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Prova Educador Esportivo - Atividade Aquática - Pref. Santana de Parnaíba/SP
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Questão 1 de 11 Q1288573 Q1 da prova
Leia o texto abaixo parra responder às questões 1 a 5.

Todos os anos, o Kew Gardens — o Jardim Botânico de Londres no Reino Unido — realiza um festival de orquídeas com um tema específico. Na edição de 2024, os curadores do evento decidiram homenagear Madagascar. Os artistas usaram mais de 5 mil orquídeas e outros materiais orgânicos para criar esculturas, arcos e arranjos que ilustram a fauna e a flora desta ilha africana. Na ocasião, cientistas responsáveis por cuidar e estudar essas plantas também compartilharam os fatos científicos mais curiosos sobre as orquídeas. Uma dessas flores, por exemplo, serviu de inspiração (e provação) ao famoso naturalista inglês Charles Darwin. Ao lado das margaridas, as orquídeas integram uma das mais vastas famílias de plantas conhecidas pela ciência. De acordo com estimativas divulgadas pelo Kew Gardens, já foram descritas mais de 25 mil espécies diferentes de orquídeas. Elas crescem em todos os continentes, com exceção da Antártida. A variedade delas também chama a atenção. As menores orquídeas do mundo, como a Platystele jungermannioides, têm apenas 3 milímetros de altura. Já a maior (Vanilla planifolia) possui ramos que chegam até os 20 metros de extensão. Já a orquídea-tigre, ou Grammatophyllum speciosum, possui hastes de flores com até 2 metros. O agrônomo brasileiro Marcelo Sellaro, que trabalha no herbário do Kew Gardens, explicou que, apesar de que cerca de 70% das espécies de orquídeas crescem em árvores, elas não são consideradas parasitas. Isso porque elas usam os troncos e galhos apenas como suporte e não extraem nenhuma seiva da árvore. Por essa razão, são descritas como plantas epífitas. Outro fato curioso sobre as orquídeas mencionado por Sellaro tem a ver com a relação dessas plantas com os animais que fazem a polinização. Cerca de 60% das espécies desta família "enganam" pequenos insetos, que são atraídos para as flores — embora os animais não encontrem ali nenhum tipo de recompensa, como o néctar. Mesmo assim, ao interagirem com a flor da orquídea, os bichinhos saem das pétalas carregando o pólen, que é espalhado pelo ambiente e permite a reprodução dessas plantas. Um capítulo digno de nota na relação entre seres humanos e orquídeas envolve Darwin, o criador da Teoria da Evolução. Em 1862, ele recebeu uma amostra da Angraecum sesquipedale, uma espécie de Madagascar que é conhecida popularmente como “orquídea-estrela” ou “orquídea de Darwin” — pelos motivos que você entenderá a seguir. Essa flor de tonalidade branca e amarela possui uma característica marcante: na parte inferior, ela tem um tubo bem alongado. Ao analisar a espécie, Darwin especulou que deveria existir no habitat da planta algum inseto com uma probóscide (um tipo de língua) tão comprida a ponto de chegar até o fim do tubo e sugar o néctar que se acumula ali. E isso, por sua vez, garantiria o espalhamento do pólen da Angraecum sesquipedale. Mas havia um problema: na época em que Darwin fez essa presunção, nenhum animal com essas características havia sido observado em Madagascar. Alguns especialistas chegaram a ridicularizar a hipótese do naturalista inglês. No início do século 20, porém, a especulação sobre o “inseto linguarudo” virou realidade: exploradores identificaram a mariposa-falcão, que de fato possui as características descritas por Darwin. Ela recebeu o nome científico de Xanthopan morganii praedicta — que em latim significa algo como “a mariposa prevista”, em alusão aos escritos de Darwin. Um artigo publicado no site do Jardim Botânico de Nova York, nos EUA, lembra que o criador da Teoria da Evolução era um ávido pesquisador de orquídeas e chegou a escrever livros específicos sobre elas. E a Angraecum sesquipedale acabou se tornando um exemplo perfeito de coevolução, que ocorre quando duas espécies — neste caso, orquídea e mariposa — interferem mutuamente nas habilidades de crescimento e adaptação. A horticulturista botânica Solène Dequiret diz que as orquídeas são os canários da mina da conservação ambiental. Esse termo faz alusão à prática de mineradores do século 19, que costumavam levar canários para as minas de carvão. O animal era usado como um sinalizador de alerta — se ele morresse, havia fortes indícios da existência de gases tóxicos ou da falta de oxigênio naquele ambiente, e os trabalhadores saíam correndo da mina, antes de terem o mesmo fim do pobre passarinho. Voltando às orquídeas, Dequiret destaca que elas são muito sensíveis — e também sinalizam um perigo premente. “Elas são as primeiras espécies a desaparecer à medida que seu ambiente começa a ser degradado”, resume a especialista, que é a supervisora do Conservatório Príncipe de Gales do Kew Gardens, onde o festival das orquídeas foi montado. “Ou seja, elas são um bom indicador da saúde do ambiente em que vivem”. O Kew Gardens estima que cerca de 50% das espécies de orquídeas do mundo estão sob risco de extinção por causa da destruição do habitat delas e das mudanças climáticas.

De acordo com o texto, é correto afirmar que

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Questão 2 de 11 Q1288574 Q2 da prova
Leia o texto abaixo parra responder às questões 1 a 5.

Todos os anos, o Kew Gardens — o Jardim Botânico de Londres no Reino Unido — realiza um festival de orquídeas com um tema específico. Na edição de 2024, os curadores do evento decidiram homenagear Madagascar. Os artistas usaram mais de 5 mil orquídeas e outros materiais orgânicos para criar esculturas, arcos e arranjos que ilustram a fauna e a flora desta ilha africana. Na ocasião, cientistas responsáveis por cuidar e estudar essas plantas também compartilharam os fatos científicos mais curiosos sobre as orquídeas. Uma dessas flores, por exemplo, serviu de inspiração (e provação) ao famoso naturalista inglês Charles Darwin. Ao lado das margaridas, as orquídeas integram uma das mais vastas famílias de plantas conhecidas pela ciência. De acordo com estimativas divulgadas pelo Kew Gardens, já foram descritas mais de 25 mil espécies diferentes de orquídeas. Elas crescem em todos os continentes, com exceção da Antártida. A variedade delas também chama a atenção. As menores orquídeas do mundo, como a Platystele jungermannioides, têm apenas 3 milímetros de altura. Já a maior (Vanilla planifolia) possui ramos que chegam até os 20 metros de extensão. Já a orquídea-tigre, ou Grammatophyllum speciosum, possui hastes de flores com até 2 metros. O agrônomo brasileiro Marcelo Sellaro, que trabalha no herbário do Kew Gardens, explicou que, apesar de que cerca de 70% das espécies de orquídeas crescem em árvores, elas não são consideradas parasitas. Isso porque elas usam os troncos e galhos apenas como suporte e não extraem nenhuma seiva da árvore. Por essa razão, são descritas como plantas epífitas. Outro fato curioso sobre as orquídeas mencionado por Sellaro tem a ver com a relação dessas plantas com os animais que fazem a polinização. Cerca de 60% das espécies desta família "enganam" pequenos insetos, que são atraídos para as flores — embora os animais não encontrem ali nenhum tipo de recompensa, como o néctar. Mesmo assim, ao interagirem com a flor da orquídea, os bichinhos saem das pétalas carregando o pólen, que é espalhado pelo ambiente e permite a reprodução dessas plantas. Um capítulo digno de nota na relação entre seres humanos e orquídeas envolve Darwin, o criador da Teoria da Evolução. Em 1862, ele recebeu uma amostra da Angraecum sesquipedale, uma espécie de Madagascar que é conhecida popularmente como “orquídea-estrela” ou “orquídea de Darwin” — pelos motivos que você entenderá a seguir. Essa flor de tonalidade branca e amarela possui uma característica marcante: na parte inferior, ela tem um tubo bem alongado. Ao analisar a espécie, Darwin especulou que deveria existir no habitat da planta algum inseto com uma probóscide (um tipo de língua) tão comprida a ponto de chegar até o fim do tubo e sugar o néctar que se acumula ali. E isso, por sua vez, garantiria o espalhamento do pólen da Angraecum sesquipedale. Mas havia um problema: na época em que Darwin fez essa presunção, nenhum animal com essas características havia sido observado em Madagascar. Alguns especialistas chegaram a ridicularizar a hipótese do naturalista inglês. No início do século 20, porém, a especulação sobre o “inseto linguarudo” virou realidade: exploradores identificaram a mariposa-falcão, que de fato possui as características descritas por Darwin. Ela recebeu o nome científico de Xanthopan morganii praedicta — que em latim significa algo como “a mariposa prevista”, em alusão aos escritos de Darwin. Um artigo publicado no site do Jardim Botânico de Nova York, nos EUA, lembra que o criador da Teoria da Evolução era um ávido pesquisador de orquídeas e chegou a escrever livros específicos sobre elas. E a Angraecum sesquipedale acabou se tornando um exemplo perfeito de coevolução, que ocorre quando duas espécies — neste caso, orquídea e mariposa — interferem mutuamente nas habilidades de crescimento e adaptação. A horticulturista botânica Solène Dequiret diz que as orquídeas são os canários da mina da conservação ambiental. Esse termo faz alusão à prática de mineradores do século 19, que costumavam levar canários para as minas de carvão. O animal era usado como um sinalizador de alerta — se ele morresse, havia fortes indícios da existência de gases tóxicos ou da falta de oxigênio naquele ambiente, e os trabalhadores saíam correndo da mina, antes de terem o mesmo fim do pobre passarinho. Voltando às orquídeas, Dequiret destaca que elas são muito sensíveis — e também sinalizam um perigo premente. “Elas são as primeiras espécies a desaparecer à medida que seu ambiente começa a ser degradado”, resume a especialista, que é a supervisora do Conservatório Príncipe de Gales do Kew Gardens, onde o festival das orquídeas foi montado. “Ou seja, elas são um bom indicador da saúde do ambiente em que vivem”. O Kew Gardens estima que cerca de 50% das espécies de orquídeas do mundo estão sob risco de extinção por causa da destruição do habitat delas e das mudanças climáticas.

Em relação ao meio ambiente, é correto afirmar que as orquídeas

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Questão 3 de 11 Q1288575 Q3 da prova
Leia o texto abaixo parra responder às questões 1 a 5.

Todos os anos, o Kew Gardens — o Jardim Botânico de Londres no Reino Unido — realiza um festival de orquídeas com um tema específico. Na edição de 2024, os curadores do evento decidiram homenagear Madagascar. Os artistas usaram mais de 5 mil orquídeas e outros materiais orgânicos para criar esculturas, arcos e arranjos que ilustram a fauna e a flora desta ilha africana. Na ocasião, cientistas responsáveis por cuidar e estudar essas plantas também compartilharam os fatos científicos mais curiosos sobre as orquídeas. Uma dessas flores, por exemplo, serviu de inspiração (e provação) ao famoso naturalista inglês Charles Darwin. Ao lado das margaridas, as orquídeas integram uma das mais vastas famílias de plantas conhecidas pela ciência. De acordo com estimativas divulgadas pelo Kew Gardens, já foram descritas mais de 25 mil espécies diferentes de orquídeas. Elas crescem em todos os continentes, com exceção da Antártida. A variedade delas também chama a atenção. As menores orquídeas do mundo, como a Platystele jungermannioides, têm apenas 3 milímetros de altura. Já a maior (Vanilla planifolia) possui ramos que chegam até os 20 metros de extensão. Já a orquídea-tigre, ou Grammatophyllum speciosum, possui hastes de flores com até 2 metros. O agrônomo brasileiro Marcelo Sellaro, que trabalha no herbário do Kew Gardens, explicou que, apesar de que cerca de 70% das espécies de orquídeas crescem em árvores, elas não são consideradas parasitas. Isso porque elas usam os troncos e galhos apenas como suporte e não extraem nenhuma seiva da árvore. Por essa razão, são descritas como plantas epífitas. Outro fato curioso sobre as orquídeas mencionado por Sellaro tem a ver com a relação dessas plantas com os animais que fazem a polinização. Cerca de 60% das espécies desta família "enganam" pequenos insetos, que são atraídos para as flores — embora os animais não encontrem ali nenhum tipo de recompensa, como o néctar. Mesmo assim, ao interagirem com a flor da orquídea, os bichinhos saem das pétalas carregando o pólen, que é espalhado pelo ambiente e permite a reprodução dessas plantas. Um capítulo digno de nota na relação entre seres humanos e orquídeas envolve Darwin, o criador da Teoria da Evolução. Em 1862, ele recebeu uma amostra da Angraecum sesquipedale, uma espécie de Madagascar que é conhecida popularmente como “orquídea-estrela” ou “orquídea de Darwin” — pelos motivos que você entenderá a seguir. Essa flor de tonalidade branca e amarela possui uma característica marcante: na parte inferior, ela tem um tubo bem alongado. Ao analisar a espécie, Darwin especulou que deveria existir no habitat da planta algum inseto com uma probóscide (um tipo de língua) tão comprida a ponto de chegar até o fim do tubo e sugar o néctar que se acumula ali. E isso, por sua vez, garantiria o espalhamento do pólen da Angraecum sesquipedale. Mas havia um problema: na época em que Darwin fez essa presunção, nenhum animal com essas características havia sido observado em Madagascar. Alguns especialistas chegaram a ridicularizar a hipótese do naturalista inglês. No início do século 20, porém, a especulação sobre o “inseto linguarudo” virou realidade: exploradores identificaram a mariposa-falcão, que de fato possui as características descritas por Darwin. Ela recebeu o nome científico de Xanthopan morganii praedicta — que em latim significa algo como “a mariposa prevista”, em alusão aos escritos de Darwin. Um artigo publicado no site do Jardim Botânico de Nova York, nos EUA, lembra que o criador da Teoria da Evolução era um ávido pesquisador de orquídeas e chegou a escrever livros específicos sobre elas. E a Angraecum sesquipedale acabou se tornando um exemplo perfeito de coevolução, que ocorre quando duas espécies — neste caso, orquídea e mariposa — interferem mutuamente nas habilidades de crescimento e adaptação. A horticulturista botânica Solène Dequiret diz que as orquídeas são os canários da mina da conservação ambiental. Esse termo faz alusão à prática de mineradores do século 19, que costumavam levar canários para as minas de carvão. O animal era usado como um sinalizador de alerta — se ele morresse, havia fortes indícios da existência de gases tóxicos ou da falta de oxigênio naquele ambiente, e os trabalhadores saíam correndo da mina, antes de terem o mesmo fim do pobre passarinho. Voltando às orquídeas, Dequiret destaca que elas são muito sensíveis — e também sinalizam um perigo premente. “Elas são as primeiras espécies a desaparecer à medida que seu ambiente começa a ser degradado”, resume a especialista, que é a supervisora do Conservatório Príncipe de Gales do Kew Gardens, onde o festival das orquídeas foi montado. “Ou seja, elas são um bom indicador da saúde do ambiente em que vivem”. O Kew Gardens estima que cerca de 50% das espécies de orquídeas do mundo estão sob risco de extinção por causa da destruição do habitat delas e das mudanças climáticas.

Assinale a alternativa cuja frase utiliza palavra com sentido figurado.

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Questão 4 de 11 Q1288576 Q4 da prova
Leia o texto abaixo parra responder às questões 1 a 5.

Todos os anos, o Kew Gardens — o Jardim Botânico de Londres no Reino Unido — realiza um festival de orquídeas com um tema específico. Na edição de 2024, os curadores do evento decidiram homenagear Madagascar. Os artistas usaram mais de 5 mil orquídeas e outros materiais orgânicos para criar esculturas, arcos e arranjos que ilustram a fauna e a flora desta ilha africana. Na ocasião, cientistas responsáveis por cuidar e estudar essas plantas também compartilharam os fatos científicos mais curiosos sobre as orquídeas. Uma dessas flores, por exemplo, serviu de inspiração (e provação) ao famoso naturalista inglês Charles Darwin. Ao lado das margaridas, as orquídeas integram uma das mais vastas famílias de plantas conhecidas pela ciência. De acordo com estimativas divulgadas pelo Kew Gardens, já foram descritas mais de 25 mil espécies diferentes de orquídeas. Elas crescem em todos os continentes, com exceção da Antártida. A variedade delas também chama a atenção. As menores orquídeas do mundo, como a Platystele jungermannioides, têm apenas 3 milímetros de altura. Já a maior (Vanilla planifolia) possui ramos que chegam até os 20 metros de extensão. Já a orquídea-tigre, ou Grammatophyllum speciosum, possui hastes de flores com até 2 metros. O agrônomo brasileiro Marcelo Sellaro, que trabalha no herbário do Kew Gardens, explicou que, apesar de que cerca de 70% das espécies de orquídeas crescem em árvores, elas não são consideradas parasitas. Isso porque elas usam os troncos e galhos apenas como suporte e não extraem nenhuma seiva da árvore. Por essa razão, são descritas como plantas epífitas. Outro fato curioso sobre as orquídeas mencionado por Sellaro tem a ver com a relação dessas plantas com os animais que fazem a polinização. Cerca de 60% das espécies desta família "enganam" pequenos insetos, que são atraídos para as flores — embora os animais não encontrem ali nenhum tipo de recompensa, como o néctar. Mesmo assim, ao interagirem com a flor da orquídea, os bichinhos saem das pétalas carregando o pólen, que é espalhado pelo ambiente e permite a reprodução dessas plantas. Um capítulo digno de nota na relação entre seres humanos e orquídeas envolve Darwin, o criador da Teoria da Evolução. Em 1862, ele recebeu uma amostra da Angraecum sesquipedale, uma espécie de Madagascar que é conhecida popularmente como “orquídea-estrela” ou “orquídea de Darwin” — pelos motivos que você entenderá a seguir. Essa flor de tonalidade branca e amarela possui uma característica marcante: na parte inferior, ela tem um tubo bem alongado. Ao analisar a espécie, Darwin especulou que deveria existir no habitat da planta algum inseto com uma probóscide (um tipo de língua) tão comprida a ponto de chegar até o fim do tubo e sugar o néctar que se acumula ali. E isso, por sua vez, garantiria o espalhamento do pólen da Angraecum sesquipedale. Mas havia um problema: na época em que Darwin fez essa presunção, nenhum animal com essas características havia sido observado em Madagascar. Alguns especialistas chegaram a ridicularizar a hipótese do naturalista inglês. No início do século 20, porém, a especulação sobre o “inseto linguarudo” virou realidade: exploradores identificaram a mariposa-falcão, que de fato possui as características descritas por Darwin. Ela recebeu o nome científico de Xanthopan morganii praedicta — que em latim significa algo como “a mariposa prevista”, em alusão aos escritos de Darwin. Um artigo publicado no site do Jardim Botânico de Nova York, nos EUA, lembra que o criador da Teoria da Evolução era um ávido pesquisador de orquídeas e chegou a escrever livros específicos sobre elas. E a Angraecum sesquipedale acabou se tornando um exemplo perfeito de coevolução, que ocorre quando duas espécies — neste caso, orquídea e mariposa — interferem mutuamente nas habilidades de crescimento e adaptação. A horticulturista botânica Solène Dequiret diz que as orquídeas são os canários da mina da conservação ambiental. Esse termo faz alusão à prática de mineradores do século 19, que costumavam levar canários para as minas de carvão. O animal era usado como um sinalizador de alerta — se ele morresse, havia fortes indícios da existência de gases tóxicos ou da falta de oxigênio naquele ambiente, e os trabalhadores saíam correndo da mina, antes de terem o mesmo fim do pobre passarinho. Voltando às orquídeas, Dequiret destaca que elas são muito sensíveis — e também sinalizam um perigo premente. “Elas são as primeiras espécies a desaparecer à medida que seu ambiente começa a ser degradado”, resume a especialista, que é a supervisora do Conservatório Príncipe de Gales do Kew Gardens, onde o festival das orquídeas foi montado. “Ou seja, elas são um bom indicador da saúde do ambiente em que vivem”. O Kew Gardens estima que cerca de 50% das espécies de orquídeas do mundo estão sob risco de extinção por causa da destruição do habitat delas e das mudanças climáticas.

É correto afirmar que os termos destacados introduzem, respectivamente, o sentido de

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Questão 5 de 11 Q1288577 Q5 da prova
Leia o texto abaixo parra responder às questões 1 a 5.

Todos os anos, o Kew Gardens — o Jardim Botânico de Londres no Reino Unido — realiza um festival de orquídeas com um tema específico. Na edição de 2024, os curadores do evento decidiram homenagear Madagascar. Os artistas usaram mais de 5 mil orquídeas e outros materiais orgânicos para criar esculturas, arcos e arranjos que ilustram a fauna e a flora desta ilha africana. Na ocasião, cientistas responsáveis por cuidar e estudar essas plantas também compartilharam os fatos científicos mais curiosos sobre as orquídeas. Uma dessas flores, por exemplo, serviu de inspiração (e provação) ao famoso naturalista inglês Charles Darwin. Ao lado das margaridas, as orquídeas integram uma das mais vastas famílias de plantas conhecidas pela ciência. De acordo com estimativas divulgadas pelo Kew Gardens, já foram descritas mais de 25 mil espécies diferentes de orquídeas. Elas crescem em todos os continentes, com exceção da Antártida. A variedade delas também chama a atenção. As menores orquídeas do mundo, como a Platystele jungermannioides, têm apenas 3 milímetros de altura. Já a maior (Vanilla planifolia) possui ramos que chegam até os 20 metros de extensão. Já a orquídea-tigre, ou Grammatophyllum speciosum, possui hastes de flores com até 2 metros. O agrônomo brasileiro Marcelo Sellaro, que trabalha no herbário do Kew Gardens, explicou que, apesar de que cerca de 70% das espécies de orquídeas crescem em árvores, elas não são consideradas parasitas. Isso porque elas usam os troncos e galhos apenas como suporte e não extraem nenhuma seiva da árvore. Por essa razão, são descritas como plantas epífitas. Outro fato curioso sobre as orquídeas mencionado por Sellaro tem a ver com a relação dessas plantas com os animais que fazem a polinização. Cerca de 60% das espécies desta família "enganam" pequenos insetos, que são atraídos para as flores — embora os animais não encontrem ali nenhum tipo de recompensa, como o néctar. Mesmo assim, ao interagirem com a flor da orquídea, os bichinhos saem das pétalas carregando o pólen, que é espalhado pelo ambiente e permite a reprodução dessas plantas. Um capítulo digno de nota na relação entre seres humanos e orquídeas envolve Darwin, o criador da Teoria da Evolução. Em 1862, ele recebeu uma amostra da Angraecum sesquipedale, uma espécie de Madagascar que é conhecida popularmente como “orquídea-estrela” ou “orquídea de Darwin” — pelos motivos que você entenderá a seguir. Essa flor de tonalidade branca e amarela possui uma característica marcante: na parte inferior, ela tem um tubo bem alongado. Ao analisar a espécie, Darwin especulou que deveria existir no habitat da planta algum inseto com uma probóscide (um tipo de língua) tão comprida a ponto de chegar até o fim do tubo e sugar o néctar que se acumula ali. E isso, por sua vez, garantiria o espalhamento do pólen da Angraecum sesquipedale. Mas havia um problema: na época em que Darwin fez essa presunção, nenhum animal com essas características havia sido observado em Madagascar. Alguns especialistas chegaram a ridicularizar a hipótese do naturalista inglês. No início do século 20, porém, a especulação sobre o “inseto linguarudo” virou realidade: exploradores identificaram a mariposa-falcão, que de fato possui as características descritas por Darwin. Ela recebeu o nome científico de Xanthopan morganii praedicta — que em latim significa algo como “a mariposa prevista”, em alusão aos escritos de Darwin. Um artigo publicado no site do Jardim Botânico de Nova York, nos EUA, lembra que o criador da Teoria da Evolução era um ávido pesquisador de orquídeas e chegou a escrever livros específicos sobre elas. E a Angraecum sesquipedale acabou se tornando um exemplo perfeito de coevolução, que ocorre quando duas espécies — neste caso, orquídea e mariposa — interferem mutuamente nas habilidades de crescimento e adaptação. A horticulturista botânica Solène Dequiret diz que as orquídeas são os canários da mina da conservação ambiental. Esse termo faz alusão à prática de mineradores do século 19, que costumavam levar canários para as minas de carvão. O animal era usado como um sinalizador de alerta — se ele morresse, havia fortes indícios da existência de gases tóxicos ou da falta de oxigênio naquele ambiente, e os trabalhadores saíam correndo da mina, antes de terem o mesmo fim do pobre passarinho. Voltando às orquídeas, Dequiret destaca que elas são muito sensíveis — e também sinalizam um perigo premente. “Elas são as primeiras espécies a desaparecer à medida que seu ambiente começa a ser degradado”, resume a especialista, que é a supervisora do Conservatório Príncipe de Gales do Kew Gardens, onde o festival das orquídeas foi montado. “Ou seja, elas são um bom indicador da saúde do ambiente em que vivem”. O Kew Gardens estima que cerca de 50% das espécies de orquídeas do mundo estão sob risco de extinção por causa da destruição do habitat delas e das mudanças climáticas.

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto utiliza a colocação pronominal, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

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Questão 6 de 11 Q1288578 Q6 da prova

A sequência abaixo segue um padrão lógico.
16 – 64 – 144...
O próximo termo dessa sequência é

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Questão 7 de 11 Q1288579 Q7 da prova

Um número inteiro negativo qualquer, elevado a quinta potência, resultará em um número

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Questão 8 de 11 Q1288580 Q8 da prova

Analise o código abaixo para responder à questão 8.
LRX
Ao decifrar o código lógico numérico, o número correspondente é

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Questão 9 de 11 Q1288581 Q11 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o prazo máximo, contado da publicação do ato de convocação, no qual a posse e o exercício em cargo público no município de Santana de Parnaíba deverão ocorrer.

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Questão 10 de 11 Q1288582 Q22 da prova

A hemorragia pode ocorrer por diferentes causas como um trauma, corte ou ferimento. Conforme o tipo de ruptura e sem a interrupção desse vazamento, o professor de educação física sabe que há o risco de comprometimento, colocando em risco a vítima. Quando uma hemorragia apresenta sangue com coloração vermelho vivo, saindo do ferimento em jatos, por conta das batidas do coração significa que é de alta gravidade, necessitando de atendimento imediato. Trata-se de uma hemorragia

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Questão 11 de 11 Q1288583 Q23 da prova

Uma pessoa tem dois tipos distintos de fibras musculares, cada uma delas gerando ATP de forma diferente. Desse modo, as fibras musculares do tipo I

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