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Prova Assistente Social - Pref. Jenipapo dos Vieiras/MA
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Questão 1 de 34 Q2198416 Q1 da prova
Leia o texto abaixo com atenção para responder às questões 01 a 05.

Inteligência Artificial e o Espelho Ético

Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo. Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.

A principal tese desenvolvida no texto pode ser corretamente identificada como:

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Questão 2 de 34 Q2198418 Q2 da prova
Leia o texto abaixo com atenção para responder às questões 01 a 05.

Inteligência Artificial e o Espelho Ético

Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo. Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.

Ao dizer que "o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo", o autor:

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Questão 3 de 34 Q2198420 Q3 da prova
Leia o texto abaixo com atenção para responder às questões 01 a 05.

Inteligência Artificial e o Espelho Ético

Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo. Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.

A escolha do título "Inteligência Artificial e o Espelho Ético" contribui para o texto ao:

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Questão 4 de 34 Q2198422 Q4 da prova
Leia o texto abaixo com atenção para responder às questões 01 a 05.

Inteligência Artificial e o Espelho Ético

Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo. Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.

No trecho "há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias", o uso da metáfora do espelho tem a função de:

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Questão 5 de 34 Q2198424 Q5 da prova
Leia o texto abaixo com atenção para responder às questões 01 a 05.

Inteligência Artificial e o Espelho Ético

Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo. Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.

Considerando o texto como um todo, é possível afirmar que:

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Questão 6 de 34 Q2198425 Q6 da prova

Assinale a alternativa em que o sujeito é indeterminado:

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Questão 7 de 34 Q2198427 Q7 da prova

Em relação ao plural dos substantivos compostos, assinale a alternativa incorreta quanto à aplicação da norma culta:

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Questão 8 de 34 Q2198430 Q8 da prova

Assinale a alternativa em que o tempo verbal composto está empregado de forma gramaticalmente inadequada, de acordo com a norma culta:

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Questão 9 de 34 Q2198431 Q9 da prova

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está plenamente correta, de acordo com a norma culta:

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Questão 10 de 34 Q2198433 Q10 da prova

Observe o trecho abaixo:

Durante o protesto, muitos exibiam cartazes com frases como ‘desumanização nunca mais’ e ‘reconstruamos a esperança’.

Com base na formação das palavras em destaque, assinale a alternativa correta:

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Questão 11 de 34 Q2198435 Q11 da prova

Observe a seguinte sequência lógica, e assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor de “Z”.
Se necessário, utilize a seguinte fórmula: [(n+1)²-1] (3; “Z”; 15; 24; 35)

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Questão 12 de 34 Q2198439 Q13 da prova

Assinale corretamente a negação da seguinte proposição lógica.

“João é feio, ou Maria é bonita”

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Questão 13 de 34 Q2198441 Q14 da prova

Um Empresário que possui 20 funcionários em sua empresa, teve a ideia de realizar uma votação premiada de final de ano, no qual os prêmios serão um carro e uma moto. Para determinar o ganhador do carro e da moto, serão considerados os dois funcionários mais bem votados, sendo que o primeiro mais bem votado ganhará o carro e o segundo mais bem votado ganhará a moto. Sabe-se ainda que os funcionários não poderão votar em si mesmos. Com base nessas informações, assinale a assertiva que apresenta de quantas maneiras distintas poderá sair a dupla premiada.

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Questão 14 de 34 Q2198443 Q15 da prova

João, pai de Joana, José, Maria e Valentina, ganhou um prêmio de R$ 108.868.000,00 na loteria e decidiu dividir com seus quatro filhos. Sabe-se que:
• Joana recebeu ଶ
• José recebeu 1,2 vezes do valor que Joana recebeu.
• Maria recebeu ଵ
• Valentina recebeu 28% do valor que Maria recebeu.
• O restante do valor que sobrou ficou com João.

Considerando as informações apresentadas, assinale a assertiva que apresenta corretamente o valor que sobrou para João.

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Questão 15 de 34 Q2198445 Q21 da prova

O Código de Ética do Assistente Social brasileiro tem como um de seus fundamentos principais:

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Questão 16 de 34 Q2198447 Q22 da prova

De acordo com o Código de Ética Profissional do Assistente Social (1993), é um dos deveres do assistente social:

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Questão 17 de 34 Q2198449 Q23 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma conduta vedada ao assistente social, conforme o Código de Ética:

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Questão 18 de 34 Q2198451 Q24 da prova

A autonomia profissional do assistente social, prevista no Código de Ética, refere-se ao direito de:

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Questão 19 de 34 Q2198453 Q25 da prova

O Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Constituição Federal de 1988, tem como princípios fundamentais:

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Questão 20 de 34 Q2198455 Q26 da prova

O Serviço Social no campo da saúde atua, principalmente:

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Questão 21 de 34 Q2198457 Q27 da prova

No contexto da educação, a atuação do assistente social está mais diretamente relacionada a:

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Questão 22 de 34 Q2198458 Q28 da prova

A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) estabelece que a assistência social é:

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Questão 23 de 34 Q2198461 Q29 da prova

De acordo com a LOAS, é um dos objetivos da assistência social:

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Questão 24 de 34 Q2198463 Q30 da prova

No contexto da LOAS, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é destinado a:

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Questão 25 de 34 Q2198465 Q31 da prova

A Atenção Básica no SUS é caracterizada como:

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Questão 26 de 34 Q2198467 Q32 da prova

Qual das estratégias abaixo compõe a organização da Atenção Básica no SUS?

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Questão 27 de 34 Q2198468 Q33 da prova

Sobre a organização da Atenção Básica, é correto afirmar que:

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Questão 28 de 34 Q2198470 Q34 da prova

A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) foi resultado direto de:

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Questão 29 de 34 Q2198471 Q35 da prova

A consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil foi fortemente influenciada pela Reforma Sanitária. Nesse contexto, o controle social é entendido como:

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Questão 30 de 34 Q2198473 Q36 da prova

A chamada “Reforma Sanitária” teve como principal objetivo:

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Questão 31 de 34 Q2198475 Q37 da prova

Segundo a Constituição Federal de 1988, a saúde:

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Questão 32 de 34 Q2198477 Q38 da prova

Durante o período do modelo campanhista (início do século XX), as ações de saúde pública no Brasil se concentravam em:

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Questão 33 de 34 Q2198479 Q39 da prova

O movimento sanitarista brasileiro foi fundamental porque:

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Questão 34 de 34 Q2198481 Q40 da prova

De acordo com a Constituição Federal de 1988 (art. 198, inciso III) e a Lei nº 8.142/1990, a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) ocorre por meio de:

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