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Prova Auxiliar de Consultório Dentário - Prefeitura de Seritinga - MG
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Questão 1 de 25 Q2397550 Q1 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Considerando os usos dos “porquês” na língua portuguesa, qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do segundo parágrafo do texto?

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Questão 2 de 25 Q2397552 Q2 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No período “As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo”, a autora articula ideias por meio de conectores que ampliam ou contrastam informações, produzindo efeitos semânticos específicos. Nesse contexto, a conjunção “mas” estabelece uma circunstância de:

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Questão 3 de 25 Q2397553 Q3 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

O texto articula dimensão simbólica, crítica social e reflexão antropológica para evidenciar como a ruptura dos rituais alimentares esvazia vínculos humanos e agrava desigualdades estruturais. A interpretação exige atenção à sobreposição de níveis: o doméstico, o cultural e o socioeconômico. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que:

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Questão 4 de 25 Q2397554 Q4 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A construção discursiva do texto opera pela tensão entre o simbolismo da mesa e a materialidade da fome, recorrendo a contrastes que evidenciam paradoxos sociais. Assim, analise as assertivas a seguir acerca dos elementos centrais dessa articulação:

I. O texto sugere que a ruptura do ritual da refeição — substituído por distrações tecnológicas — enfraquece não apenas o convívio familiar, mas a própria consciência ética sobre o alimento e sua origem.
II. A referência aos percentuais de desperdício e aos milhões de toneladas de alimentos jogados fora cumpre função argumentativa de denunciar uma incoerência estrutural: a abundância coexistindo com a privação extrema.
III. Ao afirmar que “a humanidade ainda tem fome de presença”, o texto encerra-se com uma personificação que desloca o foco da alimentação material para a carência relacional, sustentando a tese de que o ato de comer é, essencialmente, um fenômeno de pertencimento social.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 5 de 25 Q2397556 Q5 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A progressão argumentativa do texto revela que o desperdício alimentar não é apenas um problema quantitativo, mas um sintoma da perda de sentido cultural e humano do alimento. Essa leitura exige compreender a crítica ampliada que a autora dirige ao comportamento social contemporâneo. Nessa direção, o trecho “A abundância não redime a fome se não houver partilha” sintetiza a ideia de que o excesso material, sem consciência coletiva, converte-se em forma de __________, perpetuando a desigualdade mesmo em contextos de ampla produção de alimentos.

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Questão 6 de 25 Q2397558 Q6 da prova
Para responder às questões de 01 a 06, leia o texto abaixo.

O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir.
Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Considerando o período “A abundância não redime a fome se não houver partilha.”, analise as assertivas quanto à classificação morfológica das palavras destacadas.

I. redime é forma verbal do verbo redimir, classificada como verbo transitivo direto, pois exige complemento sem preposição.
II. se funciona como conjunção subordinativa explicativa, estabelecendo relação de condição para o período.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 7 de 25 Q2397559 Q7 da prova

Assinale a alternativa em que o verbo destacado está empregado no mesmo modo e tempo verbal que o verbo destacado na frase abaixo:

“Caso precisem, avisem a coordenação imediatamente.”

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Questão 8 de 25 Q2397561 Q8 da prova

Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática que o termo destacado na frase abaixo:

“A enfermeira aplicou o medicamento no paciente.”

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Questão 9 de 25 Q2397564 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra destacada é formada por derivação prefixal.

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Questão 10 de 25 Q2397566 Q11 da prova

Considere que existe um conjunto de números naturais, formado por todos os números maiores do que 0 e menores do que 50, e que não podem ser considerados como sendo primos. Cada um dos números desse conjunto foi escrito na superfície de uma esfera diferente, e todas essas esferas, inseridas em uma urna. A pessoa R deseja retirar uma esfera na qual tenha sido escrito um número ímpar; a pessoa S deseja retirar uma esfera na qual tenha sido escrito um número par; e a pessoa T deseja retirar um número divisível por 3, ou seja, que ao ser dividido por 3, resta 0. Considerando os números que representam as porcentagens de probabilidade de cada uma dessas pessoas obter o resultado desejado, qual alternativa traz a soma aproximada desses números? (Considere critérios de arredondamento e duas casas decimais para cada probabilidade e para o resultado da soma solicitada).

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Questão 11 de 25 Q2397569 Q13 da prova

A inferência lógica pode ser compreendida como sendo o processo pelo qual se obtém uma conclusão a partir de premissas. A partir disso, analise as assertivas:

I. A indução é uma forma de inferência que parte de casos particulares para formular uma conclusão geral.
II. A conclusão de uma inferência indutiva é necessariamente verdadeira se as premissas forem verdadeiras.
III. Em uma inferência dedutiva, a conclusão pode ser falsa mesmo que as premissas sejam verdadeiras.

Está(ão) CORRETA(S):

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Questão 12 de 25 Q2397573 Q15 da prova

Seja um número qualquer inicial, o qual será submetido a aplicação de um acréscimo, seguido de um desconto. Esse número, então, primeiramente foi acrescido em dez por cento com relação a ele mesmo. Na sequência o resultado desse acréscimo recebeu um desconto, também de dez por cento com relação a ele mesmo. Nesse sentido, caso fosse solicitado por qual valor poderia ser multiplicado o número inicial para se chegar ao resultado após o acréscimo e o desconto, esse valor seria igual a:

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Questão 13 de 25 Q2397574 Q16 da prova

Uma cuba de laboratório contém exatamente 1,5 litro de solução nutritiva destinada ao cultivo de microrganismos. Essa solução será distribuída em cápsulas de Petri idênticas, cada uma com capacidade nominal de 250 mililitros. Entretanto, devido ao procedimento de esterilização prévia, cada cápsula perde 10% de sua capacidade útil, pois essa parte interna fica inutilizável para o acondicionamento do material. Assim, apenas 90% da capacidade indicada pode ser ocupada pela solução nutritiva. Com base nessas informações e realizando corretamente as conversões entre unidades de capacidade, assinale a alternativa que apresenta a quantidade máxima de cápsulas de Petri que podem ser completamente preenchidas com o volume efetivamente utilizável.

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Questão 14 de 25 Q2397578 Q18 da prova

Uma equipe de saúde recebeu 360 kits de medicamentos para distribuir durante uma campanha de prevenção.
• Metade dos kits será destinada a pacientes com diabetes.
• 1/3 do restante será destinada a pacientes com hipertensão.
• O restante dos kits será destinado a pacientes com outras condições.

Quantos kits serão distribuídos para pacientes com outras condições?

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Questão 15 de 25 Q2397579 Q19 da prova

Uma equipe de saúde realiza campanhas de vacinação. Com 4 equipes, são aplicadas 480 vacinas em 6 horas. Mantendo o mesmo ritmo, quantas vacinas serão aplicadas por 6 equipes em 8 horas?

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Questão 16 de 25 Q2397581 Q20 da prova

Em um levantamento sobre o tempo (em minutos) que diferentes funcionários levaram para concluir uma mesma tarefa operacional, registraram-se os seguintes valores: 12 – 15 – 15 – 18 – 19 – 21 – 21 – 21 – 22 – 25
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta corretamente a média aritmética e a moda dos tempos registrados, nesta ordem.

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Questão 17 de 25 Q2397583 Q21 da prova

No ambiente odontológico, a higiene pessoal do Auxiliar de Consultório Dentário é fundamental para a prevenção de contaminações cruzadas durante o atendimento. À luz das boas práticas, assinale a alternativa correta.

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Questão 18 de 25 Q2397584 Q22 da prova

A higiene ambiental do consultório odontológico contribui para o controle de infecções. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 19 de 25 Q2397585 Q23 da prova

Durante a recepção do paciente, o Auxiliar de Consultório Dentário atua na organização das informações clínicas. Nesse contexto, analise as assertivas:

I. A ficha clínica deve conter dados de identificação e histórico de saúde do paciente.
II. A atualização da ficha clínica contribui para a segurança do atendimento.
III. A guarda da ficha clínica independe de critérios de sigilo profissional.

Estão CORRETAS:

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Questão 20 de 25 Q2397588 Q25 da prova

O fio dental, no contexto da higiene bucal diária, é fundamental para a limpeza das superfícies interdentais. Considerando sua utilização correta, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 21 de 25 Q2397590 Q26 da prova

O uso do flúor favorece a __________ do esmalte dental, tornando-o mais resistente à ação dos __________ produzidos pelas bactérias da placa, sendo sua aplicação indicada de forma __________ e orientada por profissional de saúde.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

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Questão 22 de 25 Q2397592 Q27 da prova

No consultório odontológico, o preparo adequado do paciente é etapa fundamental para a segurança do procedimento, a prevenção de infecções e o bom andamento do atendimento clínico. Considerando as atribuições do Auxiliar de Consultório Dentário nesse momento do atendimento, analise as assertivas:

I. O preparo do paciente inclui a conferência dos dados da ficha clínica, a verificação de informações relevantes sobre a saúde geral e a orientação inicial quanto ao procedimento a ser realizado.
II. Cabe ao Auxiliar posicionar corretamente o paciente na cadeira odontológica, ajustando encosto, apoio de cabeça e iluminação, de modo a favorecer o conforto do paciente e a ergonomia do cirurgião-dentista.
III. A adoção de medidas de biossegurança no preparo do paciente, como o uso de EPIs e a proteção de superfícies, é dispensável quando o procedimento for considerado simples.
IV. A orientação ao paciente sobre higiene bucal prévia, quando indicada, e sobre a necessidade de remover objetos pessoais que possam interferir no atendimento faz parte do preparo para o atendimento odontológico.

À luz das boas práticas de atuação do Auxiliar de Consultório Dentário, pode-se afirmar que estão corretas:

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Questão 23 de 25 Q2397593 Q28 da prova

Considerando os instrumentais odontológicos, o ___________ tem como função aparar tecidos fibrosos ou pequenas espículas ósseas de alvéolos dentários. É indicado para procedimentos cirúrgicos odontológicos. Também chamado de Pinça Goiva, ele funciona como um “alicate” com uma região ativa bastante resistente e cortante para auxiliar na remoção de tecidos fibrosos e duros.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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Questão 24 de 25 Q2397594 Q29 da prova

A placa bacteriana é um biofilme aderido à superfície dental que deve ser controlado diariamente. Nesse sentido, analise as assertivas:

I. A escovação associada ao uso do fio dental é a principal medida para remoção da placa bacteriana.
II. O acúmulo de placa bacteriana está relacionado ao desenvolvimento de cárie e doenças periodontais.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 25 de 25 Q2397596 Q30 da prova

Na rotina da clínica odontológica, a biossegurança envolve um conjunto de medidas destinadas à prevenção da infecção cruzada entre pacientes, profissionais e ambiente. Considerando os princípios técnicos e operacionais da biossegurança aplicáveis ao consultório odontológico, assinale a alternativa correta.

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