Provas para Download

Prova Dentista - Pref. Porteiras/CE
Visualizar os arquivos PDF
Ver dentista.pdf
PDF
dentista.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar dentista.pdf
PDF
dentista.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 21 Q2016905 Q2 da prova
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas. (...) No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição. O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio. Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário. (...) Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo. E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional. As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis. O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.

A utilização do acento grave no trecho destacado está pautada nas regras de regência nominal. Das alternativas a seguir, marque a que apresenta desvio da norma culta sobre regência:

Reportar Erro
Questão 2 de 21 Q2016907 Q3 da prova
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas. (...) No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição. O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio. Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário. (...) Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo. E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional. As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis. O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.

Assinale a alternativa que o uso da vírgula seja justificado pela mesma regra acima:

Reportar Erro
Questão 3 de 21 Q2016909 Q4 da prova
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas. (...) No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição. O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio. Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário. (...) Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo. E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional. As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis. O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.

Das alternativas a seguir, marque a que apresenta a flexão de número da mesma forma que a palavra em destaque:

Reportar Erro
Questão 4 de 21 Q2016911 Q5 da prova
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas. (...) No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição. O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio. Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário. (...) Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo. E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional. As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis. O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.

A escrita das palavras apresenta um certo nível de dificuldade quando ao uso do S. Das sequências a seguir, marque a opção em que as palavras estejam grafadas corretamente:

Reportar Erro
Questão 5 de 21 Q2016932 Q16 da prova

O Código de Ética Odontológica regula os direitos e deveres do cirurgião-dentista, profissionais técnicos e auxiliares, e pessoas jurídicas que exerçam atividades na área da Odontologia. De acordo com este documento constituem infrações éticas, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 6 de 21 Q2016934 Q17 da prova

O Índice CPO-D é largamente utilizado no âmbito dos levantamentos epidemiológicos em Saúde Bucal. Sobre ele podemos afirmar CORRETAMENTE que:

Reportar Erro
Questão 7 de 21 Q2016943 Q21 da prova

Sobre os tipos de materiais dentários, quanto ao seu uso, assinale a alternativa INCORRETA:

Reportar Erro
Questão 8 de 21 Q2016945 Q22 da prova

Na confecção de restaurações em amálgama dental, as etapas operatórias são relevantes para o desempenho clínico da mesma. Considerando a etapa de condensação, assinale a assertiva CORRETA:

Reportar Erro
Questão 9 de 21 Q2016949 Q24 da prova

A radiografia panorâmica (também chamada de pantomografia) é uma técnica que produz uma única imagem tomográfica das estruturas faciais que inclui ambos os arcos dentários, maxilar e mandibular, e suas estruturas de suporte. Radiografias panorâmicas são mais úteis clinicamente para o diagnóstico de problemas que requerem ampla visualização dos maxilares. Exemplos comuns incluem, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 10 de 21 Q2016953 Q26 da prova

É dever de todo profissional de saúde da rede pública, conveniada ou privada comunicar à autoridade sanitária mais próxima todos os casos suspeitos de doenças de notificação compulsória que compõem a lista brasileira, independente de sua confirmação diagnóstica, bem como as que foram acrescentadas nos âmbitos estaduais e municipais. Sendo assim, assinale abaixo apenas a alternativa composta por doenças ou agravos de notificação compulsória:

Reportar Erro
Questão 11 de 21 Q2016955 Q27 da prova

A respeito do Cementoblastoma, a assertiva INCORRETA é:

Reportar Erro
Questão 12 de 21 Q2016961 Q32 da prova

Sobre os materiais restauradores utilizados em Odontopediatria, e considerando a correta relação entre material e desvantagem (material/desvantagens) apresentada pelo mesmo, assinale a alternativa INCORRETA:

Reportar Erro
Questão 13 de 21 Q2016964 Q34 da prova

O formocresol é utilizado na Odontologia há mais de 100 anos, tendo sua eficácia estudada extensivamente, com grandes taxas de sucesso clínico. Sobre o seu uso, assinale a alternativa INCORRETA:

Reportar Erro
Questão 14 de 21 Q2016968 Q36 da prova

Ao atender um paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica que precisa de intervenção cirúrgica para exodontia múltipla (elementos 25, 26 e 27) é recomendado, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 15 de 21 Q2016970 Q37 da prova

Embora não seja um estado de doença, a gravidez é uma situação que merece considerações especiais quando uma cirurgia oral é necessária. Entre as assertivas abaixo, assinale apenas a que não representa precaução recomendada, quando não houver possibilidade de adiamento do procedimento cirúrgico:

Reportar Erro
Questão 16 de 21 Q2016972 Q38 da prova

É considerada uma emergência de acometimento sistêmico do paciente, comumente desencadeadas pela ansiedade durante o atendimento odontológico, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 17 de 21 Q2016976 Q40 da prova

Os fatores sistêmicos que contribuem para a gengivite são, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 18 de 21 Q2016980 Q42 da prova

A gengivite pode ter início súbito e curta duração, podendo ser dolorosa, ou ainda ter uma apresentação mais branda. Em casos individuais é descrita pela combinação de termos. Assim, assinale a alternativa que apresente a CORRETA combinação de termos e conceito associado:

Reportar Erro
Questão 19 de 21 Q2016983 Q43 da prova

Os anestésicos locais, quando utilizados para o controle da dor, diferem de maneira importante da maioria das outras substâncias comumente utilizadas na Odontologia. Quanto a esta afirmação, é FALSA apenas:

Reportar Erro
Questão 20 de 21 Q2016985 Q44 da prova

Várias complicações potenciais estão associadas à administração de anestésicos locais. Por questões de conveniência, essas complicações podem ser divididas entre as que ocorrem localmente na região da injeção e as sistêmicas. Entre aquelas que ocorrem localmente, podemos citar, EXCETO:

Reportar Erro
Questão 21 de 21 Q2016987 Q45 da prova

A adesividade aos tecidos dentais é uma estratégia de grande relevância para as restaurações estéticas em Odontologia, e os mecanismos a partir dos quais é possível a criação de uma interface adesiva entre substrato dental e material restaurador devem ser de conhecimentos do cirurgião dentista. Assim sendo, podemos afirmar que os fatores que governam a capacidade de um adesivo estar em contato íntimo com o substrato são:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota