundo o Caderno de Saúde Sexual e reprodutiva (BRASIL, 2013), a puérpera
Gestante J.S.S, 32 anos, compareceu ao pré-natal de risco habitual e foi atendida por um enfermeiro, que constatou o seguinte: pressão arterial 200x93 mmHg, edema moderado em membros inferiores e cefaléia. A gestante foi encaminhada imediatamente para a maternidade de referência em alto risco. Após nova avaliação, ela foi medicada permanecendo internada. Foi aferida novamente a pressão arterial, que apresentou valores de PA 130x85 mmHg. De acordo com o Manual de Gestação de Alto Risco (BRASIL, 2022), o enfermeiro obstetra deve posicionar a gestante em decúbito lateral esquerdo, administrar a medicação prescrita e comunicar ao médico responsável se
Puérpera P.L.S, vivendo com vírus da imunodeficiência humana HIV, é submetida à cesariana eletiva após confirmação de idade gestacional de 38 semanas. Ela se encontra no pós-parto imediato, e o médico que a atendeu prescreveu cabergolina para bloqueio da lactação. Diante dessa situação, o Manual de Gestação de Alto Risco (BRASIL, 2022) preconiza que a lactação deve ser bloqueada no pós-parto imediato, dado o risco de transmissão vertical, administrando, por via oral,
Puérpera, em 4º dia pós-parto, internada no alojamento conjunto e acompanhando o primeiro filho, que se encontra internando na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), procurou o serviço de apoio ao aleitamento materno com queixas de desconforto e edema nas mamas. Após avaliação de um enfermeiro obstetra (EO), foram confirmados sinais e sintomas de ingurgitamento mamário patológico. Segundo o Caderno de Atenção Primária Aleitamento Materno e Alimentação Complementar (BRASIL, 2015), uma das medidas recomendadas é:
A eclâmpsia é uma emergência obstétrica e requer atendimento imediato. As bases do tratamento são a manutenção da função cardiorrespiratória, o controle das convulsões, a prevenção de sua recorrência, a correção da hipoxemia e da acidose materna e o controle da hipertensão. Considerando as informações do Manual Técnico sobre Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde (BRASIL, 2022), entre os passos iniciais a serem adotados no manejo da convulsão eclâmptica, deve-se
Com base nessas informações, na sintomatologia referida e no que prediz o Manual de Alto Risco (BRASIL, 2022), a gestante se encontra com sinais de
O manejo adequado desse caso, na vigência do sangramento ativo, exige que o enfermeiro obstetra (EO)
M.A.D, 25 anos, solteira, procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) para iniciar o pré-natal com queixas de náuseas e vômitos há 5 dias e com exame BHCG positivo. Baseado no quadro apresentando pela gestante e de acordo com o Caderno 32 de Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco (2012), o Enfermeiro Obstetra (EO) orienta a gestante a consumir uma dieta fracionada com

































