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Questão 1 de 8Q1883807Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
O autor ressalta a importância do leitor, que fica evidente na expressão
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
Qual das expressões abaixo está empregada em sentid o figurado?
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
A palavra “décadas” é acentuada com base na mesma r e- gra que determina a acentuação de
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
Na palavra “puxam”, a letra “x” produz o mesmo som pro- duzido por
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
A expressão “Que Absurdo!” foi destacada por meio d e as- pas para indicar que é a voz
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Sua excelência, o leitor Os livros vivem fechados, capa contra capa, e smagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso ar rancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. J á o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser l idas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o l eitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito d iretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as pági nas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, pa ssando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vez es recor- tando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anún- cio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se re- talha entre dois, três, quatro leitores, cada um co m um cader- no, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas s alas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrár io do es- critor, que se esconde, o cronista vive numa agitad a reunião social entre textos ─ todos falam em voz alta ao mesmo tem- po, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vir a a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã. TEZZA, Cristóvão. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
A palavra “todos”, destacada no texto, refere-se ao s