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Questão 1 de 7Q1988052Q1 da prova
Leia a tira a seguir para responder às questões 01 e 02: O melhor de Calvin Bill Watterson SE VOCÊ DESLIGAR A TV VOU CRIAR CASO! VOU ! VOU ENCHER TANTO A PACIÊNCIA QUE VOCÊ NÃO VAI TER UM MINUTO SEQUER DE PAZ! MUITO BEM, JÁ CHEGA DE TV POR HOJE. VAMOS DESLIGAR MAS ELA AINDA PENSOU UM POUCO. (O Estado de S.Paulo, 07.03.2025)
Considerando a linguagem verbal e a não verbal, é cor- reto afirmar:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 03 a 06: Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente. O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias. “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvi - mento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importan - tes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolon - gados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância. (O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, em 2024, em relação ao ano de 2015, a porcentagem das crianças brasileiras com celular próprio, na idade de
Leia o texto a seguir para responder às questões de 03 a 06: Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente. O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias. “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvi - mento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importan - tes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolon - gados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância. (O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)
A respeito da exposição das crianças às telas, o autor do texto afirma que
Leia o texto a seguir para responder às questões de 09 a 12: Autoestima: óbvio demais A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstra - vam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, en- volventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas quali - dades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendi - mento escolar. O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os conside- ravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opi- nião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críti- cos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra. (Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
De acordo com o texto, o que mais leva ao desenvolvi - mento da autoestima nas crianças é
Leia o texto a seguir para responder às questões de 09 a 12: Autoestima: óbvio demais A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstra - vam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, en- volventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas quali - dades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendi - mento escolar. O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os conside- ravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opi- nião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críti- cos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra. (Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Para Stanley Coopersmith, crianças com baixa autoesti- ma costumam apresentar
Leia o texto a seguir para responder às questões de 09 a 12: Autoestima: óbvio demais A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstra - vam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, en- volventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas quali - dades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendi - mento escolar. O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os conside- ravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opi- nião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críti- cos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra. (Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Mantém-se o sentido do trecho do 2o parágrafo – ... mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios... – se o termo em destaque for substituído por:
O auxiliar de desenvolvimento infantil deve colaborar com os professores na orientação da higiene pessoal das crianças. Sobre essa questão, é correto afirmar que