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Questão 1 de 4Q2212142Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 06:
Por que alguns são pontuais e outros não? No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”. Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 ho-ras, era 18 horas em ponto”. Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.” A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.” Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromis - sos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro. Discussões sobre pontualidade são comuns, mas espe - cialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um refle - xo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo. Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever dife - rentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo. Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a rea - lizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Mé - dio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários. Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo pre - ferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.
De acordo com estudos realizados, sabe-se que a criatividade se manifesta de maneira mais perceptível nas pessoas que
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Por que alguns são pontuais e outros não? No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”. Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 ho-ras, era 18 horas em ponto”. Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.” A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.” Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromis - sos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro. Discussões sobre pontualidade são comuns, mas espe - cialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um refle - xo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo. Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever dife - rentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo. Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a rea - lizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Mé - dio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários. Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo pre - ferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.
De acordo com o texto, o desentendimento de Anne com seu parceiro acontecia, principalmente,
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Por que alguns são pontuais e outros não? No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”. Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 ho-ras, era 18 horas em ponto”. Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.” A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.” Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromis - sos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro. Discussões sobre pontualidade são comuns, mas espe - cialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um refle - xo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo. Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever dife - rentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo. Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a rea - lizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Mé - dio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários. Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo pre - ferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.
Para Anne, justificava-se a rigidez de horário diante da seguinte situação:
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Por que alguns são pontuais e outros não? No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”. Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 ho-ras, era 18 horas em ponto”. Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.” A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.” Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromis - sos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro. Discussões sobre pontualidade são comuns, mas espe - cialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um refle - xo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo. Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever dife - rentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo. Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a rea - lizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Mé - dio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários. Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo pre - ferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.
Assinale a alternativa que apresenta a frase de acordo com a norma-padrão de concordância e/ou de regência.