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Questão 1 de 8Q1940753Q4 da prova
Texto
O CASO DO ESPELHO
Ricardo Azevedo
Era um homem que não sabia quase nada.
Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos
cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade,
passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado
do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos.
Depois gritou, com o espelho nas mãos:
- Mas o que é que o retrato de meu pai está
fazendo aqui?
- Isso é um espelho - explicou o dono da loja.
- Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é
o retrato do meu pai.
Os olhos do homem ficaram molhados.
- O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele
ao comerciante.
O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo
era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de
madeira.
- É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do
meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o
cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?
O homem quis saber o preço. O comerciante
sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho.
Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou
em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho
embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)
(Fonte:
http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-com-
textos-em-sala-de-aula.html)
Leia atentamente as palavras abaixo:
homem nada longe casinha sapé mata
cidade loja espelho
Assinale a alternativa que apresenta as mesmas palavras acima na ordem alfabética CORRETA.
Texto
O CASO DO ESPELHO
Ricardo Azevedo
Era um homem que não sabia quase nada.
Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos
cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade,
passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado
do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos.
Depois gritou, com o espelho nas mãos:
- Mas o que é que o retrato de meu pai está
fazendo aqui?
- Isso é um espelho - explicou o dono da loja.
- Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é
o retrato do meu pai.
Os olhos do homem ficaram molhados.
- O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele
ao comerciante.
O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo
era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de
madeira.
- É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do
meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o
cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?
O homem quis saber o preço. O comerciante
sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho.
Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou
em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho
embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)
(Fonte:
http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-com-
textos-em-sala-de-aula.html)
Um dia, precisando ir à cidade, passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado do lado de fora.
A frase acima foi reescrita de várias outras maneiras diferentes. Assinale a alternativa em que a forma reescrita apresenta o MESMO sentido da frase acima.
Texto
O CASO DO ESPELHO
Ricardo Azevedo
Era um homem que não sabia quase nada.
Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos
cafundós da mata. Um dia, precisando ir à cidade,
passou em frente a uma loja e viu um espelho pendurado
do lado de fora. O homem abriu a boca. Apertou os olhos.
Depois gritou, com o espelho nas mãos:
- Mas o que é que o retrato de meu pai está
fazendo aqui?
- Isso é um espelho - explicou o dono da loja.
- Não sei se é espelho ou se não é, só sei que é
o retrato do meu pai.
Os olhos do homem ficaram molhados.
- O senhor... conheceu meu pai? - perguntou ele
ao comerciante.
O dono da loja sorriu. Explicou de novo. Aquilo
era só um espelho comum, desses de vidro e moldura de
madeira.
- É não! - respondeu o outro. - Isso é o retrato do
meu pai. É ele sim! Olha o rosto dele. Olha a testa. E o
cabelo? E o nariz? E aquele sorriso meio sem jeito?
O homem quis saber o preço. O comerciante
sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho.
Naquele dia, o homem que não sabia quase nada entrou
em casa todo contente. Guardou, cuidadoso, o espelho
embrulhado na gaveta da penteadeira. (...)
(Fonte:
http://amigadapedagogia.blogspot.com/2010/05/trabalhando-com-
textos-em-sala-de-aula.html)
Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata.
Pela descrição acima, é CORRETO afirmar que o personagem da história