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Prova Assistente Social - Pref. Francisco Alves/PR
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Questão 1 de 26 Q2103709 Q1 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

“Atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.” (4º parágrafo) A palavra sublinhada poderia ser substituída, sem prejuízo ao contexto, por:

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Questão 2 de 26 Q2103711 Q2 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

Sobre os aspectos gerais e específicos do texto, assinalar a alternativa CORRETA.

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Questão 3 de 26 Q2103712 Q3 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

No 3º parágrafo, o texto faz referência à expressão “O demônio do terror”, escrita por Goethe, famoso escritor alemão. Considerando o seu contexto de aplicação, podemos afirmar que é um exemplo de:

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Questão 4 de 26 Q2103714 Q4 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

“As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.” (3º parágrafo) Nesse segmento do texto, encontramos:

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Questão 5 de 26 Q2103716 Q5 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

“Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa.” (1º parágrafo) Nessa passagem, a expressão “a cerca de” foi bem empregada. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que o termo homônimo também está adequadamente empregado.

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Questão 6 de 26 Q2103717 Q6 da prova
Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar. Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar. A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de lendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.

Considerando-se a estruturação linguística do 2º parágrafo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 7 de 26 Q2103724 Q10 da prova

Assinalar a alternativa em que os termos sublinhados são classificados como uma oração subordinada substantiva apositiva.

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Questão 8 de 26 Q2103730 Q14 da prova

Um capital de R$ 2.000,00 foi aplicado a uma taxa de juros compostos de 5% ao mês. Qual será o montante após 2 meses?

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Questão 9 de 26 Q2103733 Q16 da prova

Uma pesquisadora está estudando uma população de mosquitos em uma área de laboratório. No primeiro mês, a população de mosquitos é de 50. A cada mês, o número de mosquitos triplica em relação ao mês anterior, devido à rápida reprodução. Qual será a população de mosquitos no 4º mês?

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Questão 10 de 26 Q2103736 Q18 da prova

A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo e também um dos biomas mais diversos do planeta, está constantemente ameaçada por atividades humanas que degradam seus ambientes naturais. Com o aumento da perda florestal, a Amazônia pode chegar ao que estudiosos chamam de “ponto de não retorno”, que significa:

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Questão 11 de 26 Q2103740 Q20 da prova

No Microsoft Word 2019, a “Faixa de Opções” é a barra de ferramentas que aparece no topo da janela do programa. Essa faixa é dividida em guias, como “Página Inicial”, “Inserir”, “Layout”, “Referências”, “Revisão” e “Exibição”. Assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o caminho para personalizar a “Faixa de Opções”.

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Questão 12 de 26 Q2103742 Q21 da prova

Conforme a Constituição Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente:

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Questão 13 de 26 Q2103747 Q24 da prova

Segundo a Lei Municipal nº 248/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sobre a licença para tratar de assuntos particulares, assinalar a alternativa CORRETA.

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Questão 14 de 26 Q2103750 Q26 da prova

Considerando-se a Lei Municipal nº 248/1993 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE. Define-se por ______________ a passagem de um para outro nível dentro do mesmo cargo, valorizando a maturidade funcional.

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Questão 15 de 26 Q2103754 Q28 da prova

De acordo com a Lei nº 8.080/1990 - Lei Orgânica da Saúde, qual a finalidade das Comissões Permanentes?

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Questão 16 de 26 Q2103756 Q29 da prova

Tendo em vista a Lei nº 11.340/2006 — Lei Maria da Penha, assinalar a alternativa que NÃO configura violência doméstica e familiar contra a mulher.

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Questão 17 de 26 Q2103759 Q31 da prova

Conforme a Resolução CNAS nº 33/2012, o Sistema Único de Assistência Social comporta diversos tipos de gestão. São eles:

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Questão 18 de 26 Q2103761 Q32 da prova

Tendo em vista o Decreto nº 9.761/2019 — Política Nacional sobre Drogas, as ações de educação preventiva devem ser em conformidade com as especificidades de cada público-alvo a fim de:

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Questão 19 de 26 Q2103762 Q33 da prova

Considerando-se a Lei nº 8.742/1993 — Lei Orgânica da Assistência Social, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 20 de 26 Q2103764 Q34 da prova

De acordo com a Resolução CNAS nº 145/2004 — Política Nacional de Assistência Social (PNAS), avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 21 de 26 Q2103766 Q35 da prova

Assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE um serviço da Proteção Social Especial.

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Questão 22 de 26 Q2103767 Q36 da prova

Em relação às oficinas com famílias, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 23 de 26 Q2103769 Q37 da prova

Sobre o planejamento social, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE. A instância da __________ consiste em tornar realidade, por meio de providências, aquilo que foi planejado.

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Questão 24 de 26 Q2103771 Q38 da prova

Sobre a instrumentalidade no trabalho da/o Assistente Social, assinalar a alternativa CORRETA.

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Questão 25 de 26 Q2103772 Q39 da prova

Sobre a seguridade social, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 26 de 26 Q2103774 Q40 da prova

Acerca do tema da Abordagem Social, assinalar a alternativa CORRETA.

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