Provas para Download

Prova Auxiliar de Serviços Gerais - Pref. Paramoti/CE
Visualizar os arquivos PDF
Ver auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 7 Q2175711 Q1 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Ao fazer sua argumentação o autor do texto, deseja

Reportar Erro
Questão 2 de 7 Q2175713 Q2 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

A frase “Não se trata apenas de ‘jogar no saco certo’, mas de preparar o material” pode ser parafraseada, sem mudar o sentido, como se apresenta na afirmação:

Reportar Erro
Questão 3 de 7 Q2175715 Q3 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Conforme o texto, qual conjunto de ações corresponde a “preparar o material para a reciclagem”?

Reportar Erro
Questão 4 de 7 Q2175716 Q4 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Qual relação de causa e efeito o texto estabelece entre separação e custo logístico?

Reportar Erro
Questão 5 de 7 Q2175718 Q5 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Sobre embalagens mistas, qual cenário exige atenção especial?

Reportar Erro
Questão 6 de 7 Q2175720 Q6 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Em condomínios, qual prática deve ser coibida?

Reportar Erro
Questão 7 de 7 Q2175721 Q7 da prova
Leia o texto e responda às questões de 1 a 7.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume. Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto. Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo. Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.

Por que deixar sacos expostos à chuva é apontado como problema no texto?

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota