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Prova Auxiliar em Administração - UFV
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Questão 1 de 42 Q2239694 Q1 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

O texto de Martha Medeiros tem como objetivo:

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Questão 2 de 42 Q2239695 Q2 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a autora:

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Questão 3 de 42 Q2239697 Q3 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

NÃO é um conceito referente à educação financeira segundo o texto:

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Questão 4 de 42 Q2239699 Q4 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

A autora do texto se considera uma milionária porque:

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Questão 5 de 42 Q2239700 Q5 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

“Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio.” ( § 1)
O trecho grifado acima faz referência a:

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Questão 6 de 42 Q2239702 Q6 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

“Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais.” (§ 3)
A autora, no trecho acima, repetiu a palavra “mais” e o sinal “+” com a intenção de:

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Questão 7 de 42 Q2239704 Q7 da prova
Leia o texto a seguir e, com base nele, responda às questões de 01 a 20.

Educação Financeira

§ 1

§ 2

§ 3

§ 4

§ 5

§ 6

§ 7 Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista. Nada a ver com fortuna em banco, e sim em poder desfrutar essas duas condições fundamentais para meu equilíbrio. Raramente com pro a prazo, nunca usei cheque especial, gasto o que tenho e, se não tenho, não gasto. Mesmo quando estou mais folgada de grana, não deixo de pesquisar preço no supermercado e, se algo não vale o que está sendo cobrado, não compro. Qualquer etiqueta que ch egue aos três dígitos me faz recuar e pensar.
Sou milionária porque posso comprar flores frescas para casa e vinho para minhas refeições. Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows. Posso colocar combustível no carro e ter um carro – ainda que já não veja grande vantagem em ter um carro.
Sou milionária, antes de tudo, porque não preciso dizer sim para todas as propostas que chegam, e essa liberdade é inegociável. Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria c om prazer. Não agarro com sofreguidão qualquer oportunidade de somar zeros na minha conta. Faço apenas o que quero e gosto, sem ser regida pelo mais + mais + mais. Meu conceito de luxo não envolve grifes exclusivas e vida de princesa. Poder fazer escolhas atendendo apenas à minha vontade e à minha consciência, sem nenhum tipo de pressão, é o que de mais valioso conquistei até aqui.
Claro que não foi sempre assim. Aos 19 anos, trabalhava de manhã e à tarde e estudava à noite. Nunca parei de trabalhar desde e ntão. Já varei madrugadas acordada e fiz muitos plantões em finais de semana. Eu me virava como se viram todas as pessoas. A maior parte delas, a vida inteira.
A tranquilidade veio de uns poucos anos para cá. Mas a educação financeira veio desde cedo, desd e a casa de meus pais. Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família. Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse. Honrar o nome era sagrado, nosso patrimônio maior.
Hoje, o Rio Grande do Sul está falido por não ter seguido os conceitos básicos da educação financeira. No entanto, muitos que criticam a atual situação do Estado agem da mesma forma como pessoas físicas. Compreendo que quem ganha uma merreca (a maioria) precise fazer malabarismo com o que ganha, mas mesmo quem nasceu em berço esplêndido tem dificuldade em priorizar: paga R$ 1.500 por um casaco, mas está devendo o condo mínio; gasta R$ 300 no salão de beleza, mas atrasa o salário da empregada. Foca na aparência achando que o rombo nunca vai aparecer.
Vale pra tudo e todos: a conta sempre chega.

“Dormir tranquila sem me preocupar com dívidas e poder viajar de vez em quando: é o que faz de mim uma milionária, no meu ponto de vista.” (§ 1)
No trecho acima, os dois pontos foram utilizados para introduzir:

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Questão 8 de 42 Q2239705 Q8 da prova

Assinale a alternativa em que a relação entre o trecho sublinhado e o comen tário feito entre parênteses é estabelecida de forma INCORRETA:

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Questão 9 de 42 Q2239707 Q9 da prova

“Hoje, posso abrir mão daquilo que sei que não realizaria com prazer.” (§ 3)
No trecho acima, o termo sublinhado é um advérbio que exprime uma circunstância de:

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Questão 10 de 42 Q2239710 Q11 da prova

Dentre as expressões utilizadas no texto, assinal e aquela que NÃO é utilizada n a forma coloquial:

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Questão 11 de 42 Q2239712 Q12 da prova

“A maior parte delas , a vida inteira.” (§ 4)
No trecho acima, a palavra sublinhada refere -se a:

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Questão 12 de 42 Q2239714 Q13 da prova

“Pagar as contas em dia era uma religião, só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse.” (§ 5)
No trecho acima, a expressão sublinhada foi utilizada com sentido de:

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Questão 13 de 42 Q2239716 Q14 da prova

Assinale a alternativa em que NÃO ocorre erro ortográfico em nenhuma das palavras:

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Questão 14 de 42 Q2239721 Q17 da prova

“Expressões como calote, agiota e ficar no vermelho não faziam parte do vocabulário da família.” (§ 5)
As expressões mencionadas no trecho acima nã o fazem parte do dia a dia da família porque ela era:

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Questão 15 de 42 Q2239722 Q18 da prova

“[...] só se gastava com o supérfluo o que sobrasse – se sobrasse.” (§ 5)
Na passagem acima, o termo sublinhado pode ser substituído, sem mudança de sentido, por:

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Questão 16 de 42 Q2239724 Q19 da prova

“Posso pagar um convênio de saúde particular e investir em livros, cursos, shows.” ( § 2)
No fragmento acima, a palavra sublinhada introduz a ideia de:

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Questão 17 de 42 Q2239726 Q20 da prova

“Dívidas só eram contraídas com o objetivo de investir, nunca para consumir. ” (§ 5)
Na passagem acima ocorre um uso linguístico em que as relações de concordância verbal e nominal estão de acordo com a norma -padrão. Assinale a alternativa na qual essas concordâncias também são observadas:

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Questão 18 de 42 Q2239728 Q21 da prova

Um servidor público , nascido em 10/10/1963, ingressou no cargo de Auxiliar em Administração em uma Universidade Federal em 10/10/1986, dia do seu aniversári o. Considerando que não houve outras contribuições à previdência além das referentes ao car go ocupado nessa instituição e o fato de que esse servidor não mud ou de cargo durante sua carreira, sua aposentadoria por tempo de contribuição com proventos integra is com data mais próxima será em:

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Questão 19 de 42 Q2239730 Q22 da prova

Analise as afirmativas a seguir e m rela ção à L ei nº. 12.618/2012, que trata do regime de previdência complementar para os servidores públicos:

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Questão 20 de 42 Q2239733 Q24 da prova

Uma servidora ingressou no cargo de Auxiliar em Administração em uma Universidade Fede ral em agosto de 2015. Em janeiro de 2016, teve filhos gêmeos e foi orientada a requerer o benefício de aux ílio natalidade que, nes se caso, de acordo com a Lei nº . 8.112/ 1990, deverá ser pago no valor equivalente :

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Questão 21 de 42 Q2239735 Q25 da prova

Um servidor público ocupa o cargo de Assistente em Administração em uma Universidade Federal desde agosto de 2013. Ele possui graduação em Administração de Empresas e recebe o Incentivo à Qualificação no valor correspondente a 25% do seu vencimento básico. Em dezembro de 2016, esse servidor concluirá o curso de Mestrado em Administração Pública, que tem relação direta com o ambiente organizacional em que atua. Esse título lhe possibilitará um percentual de Incentivo à Qualificação de:

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Questão 22 de 42 Q2239736 Q26 da prova

Sobre o ingresso e o desenvolvimento dos Servidores no Plano de Carreira dos Cargos Técnico -Administrativos em Educação, de acordo com a Lei nº. 11.091/2005, considere as afirmativas a seguir :

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Questão 23 de 42 Q2239738 Q27 da prova

Um servidor aposentado d e uma Universidade Federal casou -se com uma mulher de 35 anos de idade. Passados quatro anos de casados, esse servidor faleceu, tendo a esposa requerido o benefício de pensão civil, que , de acordo com a Lei nº . 13.135/20 15:

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Questão 24 de 42 Q2239740 Q28 da prova

Conforme preceitua a Constituiç ão Federal de 1988 em seu art. 5° , inciso XXXIII, todos têm direito de receber dos órgãos públicos informações que sejam :

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Questão 25 de 42 Q2239742 Q29 da prova

Conforme se depreende do inciso LXXIII, do art. 5° da Constituição Federal de 1988, é CORRETO apontar como instrumento constitucional para anular ato lesivo ao patrimônio público , à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural:

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Questão 26 de 42 Q2239744 Q30 da prova

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, com base no Decreto n° 1.171/1994, expõe que a moralidade da administração pública não se limita à distinção entre o bem e o mal. A conduta do servidor público deverá, segundo tal Decreto , buscar o equilíbrio entre:

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Questão 27 de 42 Q2239746 Q31 da prova

A Lei n°. 9.784/1999 regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. De acordo com essa legislação , são legitimados como interessados no processo administrativo:

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Questão 28 de 42 Q2239748 Q32 da prova

De acordo com a Lei nº. 9.784/1999, é CORRETO afirmar que os recursos administrativos, que não possuem disposição legal específica:

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Questão 29 de 42 Q2239750 Q33 da prova

De acordo com a Lei n°. 8.112/ 1990, o servidor inabilitado em estágio probatório , mas que já era estável em cargo anteriormente ocupado , será:

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Questão 30 de 42 Q2239752 Q34 da prova

Para participar de curso de capacitação, c onforme a L ei n°. 8.112/1 990, após cada quinquênio de efetiv o exercício, o servidor poderá:

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Questão 31 de 42 Q2239753 Q35 da prova

São princípios expressamente previstos no caput do art. 37 da Constitu ição Federal de 1988 como norteadores da administração pública direta e indireta :

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Questão 32 de 42 Q2239755 Q36 da prova

Considere as afirmativas abaixo relacionadas ao gerenciador de arquivo s Nautilus , utilizado no sistema operacional Ubuntu Linux :

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Questão 33 de 42 Q2239756 Q37 da prova

Um usuário, utilizando o gerenciador de arquivos Nautilus , selecionou uma pasta de nome “teste”, usando o mouse . A referida pasta continha apenas um arquivo de nome “teste”. Imediatamente após a seleção, o usuário apertou a tecla “Del” e confirmou a operação . Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o resultado após essas operações :

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Questão 34 de 42 Q2239758 Q38 da prova

Em relação às funcionalidades do editor de textos LibreOffice , assinale a afirmativa INCORRETA :

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Questão 35 de 42 Q2239760 Q39 da prova

Após marcar um trecho de texto em uma página web aberta em um navegador, um usuário pretende copiar o trecho de texto para o editor de textos LibreOffice , mas sem a formatação de tamanho de letra e cor utilizados na página. A seleção CORRETA, para chegar ao ponto onde será possível efetuar essa ação, é:

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Questão 36 de 42 Q2239762 Q40 da prova

Um arquivo de texto puro (sem nenhuma opção de formatação) foi aberto no editor de textos do LibreOffice e verificou-se que ele possui 52 páginas. Foram utilizadas, na ordem mostrada abaixo, apenas as seguintes opções: I. “Inserir” -> “Cabeçalho” -> “Todos” II. “Inserir” -> “Campos” -> “Total de Páginas ” III. “Inserir” -> “Campos” -> “Número da Página” Logo após, o texto foi salvo e enviado para uma impressora. Em relação à quarta página que foi impressa , é CORRETO afirmar que:

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Questão 37 de 42 Q2239763 Q41 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um elemento recomendável para s er utilizado a fim de se definir uma senha segura:

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Questão 38 de 42 Q2239765 Q42 da prova

“Um programa ou parte de um programa de computador que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos” (Fonte: Cert.br, Cartilha de Segurança para Internet, 2012) corresponde à definição de:

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Questão 39 de 42 Q2239768 Q44 da prova

Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o programa Thunderbird :

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Questão 40 de 42 Q2239770 Q45 da prova

Assinale a afirmativa INCORRETA sobre o programa Mozilla :

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Questão 41 de 42 Q2239772 Q46 da prova

Assumindo que o programa Mozilla está configurado para fazer pesquisas no Google , assinale a afirmativa INCORRETA sobre a utilização do campo de pesquisa do Mozilla :

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Questão 42 de 42 Q2239776 Q48 da prova

Uma equação do segundo grau é definida como . Considere a tabela do LibreOffice Calc abaixo onde as células A1, B1 e C1 contêm os valores de a, b e c, respectivamente, de uma equação do segundo grau. As duas raízes reais da equação são mostradas em A2 e B2.

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