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Prova Auxiliar de Serviços Gerais - Pref. de Olhos-DÁgua/MG
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Questão 1 de 24 Q2137869 Q1 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

De acordo com o texto, escrever à mão é

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Questão 2 de 24 Q2137871 Q2 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

No texto, a palavra “cognitivo(s)” foi usada referindo-se a

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Questão 3 de 24 Q2137872 Q3 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto sobre o ato de escrever à mão.
I- Influencia no aprendizado e na memorização.
II- Desenvolve a coordenação motora.
III- Ativa operações cerebrais.
IV- Diminui o uso das novas tecnologias.
V- Causa demora na elaboração dos textos.
Estão CORRETAS as afirmativas

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Questão 4 de 24 Q2137874 Q4 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias defendidas no texto.

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Questão 5 de 24 Q2137876 Q5 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

O emprego do discurso direto no texto é marcado pelo uso de

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Questão 6 de 24 Q2137877 Q6 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.
Texto 01
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não9
Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.

Os verbos, no primeiro parágrafo do texto, encontram-se conjugados, predominantemente, no

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Questão 7 de 24 Q2137879 Q7 da prova
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões de 07 a 10, que a ele se referem.
Texto 02
Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 02.
I- Observar e ouvir influencia a aprendizagem tanto quanto praticar e discutir.
II- Ensinar aos outros é uma das maneiras mais eficazes para a aprendizagem.
III- A discussão é uma maneira de aprender mais eficaz que somente ouvir ou ler.
IV- O ver e o ouvir são atos que auxiliam mais a aprendizagem do que a discussão.
V- A prática influencia mais a aprendizagem que a leitura e a observação apenas.
Estão CORRETAS as afirmativas

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Questão 8 de 24 Q2137880 Q8 da prova
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões de 07 a 10, que a ele se referem.
Texto 02
Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025.

É CORRETO afirmar que, na composição do texto 02,

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Questão 9 de 24 Q2137882 Q9 da prova
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões de 07 a 10, que a ele se referem.
Texto 02
Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025.

É CORRETO afirmar que a palavra “cérebro”, no título do texto 02, encontra-se acentuada por ser

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Questão 10 de 24 Q2137885 Q12 da prova

Em uma sala, há 18 meninas e 13 meninos. Logo, na sala há

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Questão 11 de 24 Q2137887 Q13 da prova

Considere os 4 números naturais 15, 10, 22, 4 e os coloque em ordem crescente:

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Questão 12 de 24 Q2137889 Q14 da prova

Um celular custa R$ 2.599,98. Pode-se afirmar que o custo do celular é:

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Questão 13 de 24 Q2137890 Q15 da prova

Considere o número natural 50741. O algarismo 0 é:

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Questão 14 de 24 Q2137892 Q16 da prova

Quantos números pares existem entre 40 e 70, incluindo 40 e 70? Assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 15 de 24 Q2137894 Q17 da prova

Qual o sucessor do número natural formado por 7 unidades, 6 centenas e 2 dezenas?

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Questão 16 de 24 Q2137895 Q18 da prova

Kelly mediu 3 pedaços de tecido: o primeiro deu 1 metro e 75 centímetros, o segundo deu 115 centímetros, e o terceiro deu 1 metro. Qual o comprimento total de tecido?

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Questão 17 de 24 Q2137897 Q19 da prova

O tempo total de corrida de um atleta foi de 1 hora e 50 minutos. Se esse atleta levou 58 minutos para correr a primeira metade do percurso, a segunda metade do percurso foi percorrida em quanto tempo?

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Questão 18 de 24 Q2137899 Q20 da prova

O raio de um círculo é qual distância?

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Questão 19 de 24 Q2137901 Q22 da prova

Atualmente, devido às dificuldades econômicas decorrentes da falta de emprego, renda ou terra para trabalhar enfrentadas pela população brasileira, quais são os três estados com mais ocorrência de migração de pessoas?

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Questão 20 de 24 Q2137905 Q24 da prova

Por que, em 1808, Portugal entrou em uma crise econômica durante o período em que Dom João chegou ao Brasil?

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Questão 21 de 24 Q2137906 Q25 da prova
A poesia do mineiro Carlos Drummond de Andrade escandalizou os leitores da época com o seguinte poema:
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra.

Assinale a alternativa que apresenta o contexto artístico e político do poema:

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Questão 22 de 24 Q2137908 Q26 da prova

Segundo o jornal O Tempo, de 14/09/2025, “Somente em 2024, o estado registrou 153 mil casos de violência doméstica e familiar contra mulheres, uma média de 420 ocorrências por dia, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).” Assinale a alternativa que apresenta a hipótese que explica o fenômeno a que o texto se refere.

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Questão 23 de 24 Q2137910 Q27 da prova
Em 1534, houve um avanço da colonização portuguesa no Brasil e a criação das capitanias hereditárias. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse período.
Com o avanço da colonização do Brasil, o território foi dividido em grandes lotes de terra. Esses lotes foram entregues a capitães___________, que tinham a tarefa de investir nessas terras, protegê-las e torná-las __________ __. Com a morte dele, os direitos eram transmitidos ao seu herdeiro. Por isso, essas terras eram chamadas capitanias _ ________________.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:

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Questão 24 de 24 Q2137913 Q29 da prova

A formação das ilhas de calor nas cidades é um dos problemas ambientais. Assinale a alternativa que apresenta a hipótese que explica o fenômeno a que essa afirmativa se refere.

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