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Prova Assistente Social - Pref. Calumbi - PE
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Questão 1 de 8 Q1804204 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4. Quem eram os gladiadores da Roma Antiga? O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade. Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas. E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.

O que originou o termo "gladiador" na sociedade romana?

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Questão 2 de 8 Q1804206 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4. Quem eram os gladiadores da Roma Antiga? O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade. Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas. E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.

Qual era a realidade da vida dos gladiadores na Roma antiga, segundo o texto?

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Questão 3 de 8 Q1804208 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4. Quem eram os gladiadores da Roma Antiga? O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade. Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas. E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.

Quando as mulheres deixaram de participar como gladiadoras na sociedade romana?

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Questão 4 de 8 Q1804210 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4. Quem eram os gladiadores da Roma Antiga? O termo gladiador deriva da palavra em latim "gladiatores", em referência à sua principal arma, o gládio, que é uma espécie de espada curta. O gladiador era um guerreiro da arena (que lutava às vezes até a morte) contra animais ferozes e outros gladiadores para o entretenimento da antiga sociedade romana, como define o site oficial do Coliseu de Roma − um dos principais "palcos" onde ocorreram as lutas na Antiguidade. Na maioria das vezes, os gladiadores vinham de um passado de escravidão, sendo ex-escravos, mas podiam ser também criminosos condenados. Outros eram prisioneiros de guerra forçados a lutar nas arenas. Havia ainda os casos de aristocratas falidos que usavam a espada para ganhar a vida, como explica a World History Encyclopedia (plataforma de conhecimento sobre história mundial). É importante observar que, até a proibição feita pelo Imperador Septimius Severus em 200 d.C., as mulheres também podiam lutar como gladiadoras, afirma a plataforma de informações históricas. E ainda de acordo com a fonte, os gladiadores geralmente se especializavam em determinadas armas e tipos de armadura. Como as lutas costumavam ir até a morte de um dos combatentes, eles tinham uma expectativa de vida curta e, embora esta fosse uma profissão "glamourosa" (que tornava os vencedores famosos), a maioria dos lutadores era pobre e não tinham outra opção a não ser lutar para sobreviver.

Quais eram as origens mais comuns dos gladiadores na sociedade romana?

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Questão 5 de 8 Q1804212 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 5 a 8. Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso. "Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz. A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul. Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão." A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos. "Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona. "Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

Qual é a razão para o nome dado à nova espécie Antholoba fabiani?

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Questão 6 de 8 Q1804214 Q6 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 5 a 8. Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso. "Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz. A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul. Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão." A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos. "Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona. "Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

O que surpreendeu Stampar e sua equipe sobre a descoberta mencionada no texto?

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Questão 7 de 8 Q1804216 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 5 a 8. Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso. "Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz. A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul. Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão." A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos. "Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona. "Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

O que foi essencial para confirmar que se tratava de uma nova espécie de anêmona?

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Questão 8 de 8 Q1804218 Q8 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 5 a 8. Professor descobre espécie de anêmona em expedição com alunos no litoral de SP Sérgio Nascimento Stampar, professor do departamento de ciências biológicas da Unesp de Bauru, estava numa expedição com alunos, em Ubatuba, no litoral norte paulista, quando uma nova espécie de anêmona-do-mar foi coletada sem que ninguém esperasse por isso. "Foi quase um acidente", diz Stampar sobre a descoberta, que ocorreu há dois anos, enquanto a turma acompanhava um arrasto de camarões a cerca de 500 metros da costa. O exemplar foi encontrado vivendo sobre conchas de caramujos marinhos a uma profundidade de 5 a 20 m. "Não imaginávamos que se tratava de uma espécie nova e muito menos que seria uma família nova, algo muito raro de acontecer atualmente, em especial em um local tão povoado", diz. A nova espécie, Antholoba fabiani, e a nova família, Antholobidae, foram registradas este ano, em artigo científico na revista Marine Biodiversity. O nome da nova espécie homenageia Fabián Acuña, um dos poucos especialistas em anêmonas na América do Sul. Para Stampar, a descoberta alerta para o desconhecimento, inclusive, de espécies em áreas com intenso adensamento populacional e muito exploradas comercialmente, o que indica a importância de novos estudos em biodiversidade. "Essa espécie poderia até mesmo ser extinta sem ser conhecida, pois muitos indivíduos devem ser coletados diariamente e provavelmente mortos em arrastos de camarão." A nova espécie tem coloração marrom na coluna e tentáculos brancos, além de uma parte do corpo, chamada disco oral, ter formato de copo, diferenciando-a de outros exemplares já conhecidos. "Antholoba achates, uma espécie evolutivamente próxima, é reportada do Sul do Brasil até a Patagônia, Chile, Peru e Nova Zelândia. Pode ser encontrada em várias cores, como amarelo, avermelhado, branco, entre outras", compara Fuentes, um dos autores do artigo científico sobre a nova anêmona. "Como as anêmonas apresentam grande variação morfológica, é comum que alguém afirme ter encontrado uma nova espécie, mas precisamos sempre de dados moleculares para confirmar." Por isso, foram usados dados de DNA para atestar a descoberta.

Qual é o alerta levantado por Stampar em relação à descoberta da nova espécie?

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