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Questão 1 de 7Q1833573Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
A partir das informações do texto, pode-se afirmar que
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
“Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental
se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é
necessário estimular o cérebro” (1
o parágrafo).
Os termos destacados têm como sinônimo e antônimo, respectivamente:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada
no seguinte trecho do texto:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que está reescrito em confor-
midade com a norma-padrão de emprego da vírgula o seguinte trecho do 4
o parágrafo: “Os dados colocaram o
Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalha -
dores mais tristes da América Latina.”
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
A expressão do texto que está reescrita entre parênteses,
segundo a norma-padrão de emprego dos pronomes, é:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa
fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos,
é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem
quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a
mesma: é necessário estimular o cérebro.
Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre
felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um senti-
mento construído e influenciado por fatores internos e exter-nos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.
“Não dá para definir se alguém é feliz ou não como
se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em
tempos para cada profissional”, explica.
Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros
têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os
dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.
Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos
e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes.
As exigências mudam bastante de um ser humano para
outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser cons-truída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsa -
bilidades das organizações, o profissional também precisa ter
a intencionalidade para encontrar o bem-estar.
“A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te
faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode
ser um pouco mais feliz”, comenta.
(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos
para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
No trecho do 4o parágrafo “... os brasileiros têm experi-
mentado emoções negativas no trabalho.” a expressão
destacada pode ser substituída, preservando seu sentido
bem como a norma-padrão da língua portuguesa, por: