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Prova Auxiliar de Enfermagem - Pref. Olho D'Água Grande/AL
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Questão 1 de 18 Q1475609 Q1 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Sobre o texto, considere as afirmações abaixo: I. A denominação “os preconceitos nossos de cada dia” foi dada pelo historiador Jaime Pinsky para se referir a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos”. II. Entende-se do texto que as formas condescendentes, para se referir às diferenças do outro, também se configuram ofensas, expressando os preconceitos nossos de cada dia. III. Depreende-se do texto que o glossário, intitulado de politicamente correto, intenta suscitar debates e reflexões acerca da necessidade de respeitar a existência e interação de diferentes culturas. Assinale:

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Questão 2 de 18 Q1475615 Q4 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere as afirmações abaixo: I. Em “ (...) “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem (...)” o termo em destaque exerce função anafórica. II. Em “para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes” o termo em destaque classifica-se como pronome relativo. III. Em “utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)” o termo em destaque é conjunção integrante. Assinale:

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Questão 3 de 18 Q1475617 Q5 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere o seguinte período: Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Acerca do período acima, analise as assertivas abaixo: I. O vocábulo em destaque estabelece uma relação adversativa e pode ser substituída, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por: por conseguinte. II. A forma verbal “utilizamos” indica a indeterminação do sujeito. Desse modo, o sujeito da oração é indeterminado. III. a forma verbal “utilizamos” expressa uma ação passada que já foi concluída e, portanto, está no pretérito imperfeito do indicativo. Assinale:

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Questão 4 de 18 Q1475619 Q6 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Analise as orações abaixo: 1. Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. 2. “(...) utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais (...)”. 3. “Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os diferentes”. 4. A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Acerca das orações acima, assinale a alternativa correta.

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Questão 5 de 18 Q1475621 Q7 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere as justificativas para o uso das vírgulas nos itens abaixo: I. Em “A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos” o uso da vírgula justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado. II. Em “Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes (...)” o uso das vírgulas entre o vocábulo “também” é facultativo, pois separa o adjunto adverbial, de pouca extensão, antepostos. III. Em “(...) passam por normais, mas que (...)” o uso da vírgula, antes do vocábulo “mas”, é obrigatório para separar orações coordenadas sindéticas adversativas. IV. Em ““Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social” o uso da vírgula justifica-se por separar termos com funções semelhantes. Assinale:

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Questão 6 de 18 Q1475623 Q8 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere as seguintes orações: I. João esqueceu de avisar sobre as avaliações processuais dos estudantes. II. Lucas Henrique visa o cargo de coordenador da empresa multinacional de petróleo e gás. III. O candidato aspira a o cargo que pleiteou no concurso público de Alagoas. Está de acordo com as normas de regência da língua culta o que se afirma:

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Questão 7 de 18 Q1475625 Q9 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere as seguintes orações: I. Ele votou pela reparação civil por crimes de tortura na ditadura militar e, portanto, a favor do pagamento de indenização à família do jornalista. II. A atriz assiste à vitória do Brasil. III. A BR 324 foi interditada para dar segurança à procissão. O uso da crase, de acordo com a norma culta da língua portuguesa, está correto:

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Questão 8 de 18 Q1475627 Q10 da prova
POLITICAMENTE CORRETO
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, com vistas a colaborar para a construção de uma cultura de direitos humanos, apresenta a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos” como forma de chamar a atenção de toda a sociedade para o que o historiador Jaime Pinsky chamou de “os preconceitos nossos de cada dia”.
Todos nós – parlamentares, agentes e delegados da polícia, guardas de trânsito, jornalistas, professores, entre outros profissionais com grande influência social – utilizamos palavras, expressões e anedotas, que, por serem tão populares e corriqueiras, passam por normais, mas que, na verdade, mal escondem preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Muitas vezes ofendemos o “outro” por ressaltar suas diferenças de maneira francamente grosseira e, também, com eufemismos e formas condescendentes, paternalistas.
A ideia do título, “Politicamente Correto”, tem, em parte, um sentido provocador. Foi escolhida com o objetivo de chamar a atenção dos formadores de opinião para o problema do desrespeito à imagem e à dignidade das pessoas consideradas diferentes.
Não queremos promover discriminações às avessas, “dourando a pílula” para escamotear a amargura dos termos que ofendem, insultam, menosprezam e inferiorizam os semelhantes que consideramos “os outros”. Ao contrário, neste glossário, apresentamos em primeiro lugar justamente as expressões pejorativas, para depois comentá-las. Com ele, queremos incentivar o debate, fomentar a reflexão, inclusive pela razão simples de que, para alguns de nossos interlocutores, nós é que somos os “diferentes”.
Se queremos ser respeitados, devemos respeitar. No mínimo, para cumprir o princípio de que todos os homens e mulheres são iguais, independentemente de origem, cor, sexo, orientação sexual, condição social e econômica, credo religioso, filiação filosófica ou política etc.
(CIPRIANO, Perly. 2014.)

Considere as seguintes orações: I. A vida é um milagre que anda. II. A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão. III. A vida é travessia em mar aberto. IV. O desconforto é a alma em processo de mudança. Nas orações acima encontramos a figura de linguagem denominada de:

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Questão 9 de 18 Q1475633 Q13 da prova

Leia abaixo: Asserção: O desenvolvimento tecnológico e as mudanças nos padrões de consumo das sociedades modernas resultaram em uma intensa exploração dos recursos naturais do planeta. Razão: A transição das sociedades predominantemente agrícolas para sociedades industriais e urbanas trouxe consigo um aumento na demanda por recursos naturais para alimentar o desenvolvimento tecnológico e os novos estilos de vida, o que levanta preocupações sobre a sustentabilidade desse padrão de consumo. Assinale a alternativa correta.

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Questão 10 de 18 Q1475637 Q15 da prova

Leia abaixo: Asserção: O município de Olho D'Água Grande foi fundado em uma vasta planície de terras férteis e se desenvolveu em torno de um olho d'água de grande proporção. Razão: A presença de água abundante e terras férteis atraiu a família de Francisco Cordeiro Dantas para a região, resultando no crescimento do povoado. Esse local ainda abastece o município até os dias atuais, sendo um fator importante para a atração de moradores de regiões vizinhas. A busca pelo progresso local levou a um movimento pela emancipação do distrito, culminando na concessão de autonomia em 1962. Assinale a alternativa correta:

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Questão 11 de 18 Q1475648 Q21 da prova

Qual é o tipo predominante de vegetação no município de Olho d'Água Grande e quais são os tipos secundários de vegetação presentes nessa região?

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Questão 12 de 18 Q1475651 Q22 da prova

Leia o texto abaixo: Os debates em torno da identidade de gênero e diversidade têm se destacado cada vez mais nas discussões contemporâneas relacionadas à igualdade, direitos humanos e inclusão. A concepção tradicional e dicotômica de gênero, que categoriza indivíduos rigidamente como homens ou mulheres baseando-se em aspectos biológicos, está sendo questionada à medida que surgem e são reconhecidas diversas identidades de gênero. Nesse contexto, a compreensão da identidade de gênero vai além da mera correspondência entre o sexo biológico e a expressão de gênero. Inúmeras pessoas não se sentem representadas por essa divisão estrita, identificando-se como não binárias, transgêneros, de gênero fluido, entre outras identidades. A multiplicidade de experiências de gênero desafia normas e expectativas socioculturais, abrindo espaço para diálogos pertinentes. A discussão acerca da identidade de gênero e diversidade almeja estimular o reconhecimento e respeito pelas diversas formas de expressão de gênero, bem como o direito de cada indivíduo de viver de acordo com sua identidade autêntica. Adicionalmente, aborda tópicos como acesso a cuidados de saúde adequados, garantia de direitos legais, promoção de uma educação inclusiva e prevenção contra atos discriminatórios. O propósito dos debates é também desconstruir estereótipos e preconceitos relacionados à diversidade de gênero, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Entretanto, é comum que essas discussões encontrem resistência de setores que defendem visões mais convencionais sobre gênero, que consideram apenas a identidade de gênero alinhada ao sexo biológico. Em face dessas complexidades, as conversas sobre identidade de gênero e diversidade têm a finalidade de expandir a conscientização e compreensão, promovendo um ambiente mais respeitoso e abrangente para todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero.

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Questão 13 de 18 Q1475653 Q23 da prova

Assinale a alternativa que descreve corretamente o padrão de drenagem mais comum no município de Olho d’Água Grande, bem como suas principais sub-bacias e cursos d'água que atravessam o município e deságuam no Rio São Francisco:

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Questão 14 de 18 Q1475659 Q26 da prova

Sobre as vias de administração, julgue as afirmações abaixo: I. A administração de medicamentos pela via oral consiste em oferecer o medicamento que será deglutido ou não com auxílio de líquidos. As formas de apresentação dos fármacos para administração por via oral são: Comprimidos, cápsulas, drágeas, soluções, suspensão e pó. II. Sublingual é a via utilizada quando o paciente não apresenta condições de deglutir fármacos ou em casos nos quais é necessário que o medicamento não tenha contato com a circulação ou com o suco gástrico. O medicamento será introduzido na derme do paciente; III. Na via de administração intravenosa, o medicamento é injetado na veia, diretamente na circulação sanguínea do paciente. A administração do medicamento pode ser realizada por uma única dose até uma solução por infusão contínua. Essa via é indicada em situações de emergência. IV. Os músculos de escolha são o grande glúteo, o glúteo médio e o vasto lateral da coxa. O músculo bíceps somente é utilizado para vacinação. Assinale a alternativa correta.

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Questão 15 de 18 Q1475660 Q27 da prova

O Processo de destruição de todas as formas de vida microbiana, ou seja, bactérias na forma vegetativa ou esporuladas, fungos e vírus, mediante a aplicação de agente físicos e químicos é chamado de:

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Questão 16 de 18 Q1475662 Q28 da prova

Foi prescrito Ceftriaxona 500 mg para um paciente. A unidade dispõe apenas de frasco-ampola com pó liofilizado contendo 2 gramas ao total. Fora utilizado 4 ml de água para injeção para reconstituir o fármaco. Quantos ml devem ser aspirados para diluir e administrar no paciente para atender corretamente à prescrição Médica?

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Questão 17 de 18 Q1475664 Q29 da prova

Em ambiente hospitalar nos atendimentos de emergência, uma prescrição comumente feita atualmente é a ranitidina, que é uma medicação:

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Questão 18 de 18 Q1475666 Q30 da prova

Curativos são uma realidade comum em ambiente hospitalar e em atenção básica de saúde. Estes variam de acordo com sua natureza, localização e tamanho da ferida, em alguns casos, necessitam de compressão, noutros, a lavagem com solução fisiológica e há os que exigem imobilização com ataduras e coberturas especiais como fibras de alginato, carvão ativado e outros. Para controle de feridas com odor fétido a cobertura ideal é:

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