A história da educação de surdos no Brasil passou por diferentes metodologias que infl uenciaram a forma como as pessoas surdas eram compreendidas e educadas. A metodologia que reconhece a Libras como primeira língua da pessoa surda e a Língua Portuguesa como segunda língua é o(a):
A Libras é fundamental para a formação da identidade da pessoa surda, pois:
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) apresenta estrutura própria, diferente da Língua Portuguesa. Seus sinais são formados por parâmetros linguísticos que são apresentados em:
Para ensinar Libras, é preciso usar métodos específi cos que incentivem a aprendizagem visual e a interação comunicativa, pois:
De acordo com o Art. 18 da Lei n.º 10.098/2000, implementar a formação de profi ssionais intérpretes de escrita em braile, linguagem de sinais e guia-intérpretes, a fi m de facilitar a comunicação direta das pessoas com defi ciência sensorial e difi culdade de comunicação, é responsabilidade do(s):
O Art. 3º do Decreto 5.626/2005 estabelece que nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a Libras deve ser inserida como disciplina curricular:
O Art. 2º da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) defi ne pessoa com defi ciência como aquela que possui um impedimento de longo prazo de caráter:
Conforme a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), a educação de pessoas com defi ciência, incluindo pessoas surdas, deve:
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) determina que a Educação Especial seja ofertada:
As leis brasileiras que tratam da educação e dos direitos das pessoas surdas (Lei n.º 10.436/2002, Decreto n.º 5.626/2005, LDB e LBI) concordam em afi rmar que:
































