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Prova Auxiliar de Saúde Bucal - Pref. Garuva/SC
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Questão 1 de 15 Q1209944 Q1 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Qual frase nominal sumariza a temática do texto e poderia figurar como título?

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Questão 2 de 15 Q1209945 Q2 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Segundo o texto, a variação linguística

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Questão 3 de 15 Q1209946 Q3 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

O uso de expressões diferentes para se referir à mesma coisa conforme a região do Brasil – como “mandioca” / “aipim” / “macaxeira” – tem relação com a

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Questão 4 de 15 Q1209947 Q4 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Um grupo de capoeiristas pode facilmente falar e entender a expressão “meia-lua”, enquanto pessoas de fora desse grupo talvez não entendam imediatamente o conceito específico dentro da capoeira. Um jogador de futebol pode usar a expressão “carrinho” com um sentido que não corresponde ao significado mais comum do termo e, por isso, pode não ser entendido por pessoas que não gostam de futebol. Essas situações de uso da língua retratam exemplos de

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Questão 5 de 15 Q1209948 Q5 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Assinale a alternativa INCORRETA, conforme o conteúdo do texto:

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Questão 6 de 15 Q1209949 Q6 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA:

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Questão 7 de 15 Q1209950 Q7 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Assinale a alternativa CORRETA com relação ao uso do vocabulário no texto:

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Questão 8 de 15 Q1209951 Q8 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Considerando o trecho “Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica)”, é INCORRETO afirmar que

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Questão 9 de 15 Q1209952 Q9 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Assinale a alternativa CORRETA com relação aos verbos utilizados no trecho “O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar”:

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Questão 10 de 15 Q1209953 Q10 da prova
Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa. Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’. O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques). A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo. Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.

Assinale a alternativa CORRETA com relação a este fragmento: “Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.”

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Questão 11 de 15 Q1209955 Q12 da prova

Maria trabalha em casa e está preocupada com sua conta de luz. Ela usa seu computador 8h/por dia e ele consome energia equivalente a R$ 0,50 por hora. Maria usa seu computador 30 dias no mês. E sua geladeira fica ligada 24 h/por dia, também 30 dias por mês e custa R$ 0,25 por hora. Qual é o custo da conta de luz de Maria, considerando que esses são seus únicos gastos com energia?

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Questão 12 de 15 Q1209957 Q14 da prova

João quer comprar um carrinho de brinquedo. Ele foi à loja e descobriu que esse brinquedo custa R$ 40,00. O vendedor disse que dá um desconto de 10% para o pagamento à vista. João tem R$30,00 investido. Qual é o rendimento que ele precisa ter para conseguir comprar o carrinho à vista?

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Questão 13 de 15 Q1209960 Q17 da prova

Em que mês do ano ocorre um dos maiores encontros de trilheiros de Santa Catarina, conhecido como Garulama.

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Questão 14 de 15 Q1209961 Q18 da prova

Segundo a Lei Complementar nº 19/2002, que altera a Lei Complementar nº 1, de 02 de março de 1998, em seu Art. 12, segundo o item I, a nomeação para o cargo público far-se-á:

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Questão 15 de 15 Q1209963 Q20 da prova

O município de Garuva -SC está localizado na base da:

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