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Prova Eletricista de Autos - Pref. Barbosa Ferraz/PR
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Questão 1 de 18 Q1280207 Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras

Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1, daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2, ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.

CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

De acordo com as informações explicitadas na crônica, a mãe do autor:

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Questão 2 de 18 Q1280208 Q2 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras

Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1, daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2, ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.

CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Qual é o grau de parentesco entre Alba e Bosco, mencionados no terceiro parágrafo do texto, e o autor da crônica?

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Questão 3 de 18 Q1280209 Q3 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras

Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1, daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2, ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.

CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a separação silábica dos vocábulos “matematicamente”, “derrame” e “amarronzados”:

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Questão 4 de 18 Q1280210 Q5 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras

Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1, daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2, ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.

CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Qual é o plural dos substantivos “fogão de lenha”, “panela de barro” e “fogão a gás”?

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Questão 5 de 18 Q1280212 Q7 da prova

Considerando que você percorreu uma distância de 800km de carro. Quanto você teria percorrido se fosse em metros?

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Questão 6 de 18 Q1280213 Q8 da prova

Segundo o último censo do IBGE (2022), qual é a estimativa de população do município de Barbosa Ferraz?

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Questão 7 de 18 Q1280214 Q9 da prova

A tragédia que afeta o Rio Grande do Sul é marcada por diversos fatores e aspectos que resultam no maior desastre socioambiental que o estado já sofreu na história, conforme afirma o governo do estado. As chuvas intensas provocaram uma série de fenômenos, tais como:

I - Inundações.
II - Queimadas.
III - Tremores de terra.
IV - Deslizamentos.
V - Vulcanismo.

Estão corretas as afirmativas:

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Questão 8 de 18 Q1280215 Q10 da prova

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o preço da gasolina é influenciado por diversos fatores, como:

( ) preço do petróleo no mercado internacional.
( ) questões geopolíticas.
( ) demanda global.
( ) número de veículos per capita.
( ) influências das estações.

A sequência correta de cima para baixo é:

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Questão 9 de 18 Q1280216 Q11 da prova

Durante a instalação de um sistema de som automotivo em um veículo de médio porte, um eletricista de autos enfrenta um desafio ao escolher o tipo adequado de fusível para proteger o circuito. Considerando uma configuração que inclui um amplificador com um consumo de corrente de 30 amperes e uma fonte de alimentação de 12 volts, a escolha correta do fusível é essencial para evitar danos por sobrecorrente. Qual das seguintes opções é o tipo mais apropriado de fusível a ser utilizado neste caso e por quê?

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Questão 10 de 18 Q1280217 Q12 da prova

Um eletricista automotivo está configurando o sistema de injeção eletrônica de um veículo flex. Ele precisa escolher o material correto para substituir um trecho danificado do chicote de fios, que é essencial para o funcionamento correto dos sensores e atuadores do sistema. Qual tipo de material é mais indicado para substituir o trecho danificado do chicote de fios do sistema de injeção eletrônica, garantindo durabilidade e confiabilidade?

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Questão 11 de 18 Q1280218 Q13 da prova

Em um processo de diagnóstico de falhas elétricas em um automóvel, um eletricista de autos utiliza um osciloscópio automotivo para identificar oscilações irregulares no sinal de um sensor de rotação. Este sensor é crucial para o desempenho do motor, e qualquer leitura incorreta pode resultar em mau funcionamento do veículo. Qual é o procedimento correto para utilizar um osciloscópio automotivo na análise do sinal de um sensor de rotação?

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Questão 12 de 18 Q1280221 Q16 da prova

Considerando a importância da higiene pessoal em um ambiente de trabalho, especialmente em uma oficina mecânica onde eletricistas de autos estão frequentemente expostos a óleos, graxas e produtos químicos, é crucial manter práticas adequadas de higiene para prevenir problemas de saúde. Qual das seguintes práticas é a mais recomendada para eletricistas de autos após a conclusão de um serviço que envolve o contato direto com substâncias químicas?

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Questão 13 de 18 Q1280222 Q17 da prova

Em uma oficina automotiva, a manutenção da higiene dos equipamentos e ferramentas não é apenas uma questão de organização, mas uma necessidade para a segurança e eficiência dos trabalhos realizados. Qual é o procedimento mais adequado para a limpeza de ferramentas elétricas usadas por eletricistas de autos, que frequentemente acumulam graxa e sujeira durante o serviço?

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Questão 14 de 18 Q1280223 Q18 da prova

Um eletricista de autos está trabalhando na instalação de um sistema avançado de telemetria em um veículo de competição. Este sistema é fundamental para monitorar o desempenho do carro durante corridas, coletando dados de vários sensores e transmitindo-os em tempo real para a equipe técnica. A instalação requer precisão e conhecimento sobre a integração de sistemas eletrônicos em ambientes de alta performance. Qual é o método mais eficaz para garantir que a instalação do sistema de telemetria não interfira com outros sistemas eletrônicos do veículo e ofereça confiabilidade nos dados coletados durante uma corrida?

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Questão 15 de 18 Q1280225 Q20 da prova

Na oficina automotiva, a manipulação de componentes elétricos pode apresentar riscos significativos de choques elétricos, especialmente quando os procedimentos de segurança não são seguidos corretamente. A implementação de medidas preventivas é fundamental para proteger os trabalhadores. Qual medida é considerada a mais eficaz para prevenir choques elétricos em eletricistas de autos durante o trabalho com o sistema elétrico do veículo?

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Questão 16 de 18 Q1280226 Q21 da prova

Eletricistas de autos frequentemente lidam com substâncias químicas perigosas, como baterias contendo ácido sulfúrico e fluidos de freio. A exposição inadequada a esses químicos pode resultar em acidentes graves. Qual estratégia é essencial para minimizar o risco de lesões químicas em uma oficina automotiva?

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Questão 17 de 18 Q1280229 Q24 da prova

Considerando a crescente complexidade dos sistemas elétricos automotivos e a necessidade de manutenção segura destes, os eletricistas de autos devem estar equipados com os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) adequados para prevenir acidentes, especialmente ao trabalhar com alta tensão. Qual equipamento de proteção é essencial para um eletricista de autos ao realizar diagnósticos e reparos em sistemas elétricos de veículos híbridos ou elétricos, onde as tensões podem ser significativamente mais altas que em veículos convencionais?

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Questão 18 de 18 Q1280230 Q25 da prova

Ao trabalhar em oficinas, os eletricistas de autos estão expostos a diversos riscos, incluindo fatores ambientais como ruído de máquinas e emissões de veículos. A escolha apropriada de equipamentos de proteção individual é crucial para mitigar esses riscos. Qual EPI é mais adequado para proteger eletricistas de autos dos riscos respiratórios associados ao escapamento de veículos em um ambiente fechado?

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