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Prova Eletricista - Comurg - Pref. Goiânia/GO
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Questão 1 de 26 Q1888819 Q1 da prova
Para responder às questões de 01 a 04, leia o texto a seguir.

A eletricidade
Um lampejo de luz e um trovão foram provavelmente a primeira experiência que os homens primitivos tiveram com a eletricidade. Por certo ficaram muito assustados, porque não sabiam ainda do que se tratava... Somente muito mais tarde se descobriu que o raio nada mais é do que uma descarga de eletricidade estática. Ainda um raio, mas depois de muitos séculos de progresso, permitiu as primeiras descobertas importantes sobre eletricidade. Em 1752, um americano chamado Benjamin Franklin arriscou a vida, mas conseguiu demonstrar que o raio se tratava exatamente de uma potentíssima descarga elétrica. Uma cidade iluminada à noite, com luzes feéricas e néon, nos parece hoje em dia muito normal. E, se, por qualquer problema, falta corrente elétrica, tudo pára: luzes, elevadores, geladeiras, rádio e TV... No entanto, a luz elétrica surge somente a partir do início do Século XX. E antigamente, como era? Arte, música e espetáculos devem muito ao desenvolvimento, no passado, dos conhecimentos no campo da eletricidade e da eletrônica. Cinema e fotografia, aparelhos de reprodução em alta fidelidade, videocâmeras e computadores funcionam graças à eletricidade e são hoje partes inseparáveis de nossa vida cotidiana.
Mantegazza, Geovanna. A eletricidade. São Paulo: L&PM, 1996. [Adaptado]

Esse texto é, predominantemente,

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Questão 2 de 26 Q1888821 Q2 da prova
Para responder às questões de 01 a 04, leia o texto a seguir.

A eletricidade
Um lampejo de luz e um trovão foram provavelmente a primeira experiência que os homens primitivos tiveram com a eletricidade. Por certo ficaram muito assustados, porque não sabiam ainda do que se tratava... Somente muito mais tarde se descobriu que o raio nada mais é do que uma descarga de eletricidade estática. Ainda um raio, mas depois de muitos séculos de progresso, permitiu as primeiras descobertas importantes sobre eletricidade. Em 1752, um americano chamado Benjamin Franklin arriscou a vida, mas conseguiu demonstrar que o raio se tratava exatamente de uma potentíssima descarga elétrica. Uma cidade iluminada à noite, com luzes feéricas e néon, nos parece hoje em dia muito normal. E, se, por qualquer problema, falta corrente elétrica, tudo pára: luzes, elevadores, geladeiras, rádio e TV... No entanto, a luz elétrica surge somente a partir do início do Século XX. E antigamente, como era? Arte, música e espetáculos devem muito ao desenvolvimento, no passado, dos conhecimentos no campo da eletricidade e da eletrônica. Cinema e fotografia, aparelhos de reprodução em alta fidelidade, videocâmeras e computadores funcionam graças à eletricidade e são hoje partes inseparáveis de nossa vida cotidiana.
Mantegazza, Geovanna. A eletricidade. São Paulo: L&PM, 1996. [Adaptado]

Conforme o texto,

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Questão 3 de 26 Q1888822 Q3 da prova
Para responder às questões de 01 a 04, leia o texto a seguir.

A eletricidade
Um lampejo de luz e um trovão foram provavelmente a primeira experiência que os homens primitivos tiveram com a eletricidade. Por certo ficaram muito assustados, porque não sabiam ainda do que se tratava... Somente muito mais tarde se descobriu que o raio nada mais é do que uma descarga de eletricidade estática. Ainda um raio, mas depois de muitos séculos de progresso, permitiu as primeiras descobertas importantes sobre eletricidade. Em 1752, um americano chamado Benjamin Franklin arriscou a vida, mas conseguiu demonstrar que o raio se tratava exatamente de uma potentíssima descarga elétrica. Uma cidade iluminada à noite, com luzes feéricas e néon, nos parece hoje em dia muito normal. E, se, por qualquer problema, falta corrente elétrica, tudo pára: luzes, elevadores, geladeiras, rádio e TV... No entanto, a luz elétrica surge somente a partir do início do Século XX. E antigamente, como era? Arte, música e espetáculos devem muito ao desenvolvimento, no passado, dos conhecimentos no campo da eletricidade e da eletrônica. Cinema e fotografia, aparelhos de reprodução em alta fidelidade, videocâmeras e computadores funcionam graças à eletricidade e são hoje partes inseparáveis de nossa vida cotidiana.
Mantegazza, Geovanna. A eletricidade. São Paulo: L&PM, 1996. [Adaptado]

A expressão No entanto, destacada no terceiro parágrafo do texto, tem sentido equivalente ao da palavra

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Questão 4 de 26 Q1888824 Q4 da prova
Para responder às questões de 01 a 04, leia o texto a seguir.

A eletricidade
Um lampejo de luz e um trovão foram provavelmente a primeira experiência que os homens primitivos tiveram com a eletricidade. Por certo ficaram muito assustados, porque não sabiam ainda do que se tratava... Somente muito mais tarde se descobriu que o raio nada mais é do que uma descarga de eletricidade estática. Ainda um raio, mas depois de muitos séculos de progresso, permitiu as primeiras descobertas importantes sobre eletricidade. Em 1752, um americano chamado Benjamin Franklin arriscou a vida, mas conseguiu demonstrar que o raio se tratava exatamente de uma potentíssima descarga elétrica. Uma cidade iluminada à noite, com luzes feéricas e néon, nos parece hoje em dia muito normal. E, se, por qualquer problema, falta corrente elétrica, tudo pára: luzes, elevadores, geladeiras, rádio e TV... No entanto, a luz elétrica surge somente a partir do início do Século XX. E antigamente, como era? Arte, música e espetáculos devem muito ao desenvolvimento, no passado, dos conhecimentos no campo da eletricidade e da eletrônica. Cinema e fotografia, aparelhos de reprodução em alta fidelidade, videocâmeras e computadores funcionam graças à eletricidade e são hoje partes inseparáveis de nossa vida cotidiana.
Mantegazza, Geovanna. A eletricidade. São Paulo: L&PM, 1996. [Adaptado]

Os verbos permitiu, arriscou e conseguiu demonstrar, destacados no segundo parágrafo, expressam ações que

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Questão 5 de 26 Q1888826 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 05 a 08.

Sem mãe para deletar
Quando saio ao terraço, vejo o garoto pela janela do prédio em frente, a partir de duas da tarde. Tem cerca de dez anos e passa o dia sentado em seu quarto, diante da televisão, e sempre num desenho animado. A diferença é que seu rosto fica a três palmos da tela, e esta é daquelas de parede, com mais de 50 polegadas. Ninguém assiste de tão perto a uma TV dessas. Mas ele não está vendo TV. Está no computador – o teclado e o monitor ficam bem debaixo da supertela. A cena se repete pelo resto do dia e invade a noite e a madrugada. Quando eu próprio acho que é hora e saio apagando as luzes do meu apartamento, deixo-o lá, acordadíssimo, digitando sob um Pernalonga gigante. Assim como eu, ele mora na quadra da praia, a qual não é de jogar fora. Vem gente de longe para conhecer o Leblon. Nesta semana, tivemos uma ressaca que atirou areia na pista, levantou parte do calçadão e fez a delícia dos surfistas. Foi um espetáculo bonito. Posso apostar que ele não desceu para apreciá-lo. Corre na televisão um comercial de outro garoto sentado ao computador, sendo admoestado pela mãe: "Larga essa internet, Pedro Henrique!", ou coisa que o valha. Pedro Henrique, de frente para a câmera e de costas para a mãe, faz todas as caras de aporrinhação e tédio. A mãe não tem esse direito. De repente, ele perde a paciência. Digita alguns controles e, ploft, "deleta" a mãe. Era o que faltava para a sua felicidade: livrar-se daquela chata. A internet agora é só dele − ou ele, dela. Meu jovem vizinho aqui no Leblon é mais feliz: não precisa deletar a mãe. Nunca vi um adulto no dito apartamento. E, se houver, nunca foi a seu quarto mandá-lo largar o teclado e ir fazer qualquer outra coisa. Mas tanto faz se há ou não esse adulto. O guri mora sozinho.
Ruy Castro. Folha de S. Paulo, São Paulo, 04 ago. 2007, p. 02

O autor do texto critica

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Questão 6 de 26 Q1888828 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 05 a 08.

Sem mãe para deletar
Quando saio ao terraço, vejo o garoto pela janela do prédio em frente, a partir de duas da tarde. Tem cerca de dez anos e passa o dia sentado em seu quarto, diante da televisão, e sempre num desenho animado. A diferença é que seu rosto fica a três palmos da tela, e esta é daquelas de parede, com mais de 50 polegadas. Ninguém assiste de tão perto a uma TV dessas. Mas ele não está vendo TV. Está no computador – o teclado e o monitor ficam bem debaixo da supertela. A cena se repete pelo resto do dia e invade a noite e a madrugada. Quando eu próprio acho que é hora e saio apagando as luzes do meu apartamento, deixo-o lá, acordadíssimo, digitando sob um Pernalonga gigante. Assim como eu, ele mora na quadra da praia, a qual não é de jogar fora. Vem gente de longe para conhecer o Leblon. Nesta semana, tivemos uma ressaca que atirou areia na pista, levantou parte do calçadão e fez a delícia dos surfistas. Foi um espetáculo bonito. Posso apostar que ele não desceu para apreciá-lo. Corre na televisão um comercial de outro garoto sentado ao computador, sendo admoestado pela mãe: "Larga essa internet, Pedro Henrique!", ou coisa que o valha. Pedro Henrique, de frente para a câmera e de costas para a mãe, faz todas as caras de aporrinhação e tédio. A mãe não tem esse direito. De repente, ele perde a paciência. Digita alguns controles e, ploft, "deleta" a mãe. Era o que faltava para a sua felicidade: livrar-se daquela chata. A internet agora é só dele − ou ele, dela. Meu jovem vizinho aqui no Leblon é mais feliz: não precisa deletar a mãe. Nunca vi um adulto no dito apartamento. E, se houver, nunca foi a seu quarto mandá-lo largar o teclado e ir fazer qualquer outra coisa. Mas tanto faz se há ou não esse adulto. O guri mora sozinho.
Ruy Castro. Folha de S. Paulo, São Paulo, 04 ago. 2007, p. 02

Em “A internet agora é só dele − ou ele, dela”, o autor sugere que o usuário da internet

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Questão 7 de 26 Q1888829 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 05 a 08.

Sem mãe para deletar
Quando saio ao terraço, vejo o garoto pela janela do prédio em frente, a partir de duas da tarde. Tem cerca de dez anos e passa o dia sentado em seu quarto, diante da televisão, e sempre num desenho animado. A diferença é que seu rosto fica a três palmos da tela, e esta é daquelas de parede, com mais de 50 polegadas. Ninguém assiste de tão perto a uma TV dessas. Mas ele não está vendo TV. Está no computador – o teclado e o monitor ficam bem debaixo da supertela. A cena se repete pelo resto do dia e invade a noite e a madrugada. Quando eu próprio acho que é hora e saio apagando as luzes do meu apartamento, deixo-o lá, acordadíssimo, digitando sob um Pernalonga gigante. Assim como eu, ele mora na quadra da praia, a qual não é de jogar fora. Vem gente de longe para conhecer o Leblon. Nesta semana, tivemos uma ressaca que atirou areia na pista, levantou parte do calçadão e fez a delícia dos surfistas. Foi um espetáculo bonito. Posso apostar que ele não desceu para apreciá-lo. Corre na televisão um comercial de outro garoto sentado ao computador, sendo admoestado pela mãe: "Larga essa internet, Pedro Henrique!", ou coisa que o valha. Pedro Henrique, de frente para a câmera e de costas para a mãe, faz todas as caras de aporrinhação e tédio. A mãe não tem esse direito. De repente, ele perde a paciência. Digita alguns controles e, ploft, "deleta" a mãe. Era o que faltava para a sua felicidade: livrar-se daquela chata. A internet agora é só dele − ou ele, dela. Meu jovem vizinho aqui no Leblon é mais feliz: não precisa deletar a mãe. Nunca vi um adulto no dito apartamento. E, se houver, nunca foi a seu quarto mandá-lo largar o teclado e ir fazer qualquer outra coisa. Mas tanto faz se há ou não esse adulto. O guri mora sozinho.
Ruy Castro. Folha de S. Paulo, São Paulo, 04 ago. 2007, p. 02

A vírgula é usada para separar o vocativo em:

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Questão 8 de 26 Q1888831 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 05 a 08.

Sem mãe para deletar
Quando saio ao terraço, vejo o garoto pela janela do prédio em frente, a partir de duas da tarde. Tem cerca de dez anos e passa o dia sentado em seu quarto, diante da televisão, e sempre num desenho animado. A diferença é que seu rosto fica a três palmos da tela, e esta é daquelas de parede, com mais de 50 polegadas. Ninguém assiste de tão perto a uma TV dessas. Mas ele não está vendo TV. Está no computador – o teclado e o monitor ficam bem debaixo da supertela. A cena se repete pelo resto do dia e invade a noite e a madrugada. Quando eu próprio acho que é hora e saio apagando as luzes do meu apartamento, deixo-o lá, acordadíssimo, digitando sob um Pernalonga gigante. Assim como eu, ele mora na quadra da praia, a qual não é de jogar fora. Vem gente de longe para conhecer o Leblon. Nesta semana, tivemos uma ressaca que atirou areia na pista, levantou parte do calçadão e fez a delícia dos surfistas. Foi um espetáculo bonito. Posso apostar que ele não desceu para apreciá-lo. Corre na televisão um comercial de outro garoto sentado ao computador, sendo admoestado pela mãe: "Larga essa internet, Pedro Henrique!", ou coisa que o valha. Pedro Henrique, de frente para a câmera e de costas para a mãe, faz todas as caras de aporrinhação e tédio. A mãe não tem esse direito. De repente, ele perde a paciência. Digita alguns controles e, ploft, "deleta" a mãe. Era o que faltava para a sua felicidade: livrar-se daquela chata. A internet agora é só dele − ou ele, dela. Meu jovem vizinho aqui no Leblon é mais feliz: não precisa deletar a mãe. Nunca vi um adulto no dito apartamento. E, se houver, nunca foi a seu quarto mandá-lo largar o teclado e ir fazer qualquer outra coisa. Mas tanto faz se há ou não esse adulto. O guri mora sozinho.
Ruy Castro. Folha de S. Paulo, São Paulo, 04 ago. 2007, p. 02

O discurso direto é usado em:

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Questão 9 de 26 Q1888838 Q12 da prova

Segundo reportagem publicada no jornal Diário da Manhã (14 de agosto de 2007, pág. 9), com referência ao ensino superior, existem no Brasil 2.200 instituições privadas e 245 públicas. De acordo com esses dados, as instituições públicas representam, em relação ao total de instituições do Brasil, aproximadamente,

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Questão 10 de 26 Q1888844 Q15 da prova

Em uma indústria de materiais elétricos, a quantidade de peças confeccionadas é igual a 7 vezes a quantidade de horas utilizadas em sua produção. Para que essa empresa produza 315 peças, quantas horas de trabalho serão necessárias?

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Questão 11 de 26 Q1888845 Q16 da prova

De um rolo de fio com 100 metros, um eletricista retirou 15 metros e dividiu o restante em 4 partes iguais. Dessa forma, quanto mede cada uma das partes?

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Questão 12 de 26 Q1888853 Q20 da prova

Numa loja de calçados, um cliente comprou dois pares de tênis e uma sandália e pagou R$ 330,00. Um outro cliente levou um par de tênis e duas sandálias, pagando R$ 300,00. Sabendo-se que os tênis e as sandálias compradas pelos dois clientes são de marcas e modelos iguais, o preço do par de tênis é

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Questão 13 de 26 Q1888855 Q21 da prova

O conceito de força eletromotriz é extremamente importante no estudo de alguns fenômenos elétricos. Em qual equipamento, a força eletromotriz de origem mecânica provoca uma diferença de potencial nos seus terminais?

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Questão 14 de 26 Q1888857 Q22 da prova

Cada ambiente tem, de acordo com as normas técnicas, um nível mínimo de iluminação adequado para a realização de uma determinada tarefa. O aparelho utilizado para medir o nível de iluminação dos ambientes é conhecido como

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Questão 15 de 26 Q1888864 Q26 da prova

A conexão direta de condutores rígidos e flexíveis aos bornes de elementos, tais como interruptores, tomadas, receptáculos, dispositivos de proteção e de controle, barramentos de quadros de luz e quadros de recepção, realiza-se por meio de

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Questão 16 de 26 Q1888868 Q28 da prova

A escolha de uma lâmpada deve ser feita em função da vida útil em horas e do rendimento em lúmens/watt. Entre as lâmpadas, as que apresentam menor vida útil e maior rendimento são, respectivamente,

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Questão 17 de 26 Q1888869 Q29 da prova

Na alimentação de um chuveiro elétrico cuja potência é de 4.400 watts e tensão de alimentação de 220 volts, a bitola do cabo de alimentação da fiação elétrica e a do disjuntor de proteção são, respectivamente,

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Questão 18 de 26 Q1888871 Q30 da prova

Para que o ferramental esteja sempre em boas condições de uso, um bom eletricista deve tomar os seguintes cuidados, EXCETO,

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Questão 19 de 26 Q1888873 Q31 da prova

Para guiar um cabo em um eletroduto, são utilizadas as seguintes ferramentas:

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Questão 20 de 26 Q1888874 Q32 da prova

Em quase todas as concessionárias de fornecimento de energia elétrica, permite-se partida direta para motores de corrente alternada até 5 CV, ou 3,72 kW. Entende-se por partida direta, a partida com a

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Questão 21 de 26 Q1888876 Q33 da prova

Os dados de placa de corrente alternada não indicam a identificação dos terminais do motor. Nesse caso, o eletricista

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Questão 22 de 26 Q1888879 Q35 da prova

Ao verificar um quadro de distribuição, observou-se que um dos disjuntores está muito quente em relação aos demais. Qual a possível causa desse problema?

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Questão 23 de 26 Q1888881 Q36 da prova

A energia elétrica é fornecida, geralmente, por uma empresa de distribuição de energia. Algumas atividades são executadas unicamente pelos funcionários da empresa de distribuição, o que garante a segurança coletiva dos trabalhadores. É função do eletricista que não trabalha na empresa de distribuição de energia

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Questão 24 de 26 Q1888883 Q37 da prova

Dentre as principais consequências do choque no corpo humano, podem ser citadas:

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Questão 25 de 26 Q1888884 Q38 da prova

Faz parte de uma operação a ser realizada para salvamento de uma pessoa que sofreu um acidente com choque elétrico e está inconsciente:

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Questão 26 de 26 Q1888888 Q40 da prova

Um Equipamento de Proteção Individual (EPI) muito utilizado por um eletricista é conhecido por talabarte e pertence à categoria de proteção contra

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